sábado, agosto 31, 2013
Twist of the Wrist 2 - Cornering Bible
sexta-feira, agosto 02, 2013
magic moment
Isto era um sugestão no YouTube e ao ver este vídeo, onde David Coulthard conduz o velho Lotus 25, fez finalmente sentido o porquê de ouvir tantas vezes o nome Jim Clark quando era pequeno. Ouvi-o mais vezes do que ouvi falar do penta-campeão Juan Manuel Fangio, e foi-me sempre dito pela mesma pessoa enquanto se fazia a viagem de férias... e geralmente já na parte sinuosa da viagem, era uma curva à Jim Clark!
sexta-feira, junho 21, 2013
wing commander
Ahhh... tantas horas passadas com os amigos a tentar passar missões com animações de má qualidade que nos pareciam fantásticas e que nos obrigavam a arrancar os 386 especificamente configurados para conseguirmos jogar sem ter de abdicar da qualidade gráfica... o Wing Commander era um hino à "cromo" que havia em cada um de nós que se estendeu para os restantes títulos criados dentro da mesma temática até ao spin-off Privateer em que o contrabando era a maneira de ganhar muito dinheiro e ao Strike Commander passado num futuro não muito distante (2011?! LOL) em que o petróleo era cada vez mais escasso e os mercenários tinham ganho asas, voávamos num F-16 Fighting Falcon dos Wildcats tentando manter as contas fora do vermelho. Como dizia o Virgil "something that we never run out off is red ink!"... a vida era tão fácil, mas tudo parecia ser um drama enorme e agora é tudo tão "pateta" quando se olha para trás :)
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sábado, junho 15, 2013
a poupança (extrema) de combustível
O stress é inimigo da condução económica... e eu "stresso-me" ao volante quando me estorvam! Hoje optei por conduzir em modo "turismo estorvado", que é como quem diz, deixar que todos os automobilistas de fim-de-semana me estorvassem adaptando a condução à mais pura e imensa ronha possível de ter quando me sento ao volante...
Em pouco mais de 125km, em que me apeteceu cortar os pulsos uma quantidade considerável de vezes, o indicador dos consumos médios informava-me que "nunca fizeste consumos tão bons!"... o que me leva a perguntar, porque raio esta gente não conduz assim durante os dias de semana? A resposta é tão simples "stress"... por ir trabalhar, por ter horas marcadas, por ter responsabilidades, por ter obrigações, para tentar evitar que alguém lhe passe à frente no cruzamento... stress porque stress!
E mesmo assim, no modo mais amorfo possível, senti-me estorvado...
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domingo, junho 02, 2013
que tal deixar de utilizar o telemóvel ao volante?
quarta-feira, maio 22, 2013
ironia dos descontos
Apresentar o cartão de sócio do Sport Lisboa e Benfica nos postos da Repsol para ter direito a descontos...
sábado, maio 11, 2013
a janela falcão
Watch live streaming video from janelafalcao at livestream.com
sexta-feira, abril 26, 2013
o ódio de estimação pelo automóvel... em números!
Denota-se um crescente ódio pelo automóvel, por ser poluente, por ocupar demasiado espaço, por ser caro e por ser poluente (não, não me estou a repetir, a maioria dos que odeiam o automóvel batem-se sempre com a vertente eco-totó).
Há dias tive uma troca de palavras sobre a questão da despesa mensal que é um automóvel, e mesmo se não houve vencedor nem vencido, a prova de que o automóvel é um meio de transporte aceitável ficou dada publicamente mesmo quando teimavam afincadamente que "transportes públicos é que é", mesmo que, em condições muito particulares.
A nível energético é óbvio que é mais caro alimentar todos os carros do que alimentar apenas transportes públicos, nem é necessário fazer contas para chegar a essa conclusão, mas e o orçamento familiar?
Começando por basear a deslocações no preço das casas que são mais baratas na periferia do que na cidade (e com melhores condições), as deslocações para o trabalho (no centro da cidade) são necessariamente maiores, e eis a parte onde entram os números.
As condições do exemplo que dei na discussão são, duas pessoas deslocarem-se no mesmo carro para o centro da cidade totalizando 60 quilómetros, o carro fica com quem pode estacionar sem a despesa do parquímetro, contabilizando o IUC de um automóvel anterior a 2007, as IPO, o seguro obrigatório e a manutenção do mesmo (uma revisão por ano e um par de pneus) versus o L123 que necessitaria para fazer a mesma deslocação para uma pessoa (seriam necessários dois para o agregado familiar)... o tempo de deslocação foi "considerado" como uma questão de "conforto".
As despesas mensais seriam:
- Dois L123 custariam 134€;
- O automóvel mais vendido em Portugal (Renault Mégane 1.5dci que gasta 5.8l/100km) custaria cerca de 167.00€;
- A mota mais vendida em Portugal (Honda NC700X que gasta 3.6l/100km) custaria cerca de 111.67€;
- A scooter mais vendida em Portugal (Honda PCX 125 que gasta 2.6l/100km) custaria cerca de 80.96€;
- O automóvel híbrido mais comum em Portugal (Toyota Prius que gasta 5.2l/100km) custaria cerca de 172.06€;
- O carro a GPL escolhido ao "acaso" (Toyota Corolla que gasta 8.0l/100km) custa cerca de 140.45€.
O que me parece interessante é:
- A moda das duas rodas (scooter ou mota) é plenamente justificada, apesar de desagradável na altura do Inverno;
- O híbrido está ao nível de despesa do motor a gasóleo (os valores são sem intervenções extra revisão, quer de danos quer de problemas mecânicos, onde a história seria diferente certamente);
- Duas scooter fazem a mesma despesa de um carro a gasóleo;
- O carro a GPL é mais barato do que o carro a gasóleo?!
- Os transportes públicos ficam mais baratos do que qualquer das hipóteses de quatro rodas mas apenas por uma diferença de 6.45€ para o convertido a GPL.
- Os eco-totós que defendem os transportes públicos, o andar de
bicicleta, o andar a pé, as paneleirices de duas e quatro rodas movidas a
electricidade de certeza que moram muito perto do trabalho!
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| vencedora da economia |
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máquinas,
para pensar
terça-feira, abril 23, 2013
i want to play a game...
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pior era impossível
sexta-feira, abril 19, 2013
grunge
Ora aí está (mais) um estilo de música que me passou ao lado na altura em que estava "na moda", no entanto, agora que já é considerado "clássico" e que passa na rádio como algo distante retirado do baú das memórias e recordações, parece-me que soa bem melhor, Grunge, soa definitivamente melhor ouvido como algo clássico.
E melhor ainda em versão "cover amarela"!
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