sábado, maio 12, 2007

a última criação da Marvel por Stan Lee

Presenting... Capitão Florestal!

Não é um adolescente, pois o seu tempo de loucura inconsciente já passou, é um homem que se julga maduro, sapiente e cheio de razão (que se baseia nas idiotices que lhe impinguem as “mais altas personalidades” que diz conhecer pessoalmente e tratar por “tu”).

O seu verdadeiro nome, através das suas iniciais, é uma brilhante analogia (ou uma infeliz coincidência) com Jesus Cristo, que veio ao mundo para salvar a humanidade. A sua missão é no entanto menor, a sua missão é fazer uma Corporação à sua imagem (e o resultado está à vista).

Para levar a bom porto esta missão (a de enterrar... perdão, salvar a dita Corporação) Capitão Florestal tem como aliado o seu fiel amigo Rulk, menos intelectual e mais dado à violência física, que acalenta secretamente o desejo de ser dono da Corporação!

Os vilões são outra brilhante criação de Stan Lee, dando-lhes traços comuns, mundanos, quase humanos, mas sempre assistidos por engenhos ou animais para engrandecer as suas batalhas contra os nossos super-heróis. Todos os vilões convivem dia-a-dia na Corporação com Capitão Floretal e seu companheiro Rulk, originando assim histórias intrincadas repletas de um humor refinado.

Os super-poderes de Capitão Florestal são a ironia muitas vezes expressa na palmadinha nas costas e no sorriso, a crítica sem razão de ser e a participação infundada, a língua bífida tantas vezes utilizada para converter à causa colegas de serviço, tal como a desculpa esfarrapada típica “a culpa é do chefe”. Já Rulk tem na força física, na pose intimidatória (acompanhada de um rosnar de cão de guarda), e no desrespeito pelos colegas, a suas melhores armas.

Como diz Capitão Florestal: “Tudo cinco estrelas!”

quarta-feira, maio 09, 2007


Mas que diabo faço eu com isto? Deram-me um "tó-colante" para meter no blog? Pensador? Pensativo?

conselho

É algo que se vai buscar ao caixote do lixo das recordações... algo que reciclamos cuidadosamente removendo as partes que não interessam... algo que arranjamos com um cuidado extremo e damos com um valor muito maior do que alguma vez teve para nós... mas ainda assim... válido.

quarta-feira, maio 02, 2007

é oficial

Está aberta a caça ao cachalote, à lontra, à morça, ao leão marinho, à baleia, e ao português, macho ou fêmea (não é relevante), com excesso de peso, gordo, imenso, redondo ou balofo... conheço uns quantos que não vão ter que se preocupar com a possibilidade de serem abordados (ou antes, embuscados) na rua por um grupo de caçadores sedentos de uma peça de caça.
Já estou a ver o estado a capitalizar com as licenças de caça grossa, licenças de armas de caça, impostos sobre material bélico...

domingo, abril 22, 2007

e então?

Porque é que andas preocupado? - perguntou-me ele, enquanto olha lá para fora por entre as ripas do estore... vestia as mesmas calças de ganga de cor preta pardacenta, que centenas de outras vezes havia usado... o mesmo casaco de ganga azul ruço de uso... tinha as mãos nos bolsos, como tantas vezes o vi fazer (porque é que estou com a senseação que já escrevi isto?)... estava visivelmente magro e tinha o cabelo rapado...
Caminhei até à janela, olhei para ele, confirmei que para além de todos os outros pormenores (onde nunca me enganaria), era realmente ele... a cara, e o olhar castanho escuro... era ele sem dúvida! Dirigi o olhar para o lado oposto ao dele, para a minha direita... o silêncio mantinha-se, não havia pressa na resposta. Eu não gostava da resposta. A resposta que tinha para lhe dar implicava admitir a minha incapacidade (era algo em que havia trabalho arduamente), mesmo para com ele, sendo ele quem era, não era coisa que eu fizesse de ânimo leve. Olhei... estacionado lá em baixo estava um automóvel de dois volumes, preto, um pug... nada de especial. Era igual a milhares de outros... excepto... - Ainda não está a funcionar como eu quero... - algo era meu naquele automóvel - Hás-de encontrar a solução...

Ainda não a encontrei... mas acredito que já estive mais longe.

sábado, abril 21, 2007

fechar os olhos

Um simples acto repetido vezes sem conta durante o dia. Fechar os olhos é um daqueles actos distraídos e ocasional obrigatório, geralmente rápido demais para se conseguir materializar uma imagem... outras vezes, despoletado por uma necessidade de focar a mente num pormenor, num instante.
Há dois desses momentos que se materializam quando faço este exercício de abstracção... o primeiro deles, é um instante em que me senti observado numa estação de comboios, e me voltei para encontrar quem esperava. O outro, o segundo, é um em que, de certa forma surpreso, vi alguém correr em direcção oposta à minha, de maneira a remover uma barreira urbanística desimpedindo o vector direcção de lá para cá... ou vice-versa... um vector tendente para zero absoluto.

sexta-feira, abril 13, 2007

69 diabretes

São aquelas coisas que, eventualmente, nos andam nas veias, artérias e capilares. Uma coisa "demoníaca" devida a uma deficiência, insuficiência, falta de eficiência, ócio, má disposição ou ataque de figadeira do pâncreas... esse imbecil que passa a vida na má vida, perdido em borgas... tanto potencial desperdiçado... tststs... anda uma mitocôndria tão atarefada para isto... Adiante!
Esta coisa dos "diabretes" é geralmente conhecida como doença de pessoa doce, óptimo para atrair melgas, mas que requer de alguma atenção, não vá dar-se o caso dos diabos aumentarem de forma descontrolada e causar danos de ordem diversa.
Não que padeça de tal maleita, que o meu pâncreas ainda está aqui para as curvas, mas tanto me chagaram a cabeça com a "picadela no dedo só para ver se o teu valor é mesmo normal porque eu não sei ser doente sozinho" que lá acedi... resultado?... bonito número, sim senhor!

coisas tuas...

Estática... betão pré-esforçado... cotas em folhas A0... avaliação estrutural ou águas residuais...

foi você que pediu whitesnake?

Pedida à distância de uma hiper-ligação... perto, é mesmo aqui ao lado... whitesnake (ou cobranca)... vai um pôr-so-sol?



So when the sun goes down
An those nights are growing colder
I will be there
Looking over your shoulder.