É comum dizerem que o dinheiro não traz felicidade (mas ajuda bastante) e que o dinheiro não compra tudo...
Para esta segunda afirmação há um outro dizer popular que diz: Todo o homem tem um preço.
Não creio que se refiram a "preço", como noutros tempos em que seres humanos eram usados como mercadoria por outros seres humanos, mas numa vertente igualmente sombria que implica a quebra regras e o cumprimento de penas acentuadas.
Não houve conversa sobre valores, mas nada que eles pudessem pagar, ali naquele momento, teria qualquer efeito... ou eles eram demasiado pobres, ou o meu preço não é assim tão baixo.
segunda-feira, maio 11, 2009
preço em dinheiro
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suborno
A prática de prometer, oferecer ou pagar a uma autoridade, governante, funcionário público ou profissional da iniciativa privada qualquer quantidade de dinheiro ou quaisquer outros favores para que a pessoa em questão deixe de se portar eticamente com seus deveres profissionais.
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sábado, maio 09, 2009
descubra os erros
O preço das viagens não é 0€ (zero) como anuncia o placard impresso na lona, e, pior que isso, estando isto junto de uma estação de comboios (é uma estação "multi-modal") como é que raio não deram conta do símbolo da CP virado ao contrário?!E pensar que nos rodapés dos emails vem escrito "poupe no papel e na impressora, não imprima sem necessidade"... o erro era uma necessidade?
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quinta-feira, maio 07, 2009
chocolate
Misto de desconhecimento e dúvida, o chocolate é... algo. Não é feito com isto ou com aquilo, simplesmente é! O chocolate tem apenas uma obrigação, a de ser comido, caso contrário perderia o toda a razão da existência, ser, ser e ser comido!
As partidas são como o chocolate, feitas com uma finalidade, mas compostas de coisa alguma. Parte-se pelo sim da obrigação, deixa-se para trás o que não se deve... faz-se o que não se devia, e deixa-se por materializar em palavras uma pergunta.
Rai's parta o chocolate, a cafeína e a bolacha maria! Vou-me destas férias! Nem mal, nem bem, apenas com a sensação de que poderia ter sido (muito) melhor.
As partidas são como o chocolate, feitas com uma finalidade, mas compostas de coisa alguma. Parte-se pelo sim da obrigação, deixa-se para trás o que não se deve... faz-se o que não se devia, e deixa-se por materializar em palavras uma pergunta.
Rai's parta o chocolate, a cafeína e a bolacha maria! Vou-me destas férias! Nem mal, nem bem, apenas com a sensação de que poderia ter sido (muito) melhor.
quarta-feira, maio 06, 2009
desalento
Às vezes os motivos numa justificação não são os que gostava de ouvir... por vezes as palavras certas para mim não eram aquelas...
segunda-feira, maio 04, 2009
curvas
Gostaria realmente de saber qual a razão pela qual as curvas de que falo terem tanto impacto, cativarem tanto a atenção... são atraentes, são carregadas de uma carga sensual imensa! E ninguém sabe explorar melhor essa atracção que os estilistas quando desenham (ou devo dizer projectam?) roupa para acompanhar, e até, potenciar esse efeito cativante intrínseco... esses tipos que fazem roupa nunca na vida passaram a ferro uma camisa de mulher, pois não? É coisa complicadinha!
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domingo, maio 03, 2009
memória
Lembraste da conversa dos tectos? Da tia nórdica bem disposta que fazia a sobrinha rir e lhe oferecia tectos no seguimento de uma piada com cavalos... lembraste?
Agora ofereço-te eu uma janela no tecto, na tua cidade, que agora é o centro do mundo (agora quase que ficava bem dizer "do meu mundo", mas isso é piroso).
Bah! Que interessa! É importante saber a história, mas mais importante ainda é saber viver e construir a própria história!
Agora ofereço-te eu uma janela no tecto, na tua cidade, que agora é o centro do mundo (agora quase que ficava bem dizer "do meu mundo", mas isso é piroso).Bah! Que interessa! É importante saber a história, mas mais importante ainda é saber viver e construir a própria história!
sábado, maio 02, 2009
bimby

A adorada da dona de casa emancipada do século XXI... faz desde as caipirinhas até aos bolinhos. Já não há desculpas para não saber cozinhar! :P
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paint shop pro
sexta-feira, maio 01, 2009
15 anos

A memória do homem que levava no bolso a bandeira austríaca para dedicar a vitória naquela corrida de dia 1 de Maio a um piloto que no dia antes havia falecido pode até estar a perder a cor... pode até, 15 anos volvidos, estar quase só lembrada e escrita num livro onde o seu nome figura 3 vezes, nos anos de 1988, 1990 e 1991.
Rápido, implacável e calculista... tal como ele, o tempo esfuma a memória tirando-lhe a cor e a nitidez. Ao fim de 15 anos, é assim que o lembro...
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póstumo
ponto final
O meu tempo aqui chegou ao fim. Não aqui no tdi, mas antes aqui onde estou sentado a colocar este texto. Sou da opinião que todas as coisas tem a sua razão de ser, e os seus tempos, e de igual forma, há um tempo e uma razão para acabar.
Já havia colocado uma data para este fim, Agosto de 2010, porque me parecia uma boa altura, já bem dentro da minha década dos 30, dava-me todo o tempo de preparação que necessitaria para arrumar a trouxa e... partir!
Lamentavelmente a situação foi-se, e vai-se, degradando, as opiniões divergem, os comportamentos de pessoas que deveriam ser mais que conhecidas tornam-se desconhecidos, a liberdade de uns começa a tropeçar na liberdade dos outros, a discórdia vai-se instalando, o ambiente vai-se tornando cinzento, e as palavras começam a rarear... a altura, do fim anunciado, é agora... temo que o espaço temporal compreendido entre o instante em que escrevo estas linhas e a data que havia marcado, se torne numa morte lenta e agonizante de algo que até há três semanas tinha toda a razão de ser... uma vida em comum... sem razão, perdeu a razão de ser...
Resta-me tão só, minimizar a bagagem, arrumar tudo, preparar as necessidades e, na data marcada...
Já havia colocado uma data para este fim, Agosto de 2010, porque me parecia uma boa altura, já bem dentro da minha década dos 30, dava-me todo o tempo de preparação que necessitaria para arrumar a trouxa e... partir!
Lamentavelmente a situação foi-se, e vai-se, degradando, as opiniões divergem, os comportamentos de pessoas que deveriam ser mais que conhecidas tornam-se desconhecidos, a liberdade de uns começa a tropeçar na liberdade dos outros, a discórdia vai-se instalando, o ambiente vai-se tornando cinzento, e as palavras começam a rarear... a altura, do fim anunciado, é agora... temo que o espaço temporal compreendido entre o instante em que escrevo estas linhas e a data que havia marcado, se torne numa morte lenta e agonizante de algo que até há três semanas tinha toda a razão de ser... uma vida em comum... sem razão, perdeu a razão de ser...
Resta-me tão só, minimizar a bagagem, arrumar tudo, preparar as necessidades e, na data marcada...
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