Hmmm... será um elevador só para homens ou uma casa de banho móvel?
sábado, setembro 02, 2017
sinalética não normalizada
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alguém que explique,
apanhados
sábado, agosto 26, 2017
o drama, o horror, a tragédia... da polémica da porto editora
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| foto do CM (era o que dizia a etiqueta). |
No que toca às cores da capa, compreendo perfeitamente a indignação. As crianças (ou antes, os pais), não têm que ser forçados a adquirir uma de duas cores consoante o sexo da criança. É bárbaro limitar as escolhas das cores que se podem usar em qualquer coisa que a crianças diga respeito e, é ainda mais bárbaro, perguntarem "É menina?... Ou menino?" porque o carrinho é cor-de-laranja (ready to race)!
Pior que a capa, dizem os comentadores, que o interior dos livros da polémica eram diferentes, escolhendo como exemplo a foto acima apresentada. Enquanto este pessoal está preocupado com a discriminação de género (não vale a pena falar de igualdade nos ordenados, pois não?), a mim preocupa-me o desfasamento da realidade de todos os que criticam estes livros (em particular as páginas dos labirintos). Será que ninguém percebeu que é aqui que se treina a igualdade de género?! Aos rapazes ensinam a andar mais às voltas, as raparigas ensinam-lhes a serem mais directas, ou será que ninguém reparou que, quando vão às compras, os comportamentos são exactos opostos do que se deseja destes labirintos? Assim equilibram-se as diferenças na geração que se segue! Reduzem-se as discussões, as secas de uns e as demoras de outros! A malta da porto editora é, de facto, visionária!
Pior que a capa, dizem os comentadores, que o interior dos livros da polémica eram diferentes, escolhendo como exemplo a foto acima apresentada. Enquanto este pessoal está preocupado com a discriminação de género (não vale a pena falar de igualdade nos ordenados, pois não?), a mim preocupa-me o desfasamento da realidade de todos os que criticam estes livros (em particular as páginas dos labirintos). Será que ninguém percebeu que é aqui que se treina a igualdade de género?! Aos rapazes ensinam a andar mais às voltas, as raparigas ensinam-lhes a serem mais directas, ou será que ninguém reparou que, quando vão às compras, os comportamentos são exactos opostos do que se deseja destes labirintos? Assim equilibram-se as diferenças na geração que se segue! Reduzem-se as discussões, as secas de uns e as demoras de outros! A malta da porto editora é, de facto, visionária!
segunda-feira, julho 24, 2017
histórias da marginal (ou N6)
Por entre um jantar de família, a conversa foi parar a essa "raça do demónio" que são os ciclistas. Sentados do outro lado da mesa, estavam o filho do dono da casa e o sobrinho do dono da casa, se o segundo, que claramente não tinha qualquer preocupação com o facto de já começar a ter campo gravítico próprio, não era fã de qualquer actividade física (salvo a excepção da actividade de mastigar), o primeiro, simplesmente abominava ciclistas. Do lado de cá da mesa, ouvi esta história:
Ia na marginal e quis passar dois ciclistas que iam a par, buzinei-lhes para se encostarem e um deles fez-me sinal "para passar por cima". Esperei que tivesse espaço, passei, meti-me à frente deles, o meu carro é a gasóleo, mandei-lhes duas "gasadas", levaram com um nuvem de fumo preto, depois começaram a reclamar e eu, queres o quê? Agora, anda, passa por cima!
Isto depois de já ter discutido a possibilidade de circular na via que mais se adequa ao destino dentro das localidades, com uma conclusão tirada a ferros, remeter-me ao silêncio não terá sido a minha mais brilhante ideia mas já estava mais que visto que, ali, não ia ter sucesso fosse com que argumento fosse (legal ou cívico).
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mentes brilhantes,
pior era impossível
sábado, julho 08, 2017
oh Camões...
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pior era impossível
sábado, dezembro 17, 2016
menina dos olhos
Sem dúvida que se perdeu o encanto e a ternura de outros tempos. Antigamente, a expressão, "a menina dos meus olhos" era usada ao falar de alguém por quem se nutria um sentimento especial... recentemente, ensinaram-me que, na actualidade, "a menina dos meus olhos" é usada quando se quer praticar sexo à bruta e sem sentimento. É chegar, usar para próprio benefício de vaidade e exibição e deitar fora... Ah seu canalha de saca rolhas!
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sexta-feira, dezembro 09, 2016
conversas de poupança
O tema inicial era, deveria alguém trocar uma scooter 125cc por outra, da mesma marca, mas com uma função ligeiramente diferente. Se a primeira é mais pequena e mais adequada a andar em cidade, a segunda é maior e mais adequada para trajectos mais longos.
Muitas opiniões e alguns relatos para a frente e para trás e, começa-se a falar da manutenção e dos custos inerentes a circular com um veículo de duas rodas versus um de quatro. Um automóvel, um smart a gasóleo ou um carro a gpl, seria mais em conta que uma scooter?
A resposta, assim de cabeça, era não. Primeiro, porque abomino os smart (pelas mais variadas razões) e em segundo, porque já tinha feito umas contas para um carro a GPL versus a scooter e ainda me lembrava delas.
Actualizadas as contas e a resposta foi a seguinte:
Então vamos lá ver das contas (sem contar com o preço de aquisição e respectiva desvalorização para não favorecer ainda mais a PCX).Contra factos não... ah e tal mas a tua gasta menos que a minha! Aprende a poupar o material!
PCX: desde 02/01/2013 percorreu 41194km até ao último abastecimento e contando com o equipamento (capacete, luvas, casaco, impermeáveis e tudo o que é necessário para circular em qualquer condição meteorológica), custou no total, 3273.19€ (consumos médios de 2.11l/100km com um custo em combustível de 1272.56€)
Carro a GPL: desde 25/08/2013 percorreu 41252km até ao último abastecimento, custou no total, 3748.24€ (consumos médios de 7.74l/100km com um custo em combustível de 2201.49€)
A PCX trocou pneus aos 23k, pastilhas aos 37k, correia aos 25k e roletes aos 39k. O total das revisões foi 577.12€
Nesta distância, o carro levou amortecedores (245.51€) e um par de pneus (199.75€), se o período de utilização usado para comparação fosse igual, pagaria mais um seguro, mais uma inspecção e mais um selo (cerca de 210€ no total) e custou em revisões 229.72€.
Acrescento ainda que, das 10 revisões feitas à PCX, só a última não foi feita no representante e que o preço das revisões do carro é francamente baixo comparado com o do representante.
Como disse lá mais acima, o que a PCX poupa em combustível cobre bem as despesas que possa dar a mais pelos intervalos de manutenção mais curtos.
E nem sequer quero falar de motores a diesel, porque esses, de certeza, dão mais chatices e despesas de oficina e em combustível do que o exemplo que aqui coloquei.
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atenciosamente se explica,
para pensar
sábado, outubro 22, 2016
everyday gymkhana
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terça-feira, outubro 04, 2016
subir, só porque sim.
Isto não passa de uma pequena brincadeira conjugada com alguns serviços que fui encontrando neste último ano (desde que comecei a andar de bicicleta).
O princípio foi a aquisição da bicicleta, seguiu-se a curiosidade de saber distâncias, velocidades médias, duração das voltas e quanto se subia no total (there's an app for that: iBiker, ou o iCardio). Como as voltas começaram a ser mais longas, o telemóvel deixou de aguentar horas suficientes, a Garmin tem umas "coisas" pequenas, baratas (algumas) e fáceis de usar que fazem milagres na recolha de dados e ainda nos dizem a que ritmo vai o nosso coração. A seguir apareceu alguém que recomendou o Strava (basicamente é uma rede social para quem gosta de massacrar o corpo) e alguém que indicou o relive, não é mais que um grupo de indivíduos com uma página que se liga ao Strava e que gera uns vídeos sobre as voltas que se vão registando, capaz de ligar as fotos tiradas e colocadas no instagram, para compor a coisa. Bom, os rapazes ainda estão a apurar a coisa e, por isso, às vezes há algumas falhas, mas ainda estão no princípio, hão-de lá chegar.
O resultado é algo parecido com o que fica aqui a seguir, apesar de ter acrescentado algumas fotos na volta em questão e de ter acrescentado também a música, só porque sim.
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vou ali e já volto
terça-feira, julho 05, 2016
amanhã começamos a nossa dieta
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vou ali e já volto
sexta-feira, junho 24, 2016
dois coxos e um tractor da lamborghini
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terça-feira, junho 21, 2016
rotundas... again!
Depois da anterior sugestão sobre a utilização das faixas de disponíveis em rotundas e auto-estradas, desta vez gostava de apresentar publicamente uma sugestão no que toca às prioridades das rotundas, em particular as que têm semáforos.
Porque não, mandar f@der a mania de parar à entrada das rotundas, é irritante e causa trânsito nas vias de acesso às rotundas, sugiro, seguir a corrente de pensamento de um crescente número de automobilistas... quem entra nas rotundas apresenta-se pela direita, logo, quem circula na rotunda deve ceder-lhes passagem.
De certeza que seriam
evitados muitos dissabores para quem ainda pensa que quem entra nas rotundas tem que ceder passagem e, assim, sempre se mantinha a coerência nas regras!
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segunda-feira, junho 20, 2016
guia do condutor de velocípede
Uma no cravo:
Os ciclistas devem respeitar as regras de trânsito tal como se estivessem a conduzir um veículo motorizado, não circular nos passeios, não passar sinais vermelhos, não usar as passadeiras como se fossem peões, sinalizar as manobras devidamente (esta é para rir, todos sabemos que os piscas são opcionais), entre outras, espero que algum agente da autoridade os meta na linha um dia destes.
Uma na ferradura:
Aos automobilistas que não sabem olhar mais adiante que o fim do capot do seu próprio carro, que acham que o ciclista não tem direito circular na estrada, que passam a escassos centímetros dos ciclistas, que têm um comportamento agressivo ao ponto de fazer perigar a vida de outro ser vivo, espero que o sistema da carta por pontos vos tire da estrada muito rapidamente.
A ambos:
Quanto mais depressa os comportamentos imbecis de posse, sobre uma coisa que é de todos, deixarem de existir (todos pagamos impostos, logo, todos temos direito a usufruir das vias públicas) e as regras implementadas forem cumpridas, mais rápida e facilmente chegarão ao destino e, acima de tudo, todos o farão em segurança.
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muito sério
domingo, junho 19, 2016
e o oscar de cena mais caricata da semana vai para...
Onde no pátio em frente às instalações, estavam mais de uma dezena de seres a pedalar energicamente, ao ar livre, como se ratinhos fossem, sem sair do sítio, acompanhados de uma música com uma vincada batida, enquanto outros cruzavam o seu campo visual estático a pedalar estrada fora rumo a um indeterminado destino e com uma indeterminada rota.
No mínimo, a cena dava para rir... na pior das hipóteses, para chorar de tanto rir.
Se calhar era boa ideia adaptar aquelas "bicicletas" para produzir energia eléctrica, assim o esforço e o suor desta gente não era tão... desperdiçado?
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vou ali e já volto
sábado, junho 18, 2016
gran fondo de Junho
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terça-feira, maio 24, 2016
(des)acordo ortográgico
Este redactor estava claramente indeciso entre o anterior acordo, o que actualmente vigora e o futuro...
Todo, tudo, facto, fato, nos, nós, nus... icebergue, carlsberg, Spielberg, vai tudo dar ao mesmo!
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sábado, maio 21, 2016
gran fondo de Maio
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vou ali e já volto
terça-feira, maio 10, 2016
de bicicleta para o escritório
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quinta-feira, maio 05, 2016
vou só deixar aqui esta nota sobre a euribor
Deixa lá ver se percebi bem... quando em 2008 as instituições bancárias pediam spreads (margem de lucro do banco) baixinhos e o crédito era para todos, a euribor foi até "às nuvens" e quem tinha empréstimos viu-se e desejou-se para cumprir com os pagamentos, agora que o crédito não é para todos, os spreads pedidos pelos bancos são altos e a euribor desceu para valores negativos, os bancos não podem pagar pelos empréstimos dados aos clientes.
Espera lá! Podem receber as margens maiores nos spreads de empréstimos novos e ainda querem ir meter as unhas nos empréstimos antigos porque os bancos já não devem pagar?!
E porque é que disto não se fala mais do que uma nota numa coluna e uma peça no telejornal de um canal público?
quarta-feira, maio 04, 2016
lá se foi o D. Sebastião
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| origem da foto aqui |
Um jovem (?) de 24 anos trepou ao nicho onde a estátua se encontrava na estação do Rossio e, cmo queria ser engraçadinho, acabou por destruir a estátua... as notícias apareceram e os comentários sucederam-se, mas por entre uns quantos que li, maioritariamente a criticar o jovem e a pedir/exigir uma punição à altura, vi um que, de tão desenquadrado da restante corrente, me saltou à vista.
Impressionante. Pagar a estátua, cadeia e quem sabe apedrejamento em praça pública.
Claro que foi uma coisa estúpida, mas, certamente, o rapaz não tinha qualquer intenção de provocar o dito acidente e nunca lhe deve ter passado pela cabeça que iria dar um fanico à estátua. Foi apenas um acidente, certamente com V. Exas. comentadores daqui, já devem ter tido muitos, mas, provavelmente tiveram mais sorte e os acidentes não fizeram tanto estardalhaço.
É chato, sim, mas não é nada de grave. Coisas graves temos muitas, no país e no mundo e gente mal formada e mal intencionada ainda mais.
Aliás, o próprio do D. Sebastião também fez uma coisa muito estúpida, muito mais estúpida, e com graves consequências para ele próprio, para os que o acompanharam a África e para Portugal. Também era jovem,acontece que todos os que morreram, ficaram estropiados ou foram feitos prisioneiros eram de carne e osso e não estátuas inanimadas.
A resposta que faltava:
De facto, temos coisas graves, muito graves, por resolver no nosso país, no entanto não é isso que está em questão aqui. Em questão está, a completa falta de responsabilidade de um "jovem" de 24 anos que quis ser original numa fotografia, incorrendo para isso num crime previsto e punido no código penal (dano qualificado) com direito a pena de prisão até 5 anos ou pena de multa até 600 dia.
Numa altura em que, a informação está ao dispor de praticamente todos e em praticamente todo o lado, é capaz de ser "só um bocadinho estúpido" ter a ideia e achar que é boa ideia ao ponto de a pôr em prática... demasiado estúpido para um "jovem" daquela idade e, claramente, a comentadora está ao nível do "jovem", quer ao nível de conhecimentos sobre leis, quer ao nível de desconhecer o que é viver em sociedade, ao nível do respeito para com a história, o património, as pessoas e tudo o que foi feito para ter o pouco que se tem, quer até também ao nível do egocentrismo desmesurado que prolifera "por aí", ao ponto de chamar sobre si a atenção comentando de forma contrária ao que é esperado. O seu comentário está ao nível do acto do rapaz... desfasado da realidade.
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terça-feira, maio 03, 2016
taxistas
Até aceitaria as queixas dos taxistas na novela Uber, afinal de contas, é um serviço que lhes faz concorrência directa (e, poder-se-á mesmo considerar "feroz", pois recorre a uma plataforma simples e mais barata, até para o cliente) mas, há que ver que não haverá, por parte do cliente final (e do público em geral) grande apetite de defender a causa dos taxistas.
Se formos a ver, estamos a falar de uma classe trabalhadora que, sempre que é apresentada uma alternativa à mobilidade, reclama sempre negativamente. Quando se falou em deixar os motociclistas circularem pelas vias destinadas aos transportes públicos (muitas vezes chamadas de faixas de Bus), eles foram contra, aquando do debate da "nova" 2ª circular, fAntral tem feito o que pode (e o que não deve fazer) para proteger os seus interesses prejudicando muitas grupos maiores ou menores de utilizadores da via pública, muitas vezes com comentários despropositados (a raiar o estúpido) por parte das caras que a representam, o que não lhes abona nada a favor em situações como esta da Uber.
oram contra os ciclistas, até nesta situação da Uber, alguns conseguiram estar contra outros da mesma classe (houve táxis pontapeados por taxistas e pneus furados captados em vídeo)! A
Não é comum ver este nível de fanatismo por futebol ou política e, verdade seja dita, há que admirar a garra com que lutam... mas como no futebol e na política (defesa da cor), a incapacidade de olhar para os próprios erros e os excessos cometidos, acabam sempre por prejudicar a própria cor.
Nota: os taxistas têm, na sua maioria, uma conduta desadequada no convívio em via pública, são, na sua maioria, desrespeitadores do código da estrada e desprovidos de uma conduta ética básica e essencial para a função que desempenham (servir o público), no entanto, deixei de fora essas questões e muitas outras no texto principal, o que interessa é o facto de "serem do contra" em tudo o que possa melhorar/agilizar a mobilidade dentro das cidades.
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