domingo, janeiro 03, 2016
determinações de ano novo revisitadas
Revisão do primeiro objectivo para este ano: mandar calibrar a balança.
sexta-feira, janeiro 01, 2016
determinações de ano novo
Primeiro objectivo para este ano: derreter dois quilos e meio!
sábado, dezembro 26, 2015
As 50 sombras de...
... que diabo te passou pela cabeça?!
Eu fazer 55 quilómetros de bicicleta num único dia era, até hoje, impensável! Acontece que, hoje, sem grandes dificuldades e numa cidade que dizem ter sete colinas, acabei por percorrer um pouco mais que essa distância.
Não, não foram todos seguidos. Parei para almoçar sensivelmente a meio do percurso, mas não deixou de ser engraçado o facto de, em 55km, apenas ter dado conta de uma verdadeira subida... ali para os lados de Miraflores em direcção a Benfica, porque de resto, tirando as reviravoltas em algumas zonas das ciclovias, não houve grande drama.
É possível contornar a cidade de Lisboa percorrendo cerca de 50km, quase todos em ciclovias, até voltar ao ponto de origem sem fazer grandes esforços, tal como dizem os tipos da Lisboa Horizontal, e isso surpreendeu-me. Acabei por dar comigo a procurar formas de prever os percursos mais usuais, idas para o trabalho, deslocações pontuais aos variados médicos e outros serviços aos quais é necessário uma deslocação pontual (e cheguei mesmo a traçar rotas a casa de amigos próximos com quem se marca café de última hora). O resultado é, dito de forma minimalista, interessante.
Para uma deslocação de oito quilómetros, dentro de Lisboa e de carro, a média horária ficará na casa dos 20-25km/h, talvez um pouco mais se não for hora de ponta, mas depois há que acrescentar a busca do lugar de estacionamento e respectiva deslocação desse lugar, a pé, até ao destino que se quer realmente e, facilmente se demoram 20 a 25 minutos enquanto o tempo de circulação são 12 minutos. De mota, as velocidades médias são mais elevadas (se se for passando por entre o trânsito), é mais fácil de parar à porta, mas demora-se mais tempo até arrancar por ser necessário vestir equipamento que depois tem que ser despido ao final da viagem... 15-20 minutos gastos entre viagem e equipamento. De bicicleta... eis a parte que me surpreendeu-me, é relativamente fácil manter uma média superior a 15km/h escolhendo um trajecto sem subidas muito acentuadas, o que se traduz em cerca de 25-30 minutos que, com alguma arte (e respeitando as regras de trânsito), até tem menos quilómetros do que o caminho mais rápido em qualquer uma das vertentes motorizadas.
Não, não estou a embandeirar em arco e a apregoar a vitória da bicicleta, também não estou a defender o ponto de vista da bicicleta como veículo diário, estou apenas a constatar que, para percursos, digamos, até 10km em cidade, a bicicleta é complicada de bater (somem lá a vertente económica e vão ver).
domingo, dezembro 06, 2015
global5k by runkeeper
Estou feito um atleta!
Havia a corrida mais louca do mundo... esta tentava ser a com mais participantes do mundo... digo eu!
Havia a corrida mais louca do mundo... esta tentava ser a com mais participantes do mundo... digo eu!
Também foram só cinco quilómetros a andar... quer dizer... até quase que podia ser a correr... nã!
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quinta-feira, novembro 19, 2015
última hora!
Foi descoberto um esquema elaborado para gerar o caos e a discórdia no seio das famílias. Tudo isto elegantemente disfarçado numa caixa de chocolates de origem Belga!
Reparem no requinte de malvadez! Numa caixa é colocado um número primo (só divisível por ele próprio ou por um) de chocolates, minando assim os agregados familiares que tenham mais que um elemento e menos que 11 por impossibilitar uma distribuição justa dos chocolates. Conseguiu provar-se, com um estudo caseiro que, de facto, que esta quantidade de chocolates leva a que os mesmos sejam consumidos "às escondidas" para evitar a desarmonia no lar... o que origina a trocas de palavras (em presença ou por mensagem escrita) sobre razões que não lembram à razão, para o consumo de mais um chocolate!
Considerem-se avisados! Partilhem esta informação! Não deixem que os Belgas (que até têm um forma muito interessante de jogar dominó) venham para aqui gerar a discórdia em famílias que não contribuem em larga escala para subir a taxa de natalidade!
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sexta-feira, novembro 13, 2015
braaaaaaains...
Avisem a minha família por favor... o runkeeper diz que tenho batimento cardíaco negativo... só posso mesmo ser um zombie... braaaaaains...
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segunda-feira, novembro 02, 2015
dia dos mortos
![]() |
| Imagem tirada de: http://mayonevfx.blogspot.pt/2013/11/dia-de-los-muertos.html |
Nestes dias temos o dia das bruxas (ou halloween) dia 31 de Outubro, temos o dia 1 de Novembro que é o dia de todos os santos e temos o dia 2 de Novembro (hoje) que é o dia dos mortos (ou dos finados).
Todos eles estão ligados aos mortos, o dia de todos os santos era aproveitado, por ser feriado, para visitar os cemitérios, antecipando assim o dia de finados que lhe seguia, já o halloween não passa de uma noite importada dos Estados Unidos porque é bom para o comércio (e fruto da americanização da cultura) que derivou da cultura Celta.
Temos o "doçura ou travessura" (frase hedionda!) e perdemos o "pão por Deus", substituímos os versos proferidos num peditório por um punhado de maldades que se podem fazer se não se receber doces.
Qualquer um deles, o dia da bruxas ou o dia de todos os santos, têm pouco que me diga (tirando talvez algumas obras de arte feitas em abóboras), já o dia dos mortos... serve-me para lamentar, com saudade, familiares ou amigos ou até conhecidos, humanos ou não, que já partiram por doença, acidente ou... por tempo.
Aos mortos... que enquanto tivermos memória, continuaram vivos em nós!
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sexta-feira, outubro 30, 2015
kona!
Não, não aderi à moda da substituição dos "q" por "k", nem estou a querer proferir um impropério referente a um órgão genital, a +Kona Bicycle Co. é uma marca de bicicletas, (é também uma região do Hawai) e acabou por ser, por inúmeras razões, a marca da bicicleta que adquiri recentemente (sim, tenho uma mente ordinária).
A Kona Splice é vendida como sendo uma crosstrail (um cruzamento entre uma bicicleta de estrada e uma de todo-o-terreno... ou algo do género) e tem servido como desculpa para... sair do sofá e fazer... exercício (como se estivesse gordo!), e hoje, fui dar uma volta!
Percorri cerca de 23km durante quase hora e meia (uma média vergonhosa!) mas estes 23km foram cheios de "aventuras", ora vejamos...
Percorri cerca de 23km durante quase hora e meia (uma média vergonhosa!) mas estes 23km foram cheios de "aventuras", ora vejamos...
- Um simpático obstáculo com uma carrinha de mudanças decidiu entrar na rotunda mesmo à minha frente, fiz o sinal universal do "és um zé-tolas", porque gritar não servia de nada, nem tinha fôlego para tal, e, logo um simpático condutor (ao qual, infelizmente, não tive oportunidade de agradecer) deu uso da sua buzina e reclamou por mim.
- Uma simpática condutora, decidiu que entrar na via onde eu circulava (tendo eu prioridade) era uma boa ideia, tinha espaço e tal, esqueceu-se de duas coisas, ter em consideração a velocidade a que me deslocava e olhar para o lado contrário. Se tivesse olhado para o outro lado, teria visto um carro parado em segunda fila. Assim, entrou à minha frente e... parou, quem vier atrás que se aguente... neste caso, que (quase) se espete na traseira!
- Parado num semáforo, porque há um código da estrada para cumprir, vejo um ciclista passar o vermelho... enquanto lhe largava uma boa meia-dúzia de impropérios pelo comportamento, apercebo-me de uma mota (uma Honda NC qualquer-coisa X) que se aproximava passando pelos automóveis parados, peguei na bicicleta e cheguei-a para o lado para lhe facilitar a passagem. Um obrigado e um polegar foi o que recebi em troca... já tinha ganho o dia (os motociclistas nunca me deixariam mal)! Verde, percorrem-se 50 metros e novo semáforo vermelho, lá estavam todos os carros e a mota, em primeiro no sinal, chegando-se à frente para me dar algum espaço para passar "agora sou eu que agradeço" disse-lhe enquanto lhe devolvia o polegar.
- Aquando do regresso, fiz uma paragem extra para pedir informações, tive que entrar, com a bicicleta pela mão, dentro de um edifício de portas de vidro para me deslocar à recepção, logo um segurança se levantou ao ver-me entrar... senti-me quase um criminoso por não ter um cadeado para prender a bicicleta no exterior, a primeira, bem como a última, frase que tive que dizer foi "peço desculpa por entrar com a bicicleta".
- A volta pode ser dividida em duas partes, a ida e o regresso (dah!) e, o regresso, coincidiu com a hora de ponta... nunca fui tão ultrapassado na minha vida como hoje! Até fui ultrapassado por um pápa-reformas a subir (a descer acho que ele é que não tinha hipótese)! Mas em contrapartida... deu-me um gozo enorme passar por todos os que me ultrapassavam quando chegava a um semáforo... isto das duas rodas tem as suas vantagens... seja a pedal ou a motor!
- Algures quase no fim do trajecto, num local onde o piso era bastante irregular (os buracos ainda tinham um pouco de alcatrão) mas em descida, consegui aperceber-me que, o automobilista que me seguia, optou claramente por não me ultrapassar (tinha espaço e visibilidade para o fazer) deixando-me corrigir a trajectória para evitar os buracos, os carros estacionados em segunda fila e tudo o mais que naquela rua acontece. Se bem me apercebi, mais fiz questão de lhe agradecer o cuidado e atenção para com a minha pessoa (ele retribuiu o gesto com o levantar da mão ao passar alguns metros mais adiante, eu sabia que ainda existem automobilistas conscienciosos).
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quinta-feira, setembro 03, 2015
you may take our life's, but you will never take our freedom!
Noutros países da união europeia, em particular nos nórdicos, aplicam-se técnicas de iluminação variável em gabinetes e salas de trabalho a fim de evitar que, nos dias mais curtos de inverno, os trabalhadores/funcionários/colaboradores entrem em depressão. Por cá, tapam-se as janelas existentes num edifício e instala-se uma iluminação tênue para não afectar a visão para os "videowalls", que ocupam as paredes e para os ecrãs dos computadores castrados por administradores. Tudo naquela sala, tirando os tampos das mesas que são em madeira, está em "256 tons de cinzento", o fundo de ecrã do computador não ajudava, em tons neutros e com as letras brancas dos contactos do helpdesk, os sons naquela sala limitavam-se aos zumbidos de aparelhos electrónicos e suave matraquear de ventoinhas de ventilação... que cenário! Que cenário deprimente! Fechado entre quatro paredes, sem sol, sem vento, quase sem cor, sem um som que me fosse agradável... fiz o que me era possível fazer! Alterei o fundo de ecrã da minha área de trabalho... animada por uma imagem estática, na minha cabeça vejo estradas e paisagens de tirar as palavras, oiço o tetracilíndrico ronronar ao subir de rotação à saída de uma curva e o som do vento que me passa pela "cabeça", cheiro toda uma paleta de aromas tão comum a quem anda na estrada de corpo exposto aos elementos, sinto o toque da pendura a retribuir a carícia que lhe fiz na perna segundos antes é forma como se aconchega a mim quando as velocidades se elevam... podem prender-me o corpo aqui dentro, mas na minha mente, estou lá fora e sou livre!
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segunda-feira, agosto 17, 2015
dúvida...
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sábado, agosto 01, 2015
agora sim!
Chegar ao trabalho e receber um recado para refazer um documento elaborado há dois dias. Razão? Porque, numa das páginas do documento elaborado, estava em falta um logótipo, quando tudo o resto está imaculado, demonstra bem a necessidade de "aparências" que tanto insistem em manter (quando outras questões mais pertinentes se levantam todos os dias).
Da próxima vez vou acrescentar uns "smiles", umas flores, uns corações e também votos de felicidades ao leitor/verificador da documentação redigida, certamente tornara o seu trabalho muito mais alegre!
Agora sim! Já posso afirmar categoricamente que vi de tudo!...
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quinta-feira, junho 04, 2015
funcionamento de uma caixa de velocidades...
... coisa "básica", não?
segunda-feira, junho 01, 2015
Manchinha
Da ninhada de três que ali nasceu, duas acabaram por ficar a guardar a casa, a Striper e a Manchinha.
Se a Striper só se deixava tocar quando lhe apetecia e gostava de entrar dentro dos carros de gente conhecida, a Manchinha não achava grande piada a espaços fechados e adorava que a afagassem... era tão dada ao contacto físico com os humanos (de estimação) residentes, que chegava a saltar para o colo de alguns quando eles não esperavam para receber festas.
Sabia os horários de cor, pois era nessas alturas que tinha a certeza que lhe davam de comer, reconhecia o assobio de quem a tratava e passava horas a fazer testes de ressonância às mesas e bancos de madeira...
Perdi a conta às vezes que a encontrei longe de "casa" camuflada na erva seca ou sentada em cima de cepos a apanhar sol... perdi também a conta às vezes que lhe limpei os olhos, às vezes que a chamei à hora do jantar e que a catei das carraças que não conseguia tirar depois de ter perdido a irmã... perdi a conta, tal como outros perderam a conta às vezes que lhe fizeram estas e tantas outras coisas como abrigarem-na do frio e da chuva.
Quis o universo que, hoje, passados alguns anos, tivesse o mesmo destino da sua irmã Striper, a Manchinha foi colhida por um automóvel e assim ficámos nós, os seus humanos de estimação, mais pobres de companhia, de amizade, de carinho e de atenção...
terça-feira, maio 26, 2015
presunção e água benta...
Frase proferida pelo interlocutor: Eu sou uma pessoa extremamente inteligente!
Resposta que faltou: Você quem é? É o proprietário, não? Então remeta-se ao seu papel de elemento passivo neste assunto enquanto falo com a sua mamã a fim de resolver as questões pertinentes, pode ser? Obrigado.
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a resposta que faltava
quarta-feira, maio 13, 2015
caixa de supermercado
Isto de deitar tarde obriga a acordar tarde e acordar tarde tem destas coisas, não me deixaram pão e acabaram com a manteiga, o que me obrigou a vir às compras... só por causa disso vou levar uns cereais para desenjoar!
sexta-feira, maio 08, 2015
papas na língua
Numa altura em que uma Portuguesa se tornou conhecida por ter sido directa nas palavras que dirigiu à ministra Maria Luís Albuquerque (fica aqui a entrevista da SIC a Liliana Zuna em Londres), é de lamentar que nem sempre a frontalidade e a clareza sejam valorizadas em situações que não são, infelizmente, presenciadas por meios de comunicação social. Este desabafo vem no seguimento das avaliações ao desempenho do trabalho, a última das quais, já tinha abordado aqui.
Segundo os parâmetros mal explicados previamente, acordados e assinados e alterados unilateralmente pelo lado do avaliador, chegou o dia de "ir assinar a nota" e, como não seria de admirar, a nota foi, pelo real trabalho e empenho, uma bela merda (para falar Português correcto)! A nota foi mediana, não me traz "chatices" a nível laboral, mas não deixa de ser irónico dizerem-me que "com a sua idade, eu não aceitaria esta nota" quando o grosso do trabalho que realizei... valeu ZERO para a avaliação. Todo o expediente (correctamente) elaborado, as horas extra por necessidade do serviço (sem receber um tostão a mais), as trocas de horário (algumas com aviso de véspera) e com semanas em que fazia três horários diferentes consoante o que era preciso, os eventos em que toda a logística passa pelo lombo de "meia-dúzia" (onde acabava por ficar incluído), as limpezas e reparações que não eram devidas e (mesmo assim) foram feitas e até as folhas de cálculo (das quais só me lembrei por terem abordado questões informáticas), valeram tanto, para esta avaliação, quanto uma mão cheia de merda nenhuma!
Palavra de honra que me tinha mentalizado que iria entrar mudo e sair calado daquele gabinete mas, quando me tocam nos guizos, "revoltam-se-me as vísceras" de tal forma que me vi obrigado a responder! Nada, nada do que me foi dito ficou sem resposta e, em caso algum, o interlocutor tinha razão, mas a nota manteve-se, porque "o que você fez não está documentado"... ora, se é a minha função, se é o meu trabalho, se é para isso que me pagam, porque hei-de duplicar o trabalho (papelada) para justificar o meu trabalho?!
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pior era impossível
quinta-feira, abril 23, 2015
Portugal é espectacular!
Temos a melhor estrada do mundo, temos o mais belo elevador da Europa, temos na nossa capital a quarta mais bela cidade do mundo... rematando a coisa, o nosso país está visto como sendo o sexto mais belo do mundo... ora, com tanta coisa boa por aqui espalhada e com as dificuldades que se sabem todos os dias nas notícias, lembrei-me de uma anedota que é capaz de explicar o "nosso" desaire...
Deus estava a criar o mundo tendo um anjo à sua beira que lhe pergunta ao apontar para África...
- Deus, porque colocas aqui tanta areia?
- Tem de ser assim, há que ter um local árido e quente para equilibrar o mundo.
Agora apontando para os pólos do planeta, o anjo pergunta...
- E porquê tanto gelo nestes dois locais?
- Tem de ser assim, há que ter locais muito frios para equilibrar o mundo.
E a coisa vai-se repetindo até que no meio de tantos "defeitos" que o anjo via, sempre justificados pela necessidade de equilíbrio do criador, lá reparou na parte do planeta que corresponde hoje a Portugal e diz:
- Olha que bocadinho de terra tão jeitoso...
E Deus responde-lhe:
- Achas? Vais ver a m€rda de povo que lá vou meter!
Bom... certamente será um exagero, pois a comunicação social está "cheia" de notícias onde os heróis são Portugueses, cá e além fronteiras, que nos enchem a todos de orgulho por termos nascido onde nascemos... mas, não será menos verdade também que, somos uma verdadeira m€rda, no que toca à união, à defesa do que é de todos e à justiça, na atitude do "não é nada comigo e não quero saber" quando é "connosco" e num sem número de coisas relacionadas com política e negociatas dentro desse meio das quais a maioria não faz ideia do que é possível fazer ilegal legalmente...
Somos, como povo, uma m€rda, por nos deixarmos enganar, uma e outra vez, por nos desinteressarmos, por olharmos para outro lado, por não querermos saber, por sermos o povo mais sortudo do mundo (para um Português, a situação podia sempre ser pior), porque falamos e opinamos muito e fazemos muito pouco... e sim, também eu sou Português.
segunda-feira, abril 20, 2015
ikea
Estudos pouco científicos revelaram que esta conhecida fabricante de lápis, graças aos seus produtos vendidos por montar, deu origem a um novo síndrome, denominado por síndrome MacGyver.
Este síndrome consiste num total desfasamento entre as capacidades motoras (tipicamente estes seres têm a destreza de um paralelo da calçada) e a ideia mental exacerbada da sua capacidade de produzir coisas realmente funcionais com as próprias mãos.
Fiquei hoje a saber que padeço do síndrome de MacGyver...
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| Paciente que padece do Síndrome de MacGyver |
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quebra-cabeças
quinta-feira, abril 02, 2015
adaptação
Hoje, depois de ter pôr o carro a trabalhar com a chave suplente e ele me ter mandado ir a pé, posso dar-me ao luxo de adaptar uma frase proferida por um motard inglês que conheci em Toledo e que passeava pela Europa procurando locais quentes para passar o Verão numa mota de origem alemã... "f*cking french parts"!
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só comigo
quinta-feira, março 12, 2015
Terry Pratchett
YOU FEAR TO DIE?
It's not that I don't want... I mean, I've always...it's just that life is a habit that's hard to break...
Terry Pratchett fez da Morte uma das suas mais intrincadas personagens doo Disc World... hoje, aos 66 anos, Pratchett recebeu a visita da Morte. Certamente depois de uma quantidade de piadas e graçolas, acompanhou a Morte num último passeio no Binky... boa viagem Sir Pratchett, vou sentir imensa falta do seu humor e da sua capacidade de reverter a realidade em algo capaz de me fazer parecer um maluquinho às gargalhadas nos transportes públicos.
O mundo está cada vez mais pobre... e triste...
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