sábado, janeiro 30, 2016

frase do dia

"(...) a única coisa que eu tenho que fazer na vida é morrer, tudo o resto eu escolho (...)"

Deparei com esta frase por mero acaso, num assunto que em nada tinha a ver com o que procurava originalmente. 
Agradou-me à mente a simplicidade com que era apontado o óbvio, a Morte, o momento em todos somos obrigatoriamente iguais e a Liberdade, a possibilidade de escolha de algo de acordo com o íntimo de cada um.

Eu escolho...

quarta-feira, janeiro 13, 2016

mais publicidade

Não consigo deixar de sorrir (nem que seja só por dentro) com um anúncio de "dentaduras para cães"... em particular por causa deste cão.
O que me leva ao sorriso não é a dentadura, o cão ou a conjugação de ambos no seu todo... é que este cão, lembra-me uma pessoa de quem muito gostava (sim, no passado) e simplesmente, não consigo dissociar as rugas e a dentadura contra-natura que o cão apresenta, das rugas e de uma dentadura muito pouco natural que ela tinha... pobre coitada... lembrada por um cão... faz-me rir até chegar às lágrimas.

domingo, janeiro 03, 2016

determinações de ano novo revisitadas

Revisão do primeiro objectivo para este ano: mandar calibrar a balança.

sexta-feira, janeiro 01, 2016

determinações de ano novo

Primeiro objectivo para este ano: derreter dois quilos e meio!

sábado, dezembro 26, 2015

As 50 sombras de...

... que diabo te passou pela cabeça?!

Eu fazer 55 quilómetros de bicicleta num único dia era, até hoje, impensável! Acontece que, hoje, sem grandes dificuldades e numa cidade que dizem ter sete colinas, acabei por percorrer um pouco mais que essa distância.
Não, não foram todos seguidos. Parei para almoçar sensivelmente a meio do percurso, mas não deixou de ser engraçado o facto de, em 55km, apenas ter dado conta de uma verdadeira subida... ali para os lados de Miraflores em direcção a Benfica, porque de resto, tirando as reviravoltas em algumas zonas das ciclovias, não houve grande drama.

É possível contornar a cidade de Lisboa percorrendo cerca de 50km, quase todos em ciclovias, até voltar ao ponto de origem sem fazer grandes esforços, tal como dizem os tipos da Lisboa Horizontal, e isso surpreendeu-me. Acabei por dar comigo a procurar formas de prever os percursos mais usuais, idas para o trabalho, deslocações pontuais aos variados médicos e outros serviços aos quais é necessário uma deslocação pontual (e cheguei mesmo a traçar rotas a casa de amigos próximos com quem se marca café de última hora). O resultado é, dito de forma minimalista, interessante. 
Para uma deslocação de oito quilómetros, dentro de Lisboa e de carro, a média horária ficará na casa dos 20-25km/h, talvez um pouco mais se não for hora de ponta, mas depois há que acrescentar a busca do lugar de estacionamento e respectiva deslocação desse lugar, a pé, até ao destino que se quer realmente e, facilmente se demoram 20 a 25 minutos enquanto o tempo de circulação são 12 minutos. De mota, as velocidades médias são mais elevadas (se se for passando por entre o trânsito), é mais fácil de parar à porta, mas demora-se mais tempo até arrancar por ser necessário vestir equipamento que depois tem que ser despido ao final da viagem... 15-20 minutos gastos entre viagem e equipamento. De bicicleta... eis a parte que me surpreendeu-me, é relativamente fácil manter uma média superior a 15km/h escolhendo um trajecto sem subidas muito acentuadas, o que se traduz em cerca de 25-30 minutos que, com alguma arte (e respeitando as regras de trânsito), até tem menos quilómetros do que o caminho mais rápido em qualquer uma das vertentes motorizadas.
Não, não estou a embandeirar em arco e a apregoar a vitória da bicicleta, também não estou a defender o ponto de vista da bicicleta como veículo diário, estou apenas a constatar que, para percursos, digamos, até 10km em cidade, a bicicleta é complicada de bater (somem lá a vertente económica e vão ver).

domingo, dezembro 06, 2015

global5k by runkeeper

Estou feito um atleta!
 Havia a corrida mais louca do mundo... esta tentava ser a com mais participantes do mundo... digo eu!
 Também foram só cinco quilómetros a andar... quer dizer... até quase que podia ser a correr... nã!

quinta-feira, novembro 19, 2015

última hora!

Foi descoberto um esquema elaborado para gerar o caos e a discórdia no seio das famílias. Tudo isto elegantemente disfarçado numa caixa de chocolates de origem Belga!
Reparem no requinte de malvadez! Numa caixa é colocado um número primo (só divisível por ele próprio ou por um) de chocolates, minando assim os agregados familiares que tenham mais que um elemento e menos que 11 por impossibilitar uma distribuição justa dos chocolates. Conseguiu provar-se, com um estudo caseiro que, de facto, que esta quantidade de chocolates leva a que os mesmos sejam consumidos "às escondidas" para evitar a desarmonia no lar... o que origina a trocas de palavras (em presença ou por mensagem escrita) sobre razões que não lembram à razão, para o consumo de mais um chocolate!
Considerem-se avisados! Partilhem esta informação! Não deixem que os Belgas (que até têm um forma muito interessante de jogar dominó) venham para aqui gerar a discórdia em famílias que não contribuem em larga escala para subir a taxa de natalidade!

sexta-feira, novembro 13, 2015

braaaaaaains...

Avisem a minha família por favor... o runkeeper diz que tenho batimento cardíaco negativo... só posso mesmo ser um zombie... braaaaaains...


segunda-feira, novembro 02, 2015

dia dos mortos

Imagem tirada de:
http://mayonevfx.blogspot.pt/2013/11/dia-de-los-muertos.html
Nestes dias temos o dia das bruxas (ou halloween) dia 31 de Outubro, temos o dia 1 de Novembro que é o dia de todos os santos e temos o dia 2 de Novembro (hoje) que é o dia dos mortos (ou dos finados).
Todos eles estão ligados aos mortos, o dia de todos os santos era aproveitado, por ser feriado, para visitar os cemitérios, antecipando assim o dia de finados que lhe seguia, já o halloween não passa de uma noite importada dos Estados Unidos porque é bom para o comércio (e fruto da americanização da cultura) que derivou da cultura Celta.
Temos o "doçura ou travessura" (frase hedionda!) e perdemos o "pão por Deus", substituímos os versos proferidos num peditório por um punhado de maldades que se podem fazer se não se receber doces.
Qualquer um deles, o dia da bruxas ou o dia de todos os santos, têm pouco que me diga (tirando talvez algumas obras de arte feitas em abóboras), já o dia dos mortos... serve-me para lamentar, com saudade, familiares ou amigos ou até conhecidos, humanos ou não, que já partiram por doença, acidente ou... por tempo.

Aos mortos... que enquanto tivermos memória, continuaram vivos em nós!

sexta-feira, outubro 30, 2015

kona!

Não, não aderi à moda da substituição dos "q" por "k", nem estou a querer proferir um impropério referente a um órgão genital, a +Kona Bicycle Co. é uma marca de bicicletas, (é também uma região do Hawai) e acabou por ser, por inúmeras razões, a marca da bicicleta que adquiri recentemente (sim, tenho uma mente ordinária).
A Kona Splice é vendida como sendo uma crosstrail (um cruzamento entre uma bicicleta de estrada e uma de todo-o-terreno... ou algo do género) e tem servido como desculpa para... sair do sofá e fazer... exercício (como se estivesse gordo!), e hoje, fui dar uma volta!
Percorri cerca de 23km durante quase hora e meia (uma média vergonhosa!) mas estes 23km foram cheios de "aventuras", ora vejamos...
  • Um simpático obstáculo com uma carrinha de mudanças decidiu entrar na rotunda mesmo à minha frente, fiz o sinal universal do "és um zé-tolas", porque gritar não servia de nada, nem tinha fôlego para tal, e, logo um simpático condutor (ao qual, infelizmente, não tive oportunidade de agradecer) deu uso da sua buzina e reclamou por mim.
  • Uma simpática condutora, decidiu que entrar na via onde eu circulava (tendo eu prioridade) era uma boa ideia, tinha espaço e tal, esqueceu-se de duas coisas, ter em consideração a velocidade a que me deslocava e olhar para o lado contrário. Se tivesse olhado para o outro lado, teria visto um carro parado em segunda fila. Assim, entrou à minha frente e... parou, quem vier atrás que se aguente... neste caso, que (quase) se espete na traseira!
  • Parado num semáforo, porque há um código da estrada para cumprir, vejo um ciclista passar o vermelho... enquanto lhe largava uma boa meia-dúzia de impropérios pelo comportamento, apercebo-me de uma mota (uma Honda NC qualquer-coisa X) que se aproximava passando pelos automóveis parados, peguei na bicicleta e cheguei-a para o lado para lhe facilitar a passagem. Um obrigado e um polegar foi o que recebi em troca... já tinha ganho o dia (os motociclistas nunca me deixariam mal)! Verde, percorrem-se 50 metros e novo semáforo vermelho, lá estavam todos os carros e a mota, em primeiro no sinal, chegando-se à frente para me dar algum espaço para passar "agora sou eu que agradeço" disse-lhe enquanto lhe devolvia o polegar.
  • Aquando do regresso, fiz uma paragem extra para pedir informações, tive que entrar, com a bicicleta pela mão, dentro de um edifício de portas de vidro para me deslocar à recepção, logo um segurança se levantou ao ver-me entrar... senti-me quase um criminoso por não ter um cadeado para prender a bicicleta no exterior, a primeira, bem como a última, frase que tive que dizer foi "peço desculpa por entrar com a bicicleta".
  • A volta pode ser dividida em duas partes, a ida e o regresso (dah!) e, o regresso, coincidiu com a hora de ponta... nunca fui tão ultrapassado na minha vida como hoje! Até fui ultrapassado por um pápa-reformas a subir (a descer acho que ele é que não tinha hipótese)! Mas em contrapartida... deu-me um gozo enorme passar por todos os que me ultrapassavam quando chegava a um semáforo... isto das duas rodas tem as suas vantagens... seja a pedal ou a motor!
  • Algures quase no fim do trajecto, num local onde o piso era bastante irregular (os buracos ainda tinham um pouco de alcatrão) mas em descida, consegui aperceber-me que, o automobilista que me seguia, optou claramente por não me ultrapassar (tinha espaço e visibilidade para o fazer) deixando-me corrigir a trajectória para evitar os buracos, os carros estacionados em segunda fila e tudo o mais que naquela rua acontece. Se bem me apercebi, mais fiz questão de lhe agradecer o cuidado e atenção para com a minha pessoa (ele retribuiu o gesto com o levantar da mão ao passar alguns metros mais adiante, eu sabia que ainda existem automobilistas conscienciosos).
Não percam o próximo episódio... porque nós, também não!