segunda-feira, novembro 13, 2006

porque há "culpas" a atribuir







Eu não me esqueci que a culpa é tua!
(e também não me esqueci de ti... tásmaver?)

sábado... domingo... segunda...

Pegar na trouxa e ir... palmilhar quilómetros pelo prazer de conduzir... dezenas... centenas... e porque não milhares de quilómetros? Só pelo prazer de ver os números no odómetro passarem... mais uma volta... mais uma centena... mais logo um milhar...
Sim... é pelo prazer que me dá que vou para algures... pelo nervoso que a incógnita sobre o desconhecido me causa... porque sem incógnita isto seria um charco a evaporar ao sol de Junho... e à beira de água!... porque há cogumelos alucinogénios e noz...
Pelo prazer de ir... parar... relaxar... de ser recebido como se fosse da família... pelo pesadelo de regressar... pelo instante de adormecer aconchegado e quente, enquanto me esqueço que tenho uma vida...
Tirei a goma aos pneus... e ainda estou de férias!

terça-feira, novembro 07, 2006

quinta-feira, novembro 02, 2006

when...

when you have archived to touch paradise, you may just love earth... but it will only happen for one single and brief instant, because you'll live striving to get back and touch it again!

domingo, outubro 29, 2006

crónica do inevitável

"Durante anos não conseguimos falar de outra coisa. O nosso comportamento diário, até então dominado por tantos hábitos lineares, começara subitamente a girar à volta de uma ansiedade comum. Surpreendiam-nos os galos ao amanhecer quando tentávamos ordenar os inúmeros acontecimentos fortuitos encadeados que tinham tornado possível o absurdo (...)"

C em R?

sexta-feira, outubro 27, 2006

ignição

primeira... arranque... paragem... para que lado vou?... subo ou desço... subo!... primeira... segunda... rotunda... ninguém... terceira... entrada na auto-estrada... quarta... quinta... portagem... páro amanhã... hoje não me apetece... sigo... curvas... quarta... terceira... quarta... só já lá chego amanhã... terceira... tracejado a ficar para trás... quarta... música... fireeeeeeeee... mais curvas... falta pouco... mais meia hora e estou lá!...

quarta-feira, outubro 25, 2006

ainda as arrumações

Encontrei uma coisa enquanto procurava um negativo com a foto "certa" para o fotodicionário... um postal... dizia o seguinte:

Quer dizer...
... que vais andar sempre ALEGRE!
(no inverno também)
... que estás sempre pronto para as FESTAS!
(sem muita loucura, P.F.)
(este pf teve direito a uma gargalhada geral... pf somos nós!)
... que estás cada vez mais perto dos 30!!
(Calma, ainda falta um bocado!)

Haja noites de chuva com fartura, que eu não me ralo com a minha idade!

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segunda-feira, outubro 23, 2006

mudando de assunto

Eu escolho um número... pode ser oito!
Mas há um outro número... maior em valor, mas, verdade seja dita, menor em outros aspectos (não falo dos que guardo no coração pelas mais diversas razões... mas outros há que não merecem mais que o desprezo).

No primeiro grupo... temos um Arruaceiro... é bom moço, melhor não há... pena é que não passa por cima do que lhe é Pedido quando lhe é pedido que não o faça.
("Pedido" é o que está escrito que deve fazer, "pedido" será as ordens de merda que lhe dão à posteriori).
Um outro elemento poderá ser chamado de Caldeiroso... tem os defeitos que tem, isso ninguém discute, todos os temos... mas é tão pertinente nas questões que coloca... que já o mandam ir falar com deus... pois, quem não tem respostas e joga ao "empurra", é o que se arranja.
Venha o elemento seguinte... o Venenoso! Não há muito a dizer sobre este... apenas que... quando abre a boca... alguém já se enterrou, ou será... já estava enterrado antes de o ser?
Seguidamente aparece o Entalado... tomara ele que o deixassem em Paz! De volta da sua música e da sua informática, estaria no céu... mas gostam de implicar com o rapaz... em resumo... colecciona setas. Sim, setas... adoram fazer dele um alvo.
O Sossegado... elemento que passa despercebido quase na totalidade, não fosse a dose de boa disposição que demonstra quando está em "altas"... e o ar sério e atento (e algo desconfiado) que apresenta quando está fora do seu meio.
E agora, as mais recentes aquisições!
O Temperado! O tal de que todos gostam, só porque... bem... é da cor. Diz que sim a tudo, porque, sejamos francos, "eles têm razão"... ou será que têm (ou julgam ter) a faca e o queijo?
Se há algo que ninguém tolera é um Queixinhas! Conta tudo e mais alguma coisa, queixa-se dos outros, é vaidoso até dizer basta... tem sempre que haver alguém para criar mau ambiente, não é (do handle with extreme care)?
Por último, temos o Manhoso... é dos que prefere que o deixem sossegado, e vão deixando, porque as respostas, às vezes, são complexas em demasia para certas cabeças.

Dos outros... falo depois.

domingo, outubro 22, 2006

sábado

... graciosidade...
... textura...
... encanto...
... sorriso...
... brinco...
... abraço...
... intempérie...
vs
... autocarro...
... domingo...
... trabalho...
... sono...
... beijo...
... calmaria...


Como posso admirar e comprender uma Tormenta, se não conhecer os "encantos" da Serenidade? (a senhora das veste longas está do nosso lado!)

quarta-feira, outubro 18, 2006

arrumações

Abomino-as! Ainda mais quando são forçadas, impostas, quando não as quero fazer. Não que tenha um gosto particular pelo caótico, nada disso, nem por ser alérgico ao pó (felizmente), é... é porque é mexer no passado.
É uma sensação semelhante a desfolhar um esquecido álbum de fotografias... lembram-se coisas boas, e outras nem tanto. Isto também acontece porque... guardo tudo. Tudo pode ter utilidade futura, mesmo que na maior parte dos casos acaba por não ter, fica apenas uma memória presa ao objecto (às vezes um simples papel com algo escrito), algo que depois esqueço e enterro, que fica por ali soterrado sobre objectos de uso diário... chaves, cds, canetas, livros, facturas de contas... é algo que prefiro assim... inerte. Remexer, reorganizar, recolocar e "despachar" é o material equivalente a triar o que tenho dentro da cabeça... é parte do que sou, é o percurso até um ponto.
Detesto arrumações... e apesar de esta ser imposta... a altura não podia ser mais adequada. Há outras mudanças, completamente alheias a esta, que merecem ser respeitadas. Um novo presente que, pela importância que adquiriu, merece este "arrumar de casa"... merece que arrume o passado, mesmo que em prejuízo da memória, merece que despache o que só me prende.

(e é tanta coisa que vou acabar por "deitar fora", nem sei por onde começar... )