quinta-feira, março 13, 2008

o segredo do mon chéri

Não posso dizer que seja um apurado apreciador de chocolates... mas sou um guloso algo "esquisito" no que toca à composição do chocolate. O mon chéri como chocolate que é... ou será bombom? Seja como for... não me enche as medidas (92-77-92)! Mas, compreendo que o requinte apurado do licor de cereja seja muito agradável para algumas pessoas...
Verdade seja dita que, os mon chéri's podem ser vistos em muitas formas, em embalagens paralelipipédicas (adoro esta palavra... tentar dizer ao 10º mon chéri), até às mui queridas embalagens em forma de coração, e, esta é a minha preferida, em embalagens verdes com direito a dedicatória! Em todas elas (as embalagens) a finalidade é apenas uma, agradar, trazer um sorriso, alegrar um dia... um dia começado por um mon chéri a caminho do trabalho, pode fazer toda a diferença, pode tornar o dia mais leve, mais... "boa onda" (apropriei-me da expressão), assim à semelhança daquela história dos irmãos pela floresta fora - Aqui comi um mon chéri... e segui o caminho... - mais um cruzamento - Aqui como outro para me lembrar... - uma nova escolha de caminho - Este mon chéri tem uma particular importância... - e assim se vai fazendo o tal caminho, marcando-o com mon chéri's, fazendo um percurso atribulado serenado com momentos bons, com uma finalidade... chegar à casa de cholocate, ou neste caso, à casa de mon chérie. E depois? - depois vivesse feliz para sempre como nas histórias e nos filmes... ou indefinidamente, como no do Amy Heckerling.

sábado, março 08, 2008

relembrando...



Ahh! Grande guitarrada!

terça-feira, março 04, 2008

velhos do restelo iii

Pelo meio de todas estas frases, ainda houve uma que mais me fez ferver!
Alguém se queixou de lhe estarem a cobrar 12 euros de irs... 12 euros?
12 EUROS?!?
Oh seu grandessíssimo bastardo mal parido! Isso durante o resto da sua miserável vidinha não paga a quantidade de coisas que você "deslocalizou" do "trabalho" para sua casa!!!!

velhos do restelo ii

Depois de observar em volta, veio o tempo de espera até ao aparecimento do número 180 no rodapé do plasma que mostrava o "Portugal no coração" (o programa adequado para 98% da quadrilha do reumático presente na sala... os 2% restantes são respeitantes à minha pessoa, e estava lá apenas como "motorista"), passei os olhos por dois desses diários de distribuição gratuita, e entre um artigo fui ouvindo (era impossível não ouvir porque parecia que me berravam aos ouvidos!) as "queixas sobre"...
- Nem têm aqui onde beber água!
- A televisão apanha mal!
- Já viste os computadores no chão? Se vem uma cheia...
- Tanto tempo para atender!
- Andam para ali aquelas amélias de um lado para o outro só à conversa com as outras!
- Já estou aqui há que tempos!

E agora respondo eu...
- Já agora queria que a água viesse ter consigo aí onde está sentada, não?
- A "menina" quer tv por cabo? Veja em casa!
- No topo de uma colina? Para a "cheia" chegar aqui, Lisboa inteira ficava debaixo de água!
- Não me diga que está atrasada para o emprego?! (a julgar pela idade avançada, já estaria aposentada há bastante tempo...)
- Já reparou por acaso que são os/as técnicos/as de informática?!
- Só por acaso, você chegou depois de mim!

Isto acumulado em cerca de meia hora de sala de espera... prefiro pensar que tive azar nas pessoas que se sentaram mais perto de mim... vou pensar assim, pois seria demasiado mau que o "mundo" fosse assim. Um "mundo" onde pessoas que vivem nas piores condições, onde pessoas que mais se "aproveitaram", são agora as que mais criticam apontando o dedo a mudanças e/ou falhas aceitáveis de um processo de logística que nada teve de simples!

velhos do restelo i

É natural ao ser humano ter uma quase aversão à mudança, seja ela para melhor ou para pior, há sempre resistência, um prazo de adaptação mais ou menos longo, e um constante olhar com nostalgia para o que ficou no passado... é sobre essa aversão à mudança que falo hoje.
Alguém se lembrou de mudar a localização dos serviços de saúde. As anteriores instalações pecavam essencialmente pela falta de espaço, pela difícil rentabilização do espaço disponível, e, por incrível que possa parecer, pela localização "demasiado" central.
Pois agora o edifício novo é grande, cheio de espaços, de design agradável, com café e papelaria no interior, com ecrã de plasma na parede para ajudar a passar o tempo, sem necessidade de subir e descer escadas para ir a uma casa-de-banho, e também com muita luz natural. Eu francamente devo dizer que gostei das instalações... quanto ao serviço... bem... o serviço, visto que estão instalados na nova "morada" há dois dias, é natural que haja problemas, desde a rede informática do edifício fazer das suas, até à falta de conhecimento do próprio edifício gerando confusão nos corredores, passando pelos telefones que não param de tocar tornando impossível ter uma conversa informativa que tenha mais do que duas frases com a senhora da recepção... mas tudo isto é de esperar, e certamente que com algum tempo, tudo ficará perfeitamente funcional, e mais funcional que o "antigamente".

segunda-feira, março 03, 2008

probabilidades

Sobre probabilidades condicionadas...

Extracção de uma carta de um baralho composto por 52 cartas

Consideremos os seguintes acontecimentos:
A - "sai uma copa"
B - "sai uma dama"

probabilidade de sair uma copa: P(A) = 13/52 = 1/4
probabilidade de sair uma dama: P(B) = 4/52 = 1/13

Sabendo que saiu uma dama... qual probabilidade de sair a dama de copas...

Considerando C o acontecimento "sair a dama de copas"...

Portanto... P(C|B) = (1/52)/(1/13) = 1/4... um quarto?!

domingo, fevereiro 24, 2008

caution - achtung - atenção

O espaço seguinte é da exclusiva responsabilidade dos intervenientes...

O alto supervisionador de assuntos do estado informa os comuns mortais que:
"O lobo mau sofre de incontinência, e o capuchinho vermelho de ejaculação precoce."

O espaço anterior foi da exclusiva responsabilidade dos intervenientes...

Livra! Que já nem nos contos infantis se pode confiar!