segunda-feira, setembro 02, 2013

slide and splash

Retirado de um fórum dedicado a veículos de duas rodas. Há que referir ainda que. esta conversa vinha no seguimento de uma queda de um dos participantes no fórum devido a ter escorregado numa passadeira num dia de chuva.
"É que a minha mulher já esqueceu o susto que apanhamos quase parados a fazer uma rotunda no nosso primeiro carro: Corsa A com pneus mesmo da treta. Nem a 10km/h ia e o carro foi em frente. Depois no meu Clio I meti logo bons pneus e aí já brincava com o carro com estrada molhada e em 1 ano que o tive nunca apanhei sustos. No meu Laguna I que tenho de momento é igual. Tenho bons pneus e já entrei em aquaplaning mais que uma vez, brinco nas rotundas a ver até onde o carro agarra e maravilha!!! Já passei a abrir ao pé de Mercedes e eles muito devagarinho e porquê? Bons carros muitas vezes para se fazerem de grandes mas quando toca a pneus metem do mais rasca que há e apanham sustos!!!"
Para alguém que anda na estrada, o comportamento é exemplar, não só se coloca em risco a si próprio, como coloca em risco os demais utilizadores da via pública porque... tem bons pneus então pode "brincar" a ver se encontra o limite de aderência enquanto passa a abrir por outros automóveis que, seja por falta de mãos, por falta de pneus, ou simplesmente por consciência dos condutores, decidem ir mais devagar.
Depois quando acontecem os acidentes... havia gasóleo no asfalto!

A resposta que faltava: 
Era capaz de ser boa ideia deixar de ser imbecil e ter comportamentos dignos quando conduz, seja em que condições for, mas em particular, em chuva. Que queira bater com os cornos numa parede e matar-se, é lá consigo, mas não perturbe a vida dos outros dessa forma. Não imponha a outrem o trauma da sua morte num acidente por si provocado. Quando chover, leve o cérebro, ou então, não conduza, a segurança de todos fica a ganhar!

sábado, agosto 31, 2013

Twist of the Wrist 2 - Cornering Bible

sexta-feira, agosto 02, 2013

magic moment

Isto era um sugestão no YouTube e ao ver este vídeo, onde David Coulthard conduz o velho Lotus 25, fez finalmente sentido o porquê de ouvir tantas vezes o nome Jim Clark quando era pequeno. Ouvi-o mais vezes do que ouvi falar do penta-campeão Juan Manuel Fangio, e foi-me sempre dito pela mesma pessoa enquanto se fazia a viagem de férias... e geralmente já na parte sinuosa da viagem, era uma curva à Jim Clark!

sexta-feira, junho 21, 2013

wing commander

Ahhh... tantas horas passadas com os amigos a tentar passar missões com animações de má qualidade que nos pareciam fantásticas e que nos obrigavam a arrancar os 386 especificamente configurados para conseguirmos jogar sem ter de abdicar da qualidade gráfica... o Wing Commander era um hino à "cromo" que havia em cada um de nós que se estendeu para os restantes títulos criados dentro da mesma temática até ao spin-off Privateer em que o contrabando era a maneira de ganhar muito dinheiro e ao Strike Commander passado num futuro não muito distante (2011?! LOL) em que o petróleo era cada vez mais escasso e os mercenários tinham ganho asas, voávamos num F-16 Fighting Falcon dos Wildcats tentando manter as contas fora do vermelho. Como dizia o Virgil "something that we never run out off is red ink!"... a vida era tão fácil, mas tudo parecia ser um drama enorme e agora é tudo tão "pateta" quando se olha para trás :)

sábado, junho 15, 2013

a poupança (extrema) de combustível

O stress é inimigo da condução económica... e eu "stresso-me" ao volante quando me estorvam! Hoje optei por conduzir em modo "turismo estorvado", que é como quem diz, deixar que todos os automobilistas de fim-de-semana me estorvassem adaptando a condução à mais pura e imensa ronha possível de ter quando me sento ao volante...
Em pouco mais de 125km, em que me apeteceu cortar os pulsos uma quantidade considerável de vezes, o indicador dos consumos médios informava-me que "nunca fizeste consumos tão bons!"... o que me leva a perguntar, porque raio esta gente não conduz assim durante os dias de semana? A resposta é tão simples "stress"... por ir trabalhar, por ter horas marcadas, por ter responsabilidades, por ter obrigações, para tentar evitar que alguém lhe passe à frente no cruzamento... stress porque stress!
E mesmo assim, no modo mais amorfo possível, senti-me estorvado...

quarta-feira, maio 22, 2013

ironia dos descontos

Apresentar o cartão de sócio do Sport Lisboa e Benfica nos postos da Repsol para ter direito a descontos...

sexta-feira, abril 26, 2013

o ódio de estimação pelo automóvel... em números!

Denota-se um crescente ódio pelo automóvel, por ser poluente, por ocupar demasiado espaço, por ser caro e por ser poluente (não, não me estou a repetir, a maioria dos que odeiam o automóvel batem-se sempre com a vertente eco-totó).
Há dias tive uma troca de palavras sobre a questão da despesa mensal que é um automóvel, e mesmo se não houve vencedor nem vencido, a prova de que o automóvel é um meio de transporte aceitável ficou dada publicamente mesmo quando teimavam afincadamente que "transportes públicos é que é", mesmo que, em condições muito particulares.
A nível energético é óbvio que é mais caro alimentar todos os carros do que alimentar apenas transportes públicos, nem é necessário fazer contas para chegar a essa conclusão, mas e o orçamento familiar?
Começando por basear a deslocações no preço das casas que são mais baratas na periferia do que na cidade (e com melhores condições), as deslocações para o trabalho (no centro da cidade) são necessariamente maiores, e eis a parte onde entram os números.
As condições do exemplo que dei na discussão são, duas pessoas deslocarem-se no mesmo carro para o centro da cidade totalizando 60 quilómetros, o carro fica com quem pode estacionar sem a despesa do parquímetro, contabilizando o IUC de um automóvel anterior a 2007, as IPO, o seguro obrigatório e a manutenção do mesmo (uma revisão por ano e um par de pneus) versus o L123 que necessitaria para fazer a mesma deslocação para uma pessoa (seriam necessários dois para o agregado familiar)... o tempo de deslocação foi "considerado" como uma questão de "conforto".

As despesas mensais seriam:
  • Dois L123 custariam 134€;
  • O automóvel mais vendido em Portugal (Renault Mégane 1.5dci que gasta 5.8l/100km) custaria cerca de 167.00€;
  • A mota mais vendida em Portugal (Honda NC700X que gasta 3.6l/100km) custaria cerca de 111.67€;
  • A scooter mais vendida em Portugal (Honda PCX 125 que gasta 2.6l/100km) custaria cerca de 80.96€;
  • O automóvel híbrido mais comum em Portugal (Toyota Prius que gasta 5.2l/100km) custaria cerca de 172.06€;
  • O carro a GPL escolhido ao "acaso" (Toyota Corolla que gasta 8.0l/100km) custa cerca de 140.45€.
O que me parece interessante é:
- A moda das duas rodas (scooter ou mota) é plenamente justificada, apesar de desagradável na altura do Inverno;
- O híbrido está ao nível de despesa do motor a gasóleo (os valores são sem intervenções extra revisão, quer de danos quer de problemas mecânicos, onde a história seria diferente certamente);
- Duas scooter fazem a mesma despesa de um carro a gasóleo;
- O carro a GPL é mais barato do que o carro a gasóleo?!
- Os transportes públicos ficam mais baratos do que qualquer das hipóteses de quatro rodas mas apenas por uma diferença de 6.45€ para o convertido a GPL.
- Os eco-totós que defendem os transportes públicos, o andar de bicicleta, o andar a pé, as paneleirices de duas e quatro rodas movidas a electricidade de certeza que moram muito perto do trabalho!

vencedora da economia