A palavra sindicato lembra-me sempre máfia. E basicamente, reduzindo à ínfima parte, um sindicato é uma máfia. Uma máfia que explora o trabalhador ao retirar-lhe ao seu salário uma percentagem, uma máfia que partilha dos interesses dos patrões, e uma máfia pelos calendários das greves sempre coincidentes com "sexta-feira", que dá um jeitão para ir ao Algarve passar o fim-de-semana.
Não gosto de sindicatos! Não sou sindicalizado, nem tenciono alguma vez resolver seja que problema for com a ajuda de tal organismo que se movimenta nas sombras e que em vez de zelar pelos interesses dos trabalhadores, essa tão grande e nobre frase usada pelos comunistas, prefere arranjar subterfúgios legais para os penalizar. O nome mais simpático que lhes consigo atribuir é corja!
quarta-feira, julho 01, 2009
sindicatos
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definições,
pior era impossível
quinta-feira, junho 25, 2009
mais publicidade...
Para que diabo serve um desbloqueador de conversa numa casa-de-banho pública para com um desconhecido?
Devem ser efeitos secundários do artigo da "Visão" sobre a sexualidade dos portugueses...
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pior era impossível
montepio e o mealheiro
A primeira vez que ouvi o anúncio na rádio, comecei por pensar "mais uns engraçadinhos a querer fazer o pessoal passar por novos-velhos"... devo dizer que consoante o anúncio ia decorrendo ia sorrindo com alguns pormenores como o load aspas aspas e o mealheiro montepio... a primeira fechadura que "arrombei".
sexta-feira, junho 19, 2009
Havia encontrado pessoas que há muito não via. Falando dos disparates cometidos nesses tempos idos, as histórias em que diziam ter participado não coincidia com as que me lembrava (curioso era enquanto contavam ia vivendo as histórias que não tinham acontecido).
Algo farto daquele deturpar da realidade, despedi-me dos presentes com mau génio! Alguém que passava perguntou-me se precisava se precisava de ajuda para meter as coisas no lugar, o tipo tinha aspecto de segurança, e eu lá queria saber das memórias erradas de um punhado de patetas!
Larguei algo junto a um muro, aparentemente seriam dois varões de madeira, e caminhei em direcção à areia, estava junto à praia e o clima era perfeito, pessoas passavam em diversas direcções, mas uma consegui reconhecer, caminhava de mão dada com um homem que não conhecia, uma simpática senhora que não vejo há anos e que me agradou saber que estava bem. Sorri satisfeito olhando as ondas, pensei em alguém que me apertou o peito, uma imensa saudade, um imenso sentimento que me queria noutro local junto a alguém.
Anoitecia devagar... vou! E a correr!
É a primeira vez que me recordo de correr sem fazer esforço...
Algo farto daquele deturpar da realidade, despedi-me dos presentes com mau génio! Alguém que passava perguntou-me se precisava se precisava de ajuda para meter as coisas no lugar, o tipo tinha aspecto de segurança, e eu lá queria saber das memórias erradas de um punhado de patetas!
Larguei algo junto a um muro, aparentemente seriam dois varões de madeira, e caminhei em direcção à areia, estava junto à praia e o clima era perfeito, pessoas passavam em diversas direcções, mas uma consegui reconhecer, caminhava de mão dada com um homem que não conhecia, uma simpática senhora que não vejo há anos e que me agradou saber que estava bem. Sorri satisfeito olhando as ondas, pensei em alguém que me apertou o peito, uma imensa saudade, um imenso sentimento que me queria noutro local junto a alguém.
Anoitecia devagar... vou! E a correr!
É a primeira vez que me recordo de correr sem fazer esforço...
terça-feira, junho 09, 2009
noite
O dia tinha começado bem. Cumpri as minhas obrigações eleitorais, encontrei-me com o pessoal dos domingos de manhã, desta vez não para um pequeno almoço, mas para um almoço junto da natureza.
O dia continuou a correr bem. No trabalho houve uma pequena surpresa, mas nada que pudesse estragar o cômputo geral, combinei passar um "fim-de-semana" fora... perfeito! E ainda tive a oportunidade de comer caracóis!
Nada, nada mesmo poderia alterar um dia assim, tão agradavelmente bom!
Saí do prédio para uma rua mergulhada numa noite fresca, não havia nada em que tivesse necessidade de resolver, nada que me fosse um peso, naquele momento nada me preocupava... tirei do bolso a fita azul, e completamente desligado do mundo, levanto a cabeça...
Naquela rua não havia movimento para além da fita que baloiçava, nem mesmo meu, pois eu quedei-me olhando... olhavam-me de volta dois pares de círculos desafiadores como que dizendo-me "Hoje vamos passear aonde?"... fiquei admirando-a, pensando na idade, na minha e na dela, de como nos encontramos, de como nunca pensei ter a sua companhia... sentia um misto de satisfação e orgulho.
Entrei, sentei-me, animei a máquina e fui para casa... isto lá é uma história de amor com a Meg Ryan!
O dia continuou a correr bem. No trabalho houve uma pequena surpresa, mas nada que pudesse estragar o cômputo geral, combinei passar um "fim-de-semana" fora... perfeito! E ainda tive a oportunidade de comer caracóis!
Nada, nada mesmo poderia alterar um dia assim, tão agradavelmente bom!
Saí do prédio para uma rua mergulhada numa noite fresca, não havia nada em que tivesse necessidade de resolver, nada que me fosse um peso, naquele momento nada me preocupava... tirei do bolso a fita azul, e completamente desligado do mundo, levanto a cabeça...
Naquela rua não havia movimento para além da fita que baloiçava, nem mesmo meu, pois eu quedei-me olhando... olhavam-me de volta dois pares de círculos desafiadores como que dizendo-me "Hoje vamos passear aonde?"... fiquei admirando-a, pensando na idade, na minha e na dela, de como nos encontramos, de como nunca pensei ter a sua companhia... sentia um misto de satisfação e orgulho.
Entrei, sentei-me, animei a máquina e fui para casa... isto lá é uma história de amor com a Meg Ryan!
sábado, junho 06, 2009
campanha eleitoral
"Tenho 20 anos, e este ano voto na candidata X para o parlamento europeu porque... " - este ano? Este ano?! Nunca votaste na tua vida! Mais uma apoiante que pensa saber o que diz... quando o que sabe na realidade é ler.
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pior era impossível
terça-feira, maio 26, 2009
viagens ambientais
Fiz uma viagem de 300 quilómetros (isto é uma frase feita tirada de um pacote de açúcar) e, como cidadão preocupado com o ambiente, optei por um transporte eléctrico, mais dispendioso que a versão "petroleodependente", mas também imensamente mais confortável (desde que possa mexer as pernas quando bem me apetecer, já vale bem a diferença que é pedida)... no entanto, e não há bela sem senão, é uma pena, porque não há outra palavra que se aplique, é uma pena que os horários não sejam cumpridos.
É que o meu Alfa Pendular de design italiano, que vai tão bem comigo, teima em atrasar-se sempre que sai da estação inicial 30 minutos após a saída de um intercidades! Na sua superior engenharia o pendular acaba por apanhar a composição anterior e depois... sujeita-se a ficar retido nas estações até que a lesma que o precede se despache.
Nota aos senhores da CP: ou arranjam forma de o Pendular conseguir ultrapassar aquele insulto à performance e à pontualidade, ou então, corrijam os horários de forma a não acontecer a mesma situação sistematicamente.
É que o meu Alfa Pendular de design italiano, que vai tão bem comigo, teima em atrasar-se sempre que sai da estação inicial 30 minutos após a saída de um intercidades! Na sua superior engenharia o pendular acaba por apanhar a composição anterior e depois... sujeita-se a ficar retido nas estações até que a lesma que o precede se despache.
Nota aos senhores da CP: ou arranjam forma de o Pendular conseguir ultrapassar aquele insulto à performance e à pontualidade, ou então, corrijam os horários de forma a não acontecer a mesma situação sistematicamente.
sábado, maio 23, 2009
discussões
Geralmente originadas por diferentes pontos de vista o resultado pode ser mais ou menos harmonioso... no meu caso, quando discuto é porque acredito, ou sei, que as coisas são realmente assim. Se ateimo e afirmo e insisto é porque acredito no que estou a dizer! E fico pior que fodido quando me dizem que estou errado quando o que dizem é uma ilegalidade, para além de uma imensa estupidez!
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pior era impossível
segunda-feira, maio 11, 2009
preço em dinheiro
É comum dizerem que o dinheiro não traz felicidade (mas ajuda bastante) e que o dinheiro não compra tudo...
Para esta segunda afirmação há um outro dizer popular que diz: Todo o homem tem um preço.
Não creio que se refiram a "preço", como noutros tempos em que seres humanos eram usados como mercadoria por outros seres humanos, mas numa vertente igualmente sombria que implica a quebra regras e o cumprimento de penas acentuadas.
Não houve conversa sobre valores, mas nada que eles pudessem pagar, ali naquele momento, teria qualquer efeito... ou eles eram demasiado pobres, ou o meu preço não é assim tão baixo.
Para esta segunda afirmação há um outro dizer popular que diz: Todo o homem tem um preço.
Não creio que se refiram a "preço", como noutros tempos em que seres humanos eram usados como mercadoria por outros seres humanos, mas numa vertente igualmente sombria que implica a quebra regras e o cumprimento de penas acentuadas.
Não houve conversa sobre valores, mas nada que eles pudessem pagar, ali naquele momento, teria qualquer efeito... ou eles eram demasiado pobres, ou o meu preço não é assim tão baixo.
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para pensar,
raciocínio
suborno
A prática de prometer, oferecer ou pagar a uma autoridade, governante, funcionário público ou profissional da iniciativa privada qualquer quantidade de dinheiro ou quaisquer outros favores para que a pessoa em questão deixe de se portar eticamente com seus deveres profissionais.
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