quarta-feira, setembro 17, 2008

sempre azul

Daqui...
... para aqui...

Grande caminhada!

terça-feira, setembro 16, 2008

qual título?



Acho que os momentos altos são mesmo a perseguição das forquilhas e o cavalo dançante... ok, talvez a praia também!

segunda-feira, setembro 15, 2008

mais uma segunda-feira

É do conhecimento geral, e do sentimento geral também, que o primeiro dia da semana é, e será, sempre um dia complicadinho. Há um tipo de depressão generalizada só porque se vai trabalhar numa segunda-feira de manhã. Há quase sempre olheiras que ficaram de véspera porque não se conseguia, ou porque algo não nos deixava adormecer. No meu caso, as minhas imensas olheiras (lá vem a piada do carrinho de mão) são devidas a marisco.
Marisco, esses tão peculiares seres que não são carne, mas também não são peixe, são bastante apreciados, e eu sinceramente nunca percebi muito bem porquê, até agora. Pelo menos no que toca a camarão, o arroz de camarão faz olheiras!

Lagostas? Deixa o camarão crescer! :P

sábado, setembro 13, 2008

madonna

Sempre quero ver, visto que já tiraram fotos aos cavalos exigidos pela Madonna, se há algum desses "jornalistas" mal informados que tenha o azar de dizer que o Rio e o Solitário são propriedade da gnr! Mando-me logo como gato a bofe!

desperdício de papel

Pois bem, como é sabido, aos fins-de-semana, as publicações de notícias diárias (ou até mesmo as semanais tipo "espesso") esmeram-se em acrescentar ao jornal um sem número de publicações sobre os mais diversos assuntos. A "Vidas" é uma dessas publicações. Uma revista a imitar a "Caras", a julgar pelas capas (isto se as capas da "Caras" forem iguais à publicidade que passa na rádio...). E do que fala a "Vidas" do "Correio da Manhã"? Basicamente... bom... eu nem queria dizer isto assim... pode parecer mal... mas a verdade é que a revista não fala de nada! Quer dizer, a revista tem ainda um número considerável de páginas que relatam as guerras entre actores e actrizes das novelas, opinão sobre a gravidez desta ou daquela, revelam os amores e desamores de uma meia dúzia de fulanas e fulanos com os gostos sexuais dos intervenientes à mistura, e, e isto é que eu acho fenomenal, colunas de pessoas tão influentes e importantes para a comunidade como (deixa cá ir buscar a revista desta semana) Eduardo Vinagre (deve ser um tipo azedo é o que consigo concluir pela escrita dele) e, espanto dos espantos, a Maya (sim, a tal das cartas). É tanta a quantidade de lixo (sim, LIXO) que creio que se tivesse que forrar a casota de um cão com tal papel... pobrezinho deveria ter problemas de pêlo bastante drásticos! A "Vidas" é, sem sombra de dúvida, um hino à pior merda que se pode meter em papel e "impingir" (digo impingir porque vem de "bónus" no jornal, qual presente que se recebe e oferece de volta) a qualquer pessoa que compre aquele jornal, que já de si só dá atenção a desgraças.

Mas!

E há sempre um mas. A "Vidas" tem algo de bom (não são talheres, nem pratos, nem chávenas de marcas "famosas")! Traz um cupão no canto superior direito da capa que no dia seguinte se pode trocar por um dvd! Com um "bocadinho" de sorte, dos oito, talvez consiga aproveitar três. Ou, quem sabe (e era a loucura), quatro.

sexta-feira, setembro 12, 2008

um dia

O dia hoje foi particularmente chato (enfadonho, cinzento, desprovido de interesse e movimento).

O dia começou semelhante a tantos outros com os procedimentos matinais usuais, variando a sequência aqui e ali. O caminho para o trabalho, igualmente normal sem nada de relevante, mas também não sendo enfadonho (o percurso é satisfatório na quantidade de curvas). A boa disposição de com quem iria passar este dia (também não é comum fazermos equipa, logo, nada de rotina aqui também) estava como de costume presente. Tudo indicava um dia bem disposto e com algum movimento...
Já sentado no escritório, passei a manhã inteira no mesmo sítio, apenas olhando para um edifício semi-vandalizado e emparedado... toda a santa manhã no mesmo sítio! Ora falando de coisas mais sérias, ora dizendo disparates (ando particularmente "parvo") de rir à gargalhada... e movimento? Nada! Toda uma bela e perfeita manhã desperdiçada ali, sem movimento.

Hoje senti-me um verdadeiro funcionário público (a julgar pela fama, a meu ver erradamente, generalizada). Fui almoçar com a nítida noção de que não fiz "ponta de corno"... e isso, entristeceu-me. O dia prometia, e tive que o passar como um "típico" funcionário público que se esforça por não fazer a tal "ponta de corno", que empurra o trabalho para os outros, e, que ainda se queixa de ter muito trabalho...

Eu pela minha parte, aproveitei para gozar com a caricatura de trabalho (como é que se goza com uma caricatura?) que me deram... e até sei de quem adoraria ter um dia destes! Mas para mim, este dia, foi uma seca!

quinta-feira, setembro 11, 2008

ataque de romantismo

Acordei esquisito... algo não estava bem. Andei todo o dia estranho a mim próprio! Perdido em pensamentos que teimavam em mutar mas em se manter num mesmo assunto, acentes sempre em torno de uma mesma razão...
Tentando evitar manter-me assim, fui falar com o ser supremo... Big man, preciso de antecipar as férias! Trate da papelada, e aproveite o tempo para visitar o barbeiro, sim? Papelada tratada... pior ainda! Sinto-me eléctrico (quem sabe influências do pequeno big bang que fizeram algures na europa), ansioso... diria que há beira de... não! Isso é que não! Não pode ser! Será? Nã! Isso são coisas que não acontecem assim, nem se resolvem com férias desocupadas... mas... a dúvida foi crescendo. Se calhar era? Seria? Oh não! É mesmo! Onde estão os meus comprimidos?
É um ataque de romantismo!


... e dos peganhentos! Pelo menos até secar a tinta :P

quarta-feira, setembro 10, 2008

migrantes

Com "i" ou com "e", é indiferente para o caso. Com a quantidade de estrangeirada que por cá vai andando nestas alturas em que os dias são um pouco mais longos é perfeitamente natural ouvir falar e não perceber ponta de corno do que dizem... e por vezes, do que nos dizem!
Calhei a ir a um supermercado, hipermercado... um mediomercado era de certeza a julgar pelo tamanho, e já com os sacos de compras arcaicamente colocados na mala do automóvel, preparava-me para colocar o "carrinho de supermercado" no sítio dele e recuperar a moeda que o havia libertado.

- Nârrume! Nârrume! Nârrume!

Que diabo?! Começo a olhar em volta já a pensar que fosse o pedido de ajuda de alguém aflito numa língua estrangeira... ou na pior das hipóteses alguém a pedir a moeda do carrinho como tantas vezes acontece. Deparo com uma mulher a correr na minha direcção como se não houvesse amanhã e sempre a repetir aquela palavra... era mesmo comigo! Ofegante da corrida, estendeu a mão direita com uma moeda de igual valor à que estava no carrinho e tornou a dizer:

- Nârrume.

Ahhhh! Ok! Eu não arrumo... afinal era portuguesa!

segunda-feira, setembro 08, 2008

reboleira



Substituir a "barcelona" pelo local acima referido... e esquecer a parte do "beautiful horizon"... peco por tardio...

quinta-feira, agosto 28, 2008

segurança...

Agências bancárias, postos de abastecimento de combustíveis, caixas multibanco, carros de transporte de valores... agora até já os animais são assaltados?!
Isto está realmente negro!

Barómetros do quão grave é uma crise são: a criminalidade dita "violenta" e os anúncios de acompanhantes nos jornais diários... quanto maiores em número, menor o dinheiro que o povo tem no bolso.