quarta-feira, agosto 15, 2007

e agora no tdi

Sem d... sem t... i!
Só sobra o i de ti?

foda-se

A palavra do "efe"... tudo começou com uma palavra dessas e seguida de um sou surdo, que despoletaram uma reacção em cadeia de tal forma violenta, que mesas levaram palmadas e coisas saltaram sem cair para o chão. Emprenhar pelos ouvidos, resulta nisto, conversas entre dentes dentro de um ambiente reduzido e móvel, de forma a que o terceiro elemento não oiça... facto é, que o terceiro elemento foi chamado a intervir pois era testemunha ocular e audictiva da imensa parvoice que se passou. Sou surdo, tens que falar mais alto, e, tás a faltar-me ao respeito à frente do terceiro... tudo coisas que parecem bem. De um não esperava mais do que a brincadeira, do outro, esperava um pouco menos de trombas... vais ter que dizer o que se passou, foda-se, eu, não tenho nada a ver com isso, são grandinhos que se entendam!

domingo, agosto 12, 2007

direcção errada

É uma analogia com "ver o nascer do sol na praia"...

sábado, agosto 04, 2007

outbound

Depois de uma noite longa, seguida de uma noite ainda mais longa, a última coisa que queria era ser acordado por um telefonema, que não era para mim! Devia ter tirado a pilha ao telefone!
Relutante, lá fui atender o telefone, fosse quem fosse ia pagar por ter-me acordado! O telefonema era para o dono da casa, era sobre um inquérito que havia respondido sobre qualquer coisa relacionada com medicina... do outro lado, em outbound, estava alguém que estava a trabalhar a um fim-de-semana, não pagou, afinal de contas, estava a trabalhar ainda eu dormia, considerei o facto e limitei-me às respostas que me eram pedidas. Mas do lado de lá, precisavam de algo, precisavam de alguém que lhe desse ouvidos por uns instantes, já estava acordado, não fazia diferença, desabafou, falou-me de sopeiras, de ares-condicionados e do regresso à escravatura, dei-lhe uma frase sobre inteligência e tomar decisões... acho que está na altura de tomar as minhas!

quinta-feira, julho 19, 2007

estrelas atribuidas aos hospitais

Desengane-se quem julga que isto serve para "qualificar" os serviços de saúde... estas estrelas, têm outro propósito!

No Verão, temos mais camas para os turistas, já no Inverno, temos mais camas para os doentes...

sábado, julho 14, 2007

demonstração

A suprema prova de que o nosso sistema de ensino está devidamente estruturado para encaminhar os alunos para um curso em que se enquadrem (e para um de futuro, porque não?)...

- E não entregaste a tua candidatura pela internet porquê?
- Porque era muito complicado...
- E queres ir para que curso?
- Engenharia informática!

quinta-feira, julho 12, 2007

fui a-va-li-ado

O dia das avaliações, é exactamente igual aos outros, apenas variando em que todos os colaboradores, um por um, são chamados ao gabinete do Chefe, onde lhes é apresentado um papel onde constam quadros e linhas, espaços para colocar datas e assinaturas.
O meu papel, num desses espaços tinha escrito "bom"... vasculhando melhor o papel, pude observar que, a minha nota em todos os campos avaliáveis era oito (8).
Data, assinatura, bom dia e um queijo da serra...

Agora que penso nisso... que diabo fiz eu para merecer a nota?
Nada!
Tentei ser bom profissional?
Sim!
Deixaram-me ser bom profissional?
Não!
Mas então... que foi que levou o Chefe a atribuir-me aquela nota?
Pssssh!



Glossário:
  • colaborador - forma pomposa utilizada nos media para dizer "ele trabalha para mim, eu sou dono da vida dele"
  • gabinete - sala de maior ou menor dimensão que nenhum trabalhador quer conhecer, diz-se estar repleta de troféus e de máquinas de tortura capazes de arrancar a mentira mais verdadeira de qualquer um
  • Chefe - ser de imensa sapiência nas artes de delegar competências
  • papel - é o instrumento de trabalho mais desenvolvido de qualquer funcionário público, quem não conhece, de cor, os dois lados do papel, nunca será ninguém
  • quadros e linhas - têm a finalidade de dar diferentes aspectos e funções ao papel

razão para um sorriso


Obrigado! ;)

segunda-feira, julho 09, 2007

voltinha

Era costume, quando estava com a neura, ou quando tinha algum assunto que me perturbava, sair e conduzir. Conduzia até ficar farto... o que geralmente coincidia, ou com uma solução encontrada para o que me preocupava, ou simplesmente com um chegar a casa a assobiar como se nada fosse... estava com o quê? Neura? Eu?! Não!
Bem, em abono da verdade devo admitir que este meu costume me custou, de certeza, alguns anos de vida dados os sustos que fui apanhando... muros que aparecem do nada, rajadas de vento capazes de desviar-me dois metros do caminho que levava, velocidades proporcionais à neura, passeios e valas capazes de me catapultar para órbita... já apanhei tantos sustos que não lhes tenho conta! Mas voltei sempre... agora isto? Isto nunca me tinha acontecido!... Chegar a casa com a perfeita noção que não há estrada longa o suficiente, nem velocímetro capaz de registar uma velocidade capaz de me aliviar... é a primeira vez!

quase acidente

Catalogado como um "quase acidente" será...
  • desviar à última da hora a trajectória do automóvel e não acertar num cão,
  • deixar cair as chaves de casa dentro do elevador e elas não sairem da cabine,
  • receber um telefonema com más notícias que era para outra pessoa com o mesmo nome,
  • chumbar num exame ir à revisão de prova e passar,
  • ir a um casamento e ter "passado" com a noiva quando se é convidado do noivo,
  • estar bêbado e só dizer verdades e quase levar "na tromba" por isso,
  • cair dentro de uma fonte quando o telemóvel novo está dentro do carro,
  • deixar uma gaiola aberta quando não se tem pássaros,
  • não conseguir pagar uma conta porque já alguém a tinha pago,
E deixar o cérebro na cama quando se vai trabalhar e acabar por fazer m3rda logo de manhã?
Ah!... Não, isso é estupidez!