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segunda-feira, outubro 23, 2006

mudando de assunto

Eu escolho um número... pode ser oito!
Mas há um outro número... maior em valor, mas, verdade seja dita, menor em outros aspectos (não falo dos que guardo no coração pelas mais diversas razões... mas outros há que não merecem mais que o desprezo).

No primeiro grupo... temos um Arruaceiro... é bom moço, melhor não há... pena é que não passa por cima do que lhe é Pedido quando lhe é pedido que não o faça.
("Pedido" é o que está escrito que deve fazer, "pedido" será as ordens de merda que lhe dão à posteriori).
Um outro elemento poderá ser chamado de Caldeiroso... tem os defeitos que tem, isso ninguém discute, todos os temos... mas é tão pertinente nas questões que coloca... que já o mandam ir falar com deus... pois, quem não tem respostas e joga ao "empurra", é o que se arranja.
Venha o elemento seguinte... o Venenoso! Não há muito a dizer sobre este... apenas que... quando abre a boca... alguém já se enterrou, ou será... já estava enterrado antes de o ser?
Seguidamente aparece o Entalado... tomara ele que o deixassem em Paz! De volta da sua música e da sua informática, estaria no céu... mas gostam de implicar com o rapaz... em resumo... colecciona setas. Sim, setas... adoram fazer dele um alvo.
O Sossegado... elemento que passa despercebido quase na totalidade, não fosse a dose de boa disposição que demonstra quando está em "altas"... e o ar sério e atento (e algo desconfiado) que apresenta quando está fora do seu meio.
E agora, as mais recentes aquisições!
O Temperado! O tal de que todos gostam, só porque... bem... é da cor. Diz que sim a tudo, porque, sejamos francos, "eles têm razão"... ou será que têm (ou julgam ter) a faca e o queijo?
Se há algo que ninguém tolera é um Queixinhas! Conta tudo e mais alguma coisa, queixa-se dos outros, é vaidoso até dizer basta... tem sempre que haver alguém para criar mau ambiente, não é (do handle with extreme care)?
Por último, temos o Manhoso... é dos que prefere que o deixem sossegado, e vão deixando, porque as respostas, às vezes, são complexas em demasia para certas cabeças.

Dos outros... falo depois.

sexta-feira, outubro 06, 2006

numismática

A verdadeira utilidade das "nossas" moedas... as pequeninas, as de 1 e 2 cêntimos... as esquecidas, porque "nós" somos ricos, e preço que é preço, ou acaba em "5" ou em "0"!

Alguém sabe qual é o papel dessas tão incompreendidas moedas na nossa complexa sociedade?

Ah! Pensavam que elas não existiam... é normal. Mais informações sobre a utilidade das ditas moedas... dirigam-se ao Banco de Portugal.

segunda-feira, setembro 25, 2006

demasiada tecnologia

Telecomunicações... telefones à mão de semear, telemóveis, computadores... redes fixas, móveis, wifi... sms, email, messenger... bem, acho que isto acaba com a "presença" de qualquer um!
Está-se sempre contactável (e raramente presente)... "qualquer coisa estou no meu telemóvel!"... podemos "falar" com qualquer pessoa a qualquer hora, sabe-se das novidades, da família, combina-se um café (e respectiva conversa casual) para daqui a "5 minutos". Decide-se ir ao cinema, combina-se hora e local... e há sempre alguém que se perde (há 10 anos atrás isto não era assim pois não?)... vive-se a correr, sempre a correr (quem ganha são as operadoras dos diversos serviços). Mas há, sem dúvida, algo bom... alargam-se os conhecimentos e mantêm-se contactos! A maior parte das amizades (as tais que se vão mantendo com o passar dos anos) têm vidas "agitadas", obrigações de trabalho e responsabilidades (e horários) dispares... alguns chegam mesmo a raiar o absurdo (ou será os meus que são?), vai-nos valendo a dita "tecnologia" para encurtar as distâncias... mas ao fim e ao cabo, nada supera um "café", com os inerentes desabafos, as piadas e gargalhadas... e as memórias... as boas memórias... da mesma maneira, através da "tecnologia", se conhecem pessoas, constroiem-se amizades com pessoas que nunca "encontraríamos" de outra forma (pelas mais variadas e insignificantes razões)... mas nada, nada, supera o "café" com os desabafos, as piadas e as gargalhadas... demasiada tecnologia? Não me queixo... até agradeço.

(afinal de contas, a "máquina de café" já não de agora, já é bem "velhinha")

sábado, setembro 16, 2006

Fénix!

Quatro anos... passaste quatro anos a lutar contra algo que não podias vencer...
Sete anos... passámos sete anos sem ti...
... e ainda hoje há tanto que nos faz lembrar de ti!