quinta-feira, novembro 19, 2015

última hora!

Foi descoberto um esquema elaborado para gerar o caos e a discórdia no seio das famílias. Tudo isto elegantemente disfarçado numa caixa de chocolates de origem Belga!
Reparem no requinte de malvadez! Numa caixa é colocado um número primo (só divisível por ele próprio ou por um) de chocolates, minando assim os agregados familiares que tenham mais que um elemento e menos que 11 por impossibilitar uma distribuição justa dos chocolates. Conseguiu provar-se, com um estudo caseiro que, de facto, que esta quantidade de chocolates leva a que os mesmos sejam consumidos "às escondidas" para evitar a desarmonia no lar... o que origina a trocas de palavras (em presença ou por mensagem escrita) sobre razões que não lembram à razão, para o consumo de mais um chocolate!
Considerem-se avisados! Partilhem esta informação! Não deixem que os Belgas (que até têm um forma muito interessante de jogar dominó) venham para aqui gerar a discórdia em famílias que não contribuem em larga escala para subir a taxa de natalidade!

sexta-feira, novembro 13, 2015

braaaaaaains...

Avisem a minha família por favor... o runkeeper diz que tenho batimento cardíaco negativo... só posso mesmo ser um zombie... braaaaaains...


segunda-feira, novembro 02, 2015

dia dos mortos

Imagem tirada de:
http://mayonevfx.blogspot.pt/2013/11/dia-de-los-muertos.html
Nestes dias temos o dia das bruxas (ou halloween) dia 31 de Outubro, temos o dia 1 de Novembro que é o dia de todos os santos e temos o dia 2 de Novembro (hoje) que é o dia dos mortos (ou dos finados).
Todos eles estão ligados aos mortos, o dia de todos os santos era aproveitado, por ser feriado, para visitar os cemitérios, antecipando assim o dia de finados que lhe seguia, já o halloween não passa de uma noite importada dos Estados Unidos porque é bom para o comércio (e fruto da americanização da cultura) que derivou da cultura Celta.
Temos o "doçura ou travessura" (frase hedionda!) e perdemos o "pão por Deus", substituímos os versos proferidos num peditório por um punhado de maldades que se podem fazer se não se receber doces.
Qualquer um deles, o dia da bruxas ou o dia de todos os santos, têm pouco que me diga (tirando talvez algumas obras de arte feitas em abóboras), já o dia dos mortos... serve-me para lamentar, com saudade, familiares ou amigos ou até conhecidos, humanos ou não, que já partiram por doença, acidente ou... por tempo.

Aos mortos... que enquanto tivermos memória, continuaram vivos em nós!

sexta-feira, outubro 30, 2015

kona!

Não, não aderi à moda da substituição dos "q" por "k", nem estou a querer proferir um impropério referente a um órgão genital, a +Kona Bicycle Co. é uma marca de bicicletas, (é também uma região do Hawai) e acabou por ser, por inúmeras razões, a marca da bicicleta que adquiri recentemente (sim, tenho uma mente ordinária).
A Kona Splice é vendida como sendo uma crosstrail (um cruzamento entre uma bicicleta de estrada e uma de todo-o-terreno... ou algo do género) e tem servido como desculpa para... sair do sofá e fazer... exercício (como se estivesse gordo!), e hoje, fui dar uma volta!
Percorri cerca de 23km durante quase hora e meia (uma média vergonhosa!) mas estes 23km foram cheios de "aventuras", ora vejamos...
  • Um simpático obstáculo com uma carrinha de mudanças decidiu entrar na rotunda mesmo à minha frente, fiz o sinal universal do "és um zé-tolas", porque gritar não servia de nada, nem tinha fôlego para tal, e, logo um simpático condutor (ao qual, infelizmente, não tive oportunidade de agradecer) deu uso da sua buzina e reclamou por mim.
  • Uma simpática condutora, decidiu que entrar na via onde eu circulava (tendo eu prioridade) era uma boa ideia, tinha espaço e tal, esqueceu-se de duas coisas, ter em consideração a velocidade a que me deslocava e olhar para o lado contrário. Se tivesse olhado para o outro lado, teria visto um carro parado em segunda fila. Assim, entrou à minha frente e... parou, quem vier atrás que se aguente... neste caso, que (quase) se espete na traseira!
  • Parado num semáforo, porque há um código da estrada para cumprir, vejo um ciclista passar o vermelho... enquanto lhe largava uma boa meia-dúzia de impropérios pelo comportamento, apercebo-me de uma mota (uma Honda NC qualquer-coisa X) que se aproximava passando pelos automóveis parados, peguei na bicicleta e cheguei-a para o lado para lhe facilitar a passagem. Um obrigado e um polegar foi o que recebi em troca... já tinha ganho o dia (os motociclistas nunca me deixariam mal)! Verde, percorrem-se 50 metros e novo semáforo vermelho, lá estavam todos os carros e a mota, em primeiro no sinal, chegando-se à frente para me dar algum espaço para passar "agora sou eu que agradeço" disse-lhe enquanto lhe devolvia o polegar.
  • Aquando do regresso, fiz uma paragem extra para pedir informações, tive que entrar, com a bicicleta pela mão, dentro de um edifício de portas de vidro para me deslocar à recepção, logo um segurança se levantou ao ver-me entrar... senti-me quase um criminoso por não ter um cadeado para prender a bicicleta no exterior, a primeira, bem como a última, frase que tive que dizer foi "peço desculpa por entrar com a bicicleta".
  • A volta pode ser dividida em duas partes, a ida e o regresso (dah!) e, o regresso, coincidiu com a hora de ponta... nunca fui tão ultrapassado na minha vida como hoje! Até fui ultrapassado por um pápa-reformas a subir (a descer acho que ele é que não tinha hipótese)! Mas em contrapartida... deu-me um gozo enorme passar por todos os que me ultrapassavam quando chegava a um semáforo... isto das duas rodas tem as suas vantagens... seja a pedal ou a motor!
  • Algures quase no fim do trajecto, num local onde o piso era bastante irregular (os buracos ainda tinham um pouco de alcatrão) mas em descida, consegui aperceber-me que, o automobilista que me seguia, optou claramente por não me ultrapassar (tinha espaço e visibilidade para o fazer) deixando-me corrigir a trajectória para evitar os buracos, os carros estacionados em segunda fila e tudo o mais que naquela rua acontece. Se bem me apercebi, mais fiz questão de lhe agradecer o cuidado e atenção para com a minha pessoa (ele retribuiu o gesto com o levantar da mão ao passar alguns metros mais adiante, eu sabia que ainda existem automobilistas conscienciosos).
Não percam o próximo episódio... porque nós, também não!

quinta-feira, setembro 03, 2015

you may take our life's, but you will never take our freedom!

Noutros países da união europeia, em particular nos nórdicos, aplicam-se técnicas de iluminação variável em gabinetes e salas de trabalho a fim de evitar que, nos dias mais curtos de inverno, os trabalhadores/funcionários/colaboradores entrem em depressão. Por cá, tapam-se as janelas existentes num edifício e instala-se uma iluminação tênue para não afectar a visão para os "videowalls", que ocupam as paredes e para os ecrãs dos computadores castrados por administradores. Tudo naquela sala, tirando os tampos das mesas que são em madeira, está em "256 tons de cinzento", o fundo de ecrã do computador não ajudava, em tons neutros e com as letras brancas dos contactos do helpdesk, os sons naquela sala limitavam-se aos zumbidos de aparelhos electrónicos e suave matraquear de ventoinhas de ventilação... que cenário! Que cenário  deprimente! Fechado entre quatro paredes, sem sol, sem vento, quase sem cor, sem um som que me fosse agradável... fiz o que me era possível fazer! Alterei o fundo de ecrã da minha área de trabalho... animada por uma imagem estática, na minha cabeça vejo estradas e paisagens de tirar as palavras, oiço o tetracilíndrico ronronar ao subir de rotação à saída de uma curva e o som do vento que me passa pela "cabeça", cheiro toda uma paleta de aromas tão comum a quem anda na estrada de corpo exposto aos elementos, sinto o toque da pendura a retribuir a carícia que lhe fiz na perna segundos antes é forma como se aconchega a mim quando as velocidades se elevam... podem prender-me o corpo aqui dentro, mas na minha mente, estou lá fora e sou livre!

segunda-feira, agosto 17, 2015

sábado, agosto 01, 2015

agora sim!

Chegar ao trabalho e receber um recado para refazer um documento elaborado há dois dias. Razão? Porque, numa das páginas do documento elaborado, estava em falta um logótipo, quando tudo o resto está imaculado, demonstra bem a necessidade de "aparências" que tanto insistem em manter (quando outras questões mais pertinentes se levantam todos os dias).
Da próxima vez vou acrescentar uns "smiles", umas flores, uns corações e também votos de felicidades ao leitor/verificador da documentação redigida, certamente tornara o seu trabalho muito mais alegre!
Agora sim! Já posso afirmar categoricamente que vi de tudo!...

segunda-feira, junho 01, 2015

Manchinha

Da ninhada de três que ali nasceu, duas acabaram por ficar a guardar a casa, a Striper e a Manchinha.

Se a Striper só se deixava tocar quando lhe apetecia e gostava de entrar dentro dos carros de gente conhecida, a Manchinha não achava grande piada a espaços fechados e adorava que a afagassem... era tão dada ao contacto físico com os humanos (de estimação) residentes, que chegava a saltar para o colo de alguns quando eles não esperavam para receber festas.
Sabia os horários de cor, pois era nessas alturas que tinha a certeza que lhe davam de comer, reconhecia o assobio de quem a tratava e passava horas a fazer testes de ressonância às mesas e bancos de madeira...
Perdi a conta às vezes que a encontrei longe de "casa" camuflada na erva seca ou sentada em cima de cepos a apanhar sol... perdi também a conta às vezes que lhe limpei os olhos, às vezes que a chamei à hora do jantar e que a catei das carraças que não conseguia tirar depois de ter perdido a irmã... perdi a conta, tal como outros perderam a conta às vezes que lhe fizeram estas e tantas outras coisas como abrigarem-na do frio e da chuva.
Quis o universo que, hoje, passados alguns anos, tivesse o mesmo destino da sua irmã Striper, a Manchinha foi colhida por um automóvel e assim ficámos nós, os seus humanos de estimação, mais pobres de companhia, de amizade, de carinho e de atenção...

terça-feira, maio 26, 2015

presunção e água benta...

Frase proferida pelo interlocutor: Eu sou uma pessoa extremamente inteligente!

Resposta que faltou: Você quem é? É o proprietário, não? Então remeta-se ao seu papel de elemento passivo neste assunto enquanto falo com a sua mamã a fim de resolver as questões pertinentes, pode ser? Obrigado.