terça-feira, outubro 14, 2008

death race


Lembra-me um velho jogo de computador... o death track... gostei, mas já me começa a parecer que o protagonista está fadado a ter papéis ou de bandido, ou de condutor...ou ambas as duas em conjunto (brilhante redundância).

quarta-feira, outubro 08, 2008

laptop

Abrir, escangalhar, desmontar, espalhar... deixar passar um dia... soldar, voltar a montar, não deixar sobrar parafusos, e ficar a funcionar! Comigo? Sobravam sempre peças às torradeiras!

Em resumo: Laptop, o Lego para trintões!

acção de formação

Uma acção de formação serve não só para que os formandos recebam/adquiram conhecimentos do formador, mas também para pôr o formador a par de todas as informações e acontecimentos paralelos, usualmente designados por "jornal da caserna".

tédio

A culpa não é nitidamente do formador, nem é do tempo que faz lá fora (ou cá dentro), também não se pode atribuir culpas à assistência, nem à duração do débito de informação, eu até diria que o tema é interessante dadas as funções a desempenhar por cada um dos assistentes, apesar de ser um assunto enfadonho, não deixa de ter o seu "quê" de interessante (e por vezes até bem disposto quando se formulam certas situações-exemplo), mas será que havia necessidade do tipo (ou tipos) que escreveram aquelas "bíblias" de obrigar o "leitor" a andar a saltar entre livros e entre temas? E já agora, será que alguma vez ouviram, por acaso, falar de índices? Davam um jeitão!

sexta-feira, outubro 03, 2008

quarta-feira, outubro 01, 2008

90

O número referente aos dias em que "cumpri as obrigações". Até à presente data, equivale a um terço do ano, o que é sobejamente pouco! Pouco?! 90 faz de mim o segundo que mais vezes saiu, a escassas 6 vezes de quem ficou no topo! E conto o dobro do oitavo e último! E ainda há quem tenha a lata de dizer que eu não faço, que eu não cumpro, e que eu não qualquer coisa só para que possa apontar dedos. Pois bem... agora, fudeivos!
É bom estar no topo do mundo... fica-me bem!

tic-tac

Contagem decrescente...


MySpace Countdown Clocks

the happening

Mais uma boa ideia de base, a transposição das marés vermelhas para o meio terrestre, que acaba por, não desapontar, mas ficou tanto potencial por explorar... um desperdício. Em resumo, nothing is happening...

sábado, setembro 27, 2008

blade runner

Depois do livro, porque não tentar o filme? Eis uma excepção que faz a regra de que o livro é "melhor". Bem, verdade seja dita, que também são tantas as diferenças, que a forma correcta de relacionar livro e filme é dizendo que "Do Androids Dream of Electric Sheep" é o livro que serve como base para "Blade Runner"... e não foi um mau trabalho! Se contarmos que o filme tem 26 anos...
Não o vejo com um filme extraordinário, mas achei-o digno da fama que tem, e, já era mais que tempo de conhecer o "clássico"!

sexta-feira, setembro 26, 2008

análise comportamental

Isto não tem nada a ver com psicologia, nem tão pouco é uma generalização universal... é apenas a observação de uma amostra muito limitada no espaço (se calhar não tão limitada, mas isso é irrelevante).
Estão generalizados os estudos, quer em Portugal, quer em todo o mundo ocidental, sobre comportamentos a nível pessoal intímo, e os resultados são muitas vezes surpreendentes... se bem que carentes de isenção dada a quantidade de "bazófia" (maior ou menor, pois depende do indivíduo) intrínseca ao ser humano que tantas vezes adulteram o resultado final dos estudos (há gente com profissões engraçadas). Eu desta feita, não tendo uma profissão engraçada, e não trabalhando para o ine, acabei por fazer uma análise apenas pelo que ouvi falar (com bazófia incluida, claro está) e de todos os elementos da população masculina que eventualmente deram uma, ou várias, "facadinhas" no casamento/relacionamento, claro está, há a necessidade de recorrer à mentira para conseguir arranjar tempo para as escapadelas. A capacidade de elaboração da mentira é tanto maior quanto a imaginação, apresentando resultados melhores quando há recurso a nomes de pessoas com quem se trabalha.
Nesta minha análise, apenas 12% da população não cometia (ou não admitia) qualquer tipo de traição, dos que cometiam, a grande maioria já havia sido apanhado em falso uma ou mais vezes, e porquê? Porque a mentira/desculpa que haviam inventado acaba por se perder no espaço temporal de forma a que quando a verdade é reposta por uma outra qualquer conversa, as naturais associações vêm à superfície.
Duas conclusões se podem tirar: Os homens são realmente honestos (a ponto de contrariarem as suas próprias mentiras passado algum tempo) e as respectivas mulheres, tem uma memória fenomenalmente brilhante!