segunda-feira, outubro 05, 2009
se...
Se a fé fizesse alguma diferença, o acto de acreditar e desejar algo ou alguém com muita força, com toda a vontade que um ser humano possa eventualmente ter, ou até mais, se isso, se a fé, se a crença, se o desejo, se a simples "vontade de" fosse suficiente para que algo se concretizasse da forma à priori considerada correcta, certa, normal, ou até, porque não, simplesmente feliz, neste momento estaria de bem com alguém que amo (isto num sentido abrangente da palavra, não a limitando apenas ao sentimento adjacente a uma relação amorosa), se a fé, a crença, se o desejo, se a simples "vontade de" fosse suficiente, não estaria a escrever, não estaria a sentir que perco alguém importante, não estaria realmente a perder a atenção, o cuidado, o carinho, a sentimento de alguém que por diversas, e em tantas, situações foi capaz de me dirigir a palavra certa e certeira, alguém que na sua experiência, na sua sabedoria, no seu bem querer, me fez sempre sentir melhor, me fez sempre crescer, me tornou sempre melhor do que era antes, se a fé, se a crença, se o desejo, se a simples "vontade de" fosse suficiente... seria maior que o mundo!... só porque gosto de ti... puta que pariu as etiquetas e os rótulos!
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exteriores
domingo, outubro 04, 2009
fé
Crença, ou o acto de acreditar em algo ou alguém.
sábado, outubro 03, 2009
disparate
Considerar todas as coincidências como sinais de alguma coisa que antecipam o resultado final.
sexta-feira, outubro 02, 2009
coincidência
Obra do acaso, uma conjugação aleatória de acontecimentos, muitas vezes confundido com o "sinal", e demasiadas vezes aceite pela humanidade como um "sinal" do que traz o futuro... balelas!
quinta-feira, outubro 01, 2009
sinal
Um sinal é uma informação gráfica ou simbólica. Essa informação pode ser apenas isso mesmo, apenas uma informação, ou pode ser uma informação limitativa do comportamento, isto é o caso em que a informação seja de proibição ou obrigação.
quarta-feira, setembro 30, 2009
for the greater good of god?
Please tell me what life is
Please tell me what love is
Well tell me now what war is
Again tell me what life is
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exteriores,
para pensar
sábado, setembro 26, 2009
tremor de terra
Há sempre um espalha brasas... sempre! Não adianta que todos se conheçam numa "comunidade", impreterivelmente vai acabar por surgir um desses espalha brasas.
O ambiente era de algum desnorte, o criador não estava presente, e dos que se sentam à direita do criador um deles andava desaparecido... momento de fraqueza, e entra o espalha brasas em cena! E em menos de dois meses armou reboliço e confusão, semeou tempestades e... conseguiu tornar o que até era um "sítio" pacífico, num imenso caos de palavras atiradas em diversas direcções... pretensões a administrador... será?
O ambiente era de algum desnorte, o criador não estava presente, e dos que se sentam à direita do criador um deles andava desaparecido... momento de fraqueza, e entra o espalha brasas em cena! E em menos de dois meses armou reboliço e confusão, semeou tempestades e... conseguiu tornar o que até era um "sítio" pacífico, num imenso caos de palavras atiradas em diversas direcções... pretensões a administrador... será?
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pior era impossível
contraste
Sujeito de fato e gravata, senta-se a meu lado após terminar uma conversa telefónica feita a partir de um telemóvel topo de gama, materializa à sua frente um computador portátil (um daqueles de colo, um netbook), uma pen de armazenamento de elevada capacidade e uma outra pen para efectuar a ligação à net...
Tudo bem! Estamos na era da tecnologia, é perfeitamente banal este tipo de episódios, mas, em contraste estava a transporte... o intercidades em económica?! É o chamado low budget travelling!
Quem vê fatos (sem cê) e gadgets não vê extractos bancários...
Tudo bem! Estamos na era da tecnologia, é perfeitamente banal este tipo de episódios, mas, em contraste estava a transporte... o intercidades em económica?! É o chamado low budget travelling!
Quem vê fatos (sem cê) e gadgets não vê extractos bancários...
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ferro-ic
quarta-feira, setembro 23, 2009
ao anónimo do "post" anterior
O acto que considero "um bocadinho ridículo" no post anterior não tem nada a ver com a capacidade de se fazer qualquer coisa por Lisboa, porque aí, bem ou mal (e sem entrar nas questões financeiras, o que daria pano para mangas no que toca ao executivo do PSL, e a alguns que estão actualmente me funções, pois brincar com o dinheiro dos outros é demasiado fácil) o Santana Lopes ainda fez qualquer coisa visível (que é, infelizmente, o factor mais importante em Portugal, visto a necessidade de "zelar pelas aparências", as tais que iludem, uma expressão popular seguida à risca pelos "altos cargos").
No entanto, e parece que o anónimo não reparou nisso pois ficou visivelmente desconcertado por encontrar "ridículo" e "Pedro Santana Lopes" na mesma frase, eu não estou a falar da obra, estou a falar da ironia perfeitamente imbecil de entupir de viaturas um local onde o trânsito é proibido durante uma acção de pré-campanha, e, tendo eu presenciado inúmeras situações em que agentes da autoridade tiveram "chatices", e algumas bem sérias, devido à circulação não permitida naquele local de automóveis, não posso deixar de considerar o acto, no mínimo, "estúpido", mas como em tudo em Portugal, as leis apenas se aplicam a alguns, é a democracia social no seu melhor.
No entanto, e parece que o anónimo não reparou nisso pois ficou visivelmente desconcertado por encontrar "ridículo" e "Pedro Santana Lopes" na mesma frase, eu não estou a falar da obra, estou a falar da ironia perfeitamente imbecil de entupir de viaturas um local onde o trânsito é proibido durante uma acção de pré-campanha, e, tendo eu presenciado inúmeras situações em que agentes da autoridade tiveram "chatices", e algumas bem sérias, devido à circulação não permitida naquele local de automóveis, não posso deixar de considerar o acto, no mínimo, "estúpido", mas como em tudo em Portugal, as leis apenas se aplicam a alguns, é a democracia social no seu melhor.
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atenciosamente se explica
terça-feira, setembro 22, 2009
santana lopes e a ante-pré-campanha eleitoral
Não será só um bocadinho ridículo Pedro Santana Lopes aparecer na televisão a falar da necessidade das ciclovias em Lisboa, enquanto faz um passeio pelo Parque Florestal de Monsanto numa zona vedada, há anos, ao trânsito automóvel, e acabar por encher esse local tão sereno e pacato com dezenas de automóveis da sua comitiva e dos jornalistas que o seguiam?
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