Relive 'February gran fondo ii: more coffee ☕️ and cake 🍰 '
segunda-feira, fevereiro 04, 2019
fevereiro 2/12
etiquetas:
duas rodas sem motor
terça-feira, janeiro 15, 2019
janeiro 1/12
etiquetas:
duas rodas sem motor
terça-feira, janeiro 01, 2019
desafio para este ano
Cumprir os 12 desafios de distância do Strava... porque não?
etiquetas:
desafios,
duas rodas sem motor,
meu
segunda-feira, outubro 22, 2018
terceiro ano de kona
etiquetas:
duas rodas sem motor,
vou ali e já volto
sexta-feira, agosto 17, 2018
para quem tiver sede (ou só falta de água)
etiquetas:
exteriores,
muito sério,
vou ali e já volto
quarta-feira, abril 18, 2018
ciclistas... essa "raça do demónio"
Ou, algumas das razões para os odiar!
Não têm carta!
Não cabe na cabeça de ninguém que seja permitido partilhar o alcatrão por encartados e não encartados! E o mais ridículo é haver quem tenha carta e abdique de conduzir dentro das cidades para passar a "ciclar"! Está tudo louco?! Até os peões deveriam ter carta! Afinal de contas, ao passarem nas passadeiras, regradas ou não por semáforos, também estão a partilhar o alcatrão!
Não pagam impostos (isp, iuc...)
Isto só mesmo no nosso país! Deixam os ciclistas andarem na estrada, até lhes fazem "ciclovias" onde podiam fazer estacionamentos para os automobilistas, e não lhes aplicam um imposto único de circulação (iuc)?! Se circulam têm que pagar! O quê?! O imposto tem esse nome mas na realidade taxa os automóveis pelas cilindradas dos motores e pelas emissões? Não interessa! Têm que pagar na mesma!
Andam por todo o lado
Ora andam nas ciclovias, ora andam nas estradas, sejam nacionais ou municipais, isto é uma vergonha! Haviam de ser obrigados a andar só em certos sítios! Já que querem tanto espaço, façam-lhes uma pista para andarem à vontade e deixarem-nos (aos automobilistas) ficarmos parados no trânsito em paz!
Andam aos pares a empatar o trânsito
Nós, automobilistas, não temos que nos desviar para ultrapassar ciclistas! Era só o que mais faltava! Eles que se encolham e arrumem bem perto do passeio. Então quando se vai com pressa para chegar a um semáforo vermelho é quando parece que fazem de propósito!
Passam vermelhos (e incumprem em outras regras)
Passam vermelhos, não sinalizam mudanças de direcção, não respeitam limites de velocidade, não usam os retrovisores... é escolher! Os automobilistas o quê? Esses cumprem o código escrupulosamente... excepto os taxistas.
Não são obrigados a usar capacete
Se essa outra corja que são os motociclistas são obrigados a usar, os ciclistas também têm que ser obrigados! Também andam em duas rodas, o risco é o mesmo!
Passam por entre os carros parados no trânsito
Até parece que estão a gozar connosco (automobilistas)! Nós parados no trânsito e eles por ali fora a passar por nós... a dar baile! Às vezes apetece-me ir a correr atrás de um e perguntar-lhe se me conhece de algum lado para estar para ali a gozar... mas a barriga já não me deixa ser rápidoo suficiente.
Parecem... felizes!
E o que é realmente mais irritante para os automobilistas é... aqueles tipos, para ali a cansarem-se e que nem devem ter dinheiro para um carro, ainda parecem felizes! Felizes! Mesmo quando está a chover, têm um ar... feliz! É mesmo a gozarem com quem anda (ou está parado) de carro!
![]() |
| Monumento a Joaquim Agostinho, Parque Verde da Várzea, Torres Vedras |
quinta-feira, abril 12, 2018
o noite do Yuri
Yuri Gagarin é o nome do primeiro homem que, no dia 12 de Abril de 1961, foi "lá acima" numa "lata" da desaparecida União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e concluiu uma "voltinha" em órbita ao planeta... de ora em diante a noite do Yuri passará a chamar a noite do Yuri Pedrov, o primeiro foi ao espaço, o segundo foi ao chão. É justo! Sempre é uma noite de primeiras vezes.
etiquetas:
máquinas,
nota mental
terça-feira, abril 03, 2018
calças térmicas aka ceroulas
Há dias, enquanto trocava de roupa no trabalho num dia mais "fresco", alguém reparou que vestia calças térmicas (aka ceroulas) antes de sair em direcção a casa. A resposta foi, e é, simples, ajuda no conforto térmico visto que me desloco de mota. A conversa teria ficado por aqui, se não me tivessem dito "vende a mota e compra um carro!". Compro um carro? E as horas perdidas parado no trânsito? As horas perdidas à espera de lugar para estacionar? As molhas que apanharia desde o local de estacionamento até ao local de trabalho? Já não tenho paciência para isso!... e além do mais, umas calças térmicas (aka ceroulas), das quentinhas, custam, numa qualquer cadeia de lojas de desporto, custam dez euros... um carro deveria sair-me bem mais caro.
etiquetas:
atenciosamente se explica,
máquinas,
meu,
motivos
quinta-feira, novembro 30, 2017
com estatísticas e bolos...
Ainda sobre a notícia publicada pelo Jornal de Notícias sobre a "duplicação das mortes em acidentes de mota" (entretanto foi publicada pela ANSR a estatística até ao mês de Setembro).
Qualquer morte é sempre de lamentar, seja em motociclos, bicicletas, automóveis, aviões ou por queda na banheira, mas quando se compara um ano que, de facto, não está a ser muito favorável, com o melhor ano da última década (relatório de Janeiro a Julho, referido na notícia, aqui) sem olhar para os períodos análogos dos anos anteriores, torna-se, no mínimo, tendenciosa a notícia, se a isso somarmos (já que no JN não sabem fazer contas) o facto de que, o dobro de de 43 é 86 e não 76 (o acréscimo é de quase 77%) eu diria que a jornalista Rosa Ramos, que escreveu esta peça, acabou de matar quase 10 motociclistas... só para escrever o título! Curioso, também, é não ter reparado que os acidentes com vítimas mortais em pesados teve um acréscimo de 150% (subiram as vítimas de 2 para 5), o que poderia, para uma mente jornalística, querer dizer que, sendo os pesados veículos de trabalho maioritariamente, os camionistas são um classe em risco (por falta de manutenção, por excesso de trabalho, por envelhecimento do parque de camiões... ).
Usando os dados mais recentes (os que vão até Setembro), o ano continua a ser mau (mortes são mortes, não há nada de bom neste campo), mas a estatística está menos "negra". As vítimas mortais por acidente em veículos de duas rodas a motor têm um acréscimo de 65%, comparando com o período equivalente de 2016, já os pesados "afinal" "só" aumentaram 20%. Mas como disse, o ano não está a ser bom, os números de vítimas mortais subiram em todas formas de deslocação (peões incluídos)... a meu ver, fruto da "crise ter acabado", mais veículos levam a mais acidentes e o civismo é coisa que não abunda nas estradas, em particular em meios urbanos (os acidentes com vítimas dentro de localidades aumentaram, enquanto que, os acidentes fora das localidades desceram).
etiquetas:
a resposta que faltava,
atenciosamente se explica,
muito sério
segunda-feira, novembro 27, 2017
diz-me o que montas... tratar-te-ei de acordo com tal
No, já algo distante, final da década de 90, tirei a carta de condução e, um pouco influenciado pelo meu progenitor, tirei também a carta de motociclo. As aulas não eram famosas e acabei mesmo por ter repetir o exame de condução... para nunca mais pegar numa mota até há coisa de uns quatro anos atrás (era uma scooter). Daí em diante foi o descalabro! Entre testes a motas de maior ou menor cilindrada, acabei por comprar uma de média cilindrada (se assim se pode chamar), poupada o suficiente para andar (e fugir) ao trânsito em cidade e, como teria de ser, desenrascada e confortável o suficiente para viajar por aí.
Nesta coisa de "andar de moto" fala-se muito do antigamente em que todos se cumprimentavam na estrada, pessoalmente, não me faz espécie mas devo dizer que, dos poucos países onde circulei, este nosso é onde menos se cumprimenta. A culpa pode ser do tipo de deslocação, é certo. Por cá andamos entre casa e trabalho com uma eventual volta num fim-de-semana mais longo ou quando se combina algo entre "a rapaziada mais próxima", na estrada cumprimenta-se, em cidade... temos mais coisas com que nos preocupar (é compreensível).
Numa dessas deslocações para o trabalho, em que fui de mota, ao chegar fui cumprimentado pelo "porteiro", fui cumprimentado pelo indivíduo da recepção, bem como pelos restantes trabalhadores com que me cruzei até ao local de estacionamento... porra! Porque raio não serão eles tão afáveis quando venho com o "aspirador" da minha cara metade?! Nem um cumprimento e, por vezes, até para passar para o estacionamento, é quase preciso pedir licença para se desviarem! O capacete é sempre o mesmo, deveria ser fácil de identificar, não? Venenosa discriminação!
Chamei "aspirador" à scooter mas foi com carinho, não por discriminação motociclista.
etiquetas:
alguém que explique,
espécie humana,
máquinas
Subscrever:
Mensagens (Atom)




