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quinta-feira, outubro 22, 2020
quinto ano de kona
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quarta-feira, novembro 20, 2019
34 gestos amigos do planeta?
Artigo da Visão (por tópicos)
Diga não ao plástico;
Eu até dizia não ao plástico, como tenho feito já há uns anos, evitando ao máximo os sacos dos legumes e das frutas... mas porque raio é que há produtos que vêm em embalagens de plástico que trazem embalagens individuais em plástico? Num qualquer lidl, tudo vem em plástico, desde o pão, à carne, aos frutos/legumes biológicos (irónico, não?), a ponto de se chegar à caixa e ser mais a quantidade de plástico que se "paga" do que o que se vai consumir.
Lá por ser de papel, não é para abusar;
Ainda hoje, ao receber o correio, o carteiro deveria trazer, garantidamente, uns 50 envelopes para distribuir pelas caixas do correio... as facturas do gás e da electricidade e cartas do continente eram a maioria. Será que é assim tão difícil aderir a uma factura electrónica?
O último que apague a luz;
Ainda bem que ninguém repara que, por exemplo, há gabinetes de instituições públicas que ficam com luzes, computadores, impressoras e sabe-se lá mais o quê, ligados toda a noite a fazer... nada! Não falo de servidores, falo de computadores pessoais, ligados toda a santa noite porque... talvez porque não sintam no bolso o peso da electricidade que desperdiçam!
Pense na água como um bem precioso;
Ouvi há uns meses da boca de alguém que muito se preocupa com o ambiente "que pena que as torneiras não sejam de botão, assim não desperdiçavam tanta água", ao lado dessa pessoa, abri a torneira, molhei as mão, fechei a torneira, ensaboei as mãos, voltei a abrir a torneira, passei as mãos por água, sacudi as mãos 12 vezes e usei um único guardanapo para secar as mãos... a torneira "vizinha" correu o tempo todo e foram precisas duas ou três folhas de papel para secar as mãos.
Menos carne, se faz favor;
Vejamos as ementas dos refeitórios, sem entrarmos em extremismos como fez a Universidade de Coimbra no que tocou à carne de vaca. A semana é de cinco dias, segunda, quarta e sexta-feira, o prato principal é carne, terças e quintas, o prato é peixe... inverter a coisa, não seria económico, nem muito bem recebido pelos utentes, que, de forma notória, afluem menos nos dias do peixe... a não ser que seja bacalhau!
Em casa, cozinhar quantidades maiores, em especial, mas não exclusivo, para quem pode levar "marmita" para o escritório, é uma boa forma de economizar, água, detergente, gás/electricidade e reduzir a despesa no refeitório/restaurante... acho que neste ponto em particular a Luísa Oliveira meteu água.
Já alguém reparou que bem nos preços do comércio local? É que no supermercado aqui da zona, a quantidade de produtos que tem o preço inferior aos das superfícies comerciais é considerável... e até com uma boa diferença para o consumidor (quando há promoções nas superfícies comerciais, aí a história já poderá ser diferente)... e, em alguns casos, nem se gasta combustível.
A moda quer-se verde;
A roupa e o calçado, é para usar até... não ser possível usar mais. Se num adulto é possível usar a mesma roupa durante uns bons anos (agora que penso nisso, tenho camisolas com mais de dez anos e que ainda são utilizáveis), numa criança em fase de crescimento... compre usado, receba de empréstimo e empreste (ou dê) o que deixar de servir e ao fim da utilização, venda, nem que seja por um valor simbólico. Irá sempre ajudar a servir alguém e por uma fracção do preço (e da despesa ambiental).
Mexa-se o planeta também agradece;
Eis, talvez, o ponto onde é mais visível uma tomada de atitude (porque ninguém repara nos sacos de plástico que não gasta, nas torneiras que fecha quando se lavam as mãos, na roupa que comprou há meia dúzia de anos e ainda usa ou no facto de não receber as contas pelo correio), deixar de fazer as deslocações curtas e médias de automóvel. Não quer com isto dizer que se venda o carro e que apenas e só se ande de bicicleta ou a pé, mas a diferença na despesa é considerável, a paciência não sofre tanto, o exercício faz bem e o tempo que se demora, em muitos casos, é menor do que ir de carro (de porta a porta... há que contar com o tempo de procura de lugar para estacionar... de preferência de forma legal).
Faça menos lixo;
Fazer menos lixo, vejo isto como uma consequência das alterações de comportamento dos diferentes tópicos. Evitar os excessos reduz o desperdício e, por consequência, o lixo que se produz (aqui não entram os objectos recicláveis e/ou valorizáveis no final da vida útil).
Pense no ambiente na hora da toillette;
Aqui não comento! Só porque o artigo remata com uma temática que "a mim não me assiste", mas as recomendações parecem-me boas.
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terça-feira, fevereiro 05, 2019
ten year challenge
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terça-feira, janeiro 01, 2019
desafio para este ano
Cumprir os 12 desafios de distância do Strava... porque não?
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terça-feira, outubro 04, 2016
subir, só porque sim.
Isto não passa de uma pequena brincadeira conjugada com alguns serviços que fui encontrando neste último ano (desde que comecei a andar de bicicleta).
O princípio foi a aquisição da bicicleta, seguiu-se a curiosidade de saber distâncias, velocidades médias, duração das voltas e quanto se subia no total (there's an app for that: iBiker, ou o iCardio). Como as voltas começaram a ser mais longas, o telemóvel deixou de aguentar horas suficientes, a Garmin tem umas "coisas" pequenas, baratas (algumas) e fáceis de usar que fazem milagres na recolha de dados e ainda nos dizem a que ritmo vai o nosso coração. A seguir apareceu alguém que recomendou o Strava (basicamente é uma rede social para quem gosta de massacrar o corpo) e alguém que indicou o relive, não é mais que um grupo de indivíduos com uma página que se liga ao Strava e que gera uns vídeos sobre as voltas que se vão registando, capaz de ligar as fotos tiradas e colocadas no instagram, para compor a coisa. Bom, os rapazes ainda estão a apurar a coisa e, por isso, às vezes há algumas falhas, mas ainda estão no princípio, hão-de lá chegar.
O resultado é algo parecido com o que fica aqui a seguir, apesar de ter acrescentado algumas fotos na volta em questão e de ter acrescentado também a música, só porque sim.
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sábado, junho 18, 2016
gran fondo de Junho
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sábado, maio 21, 2016
gran fondo de Maio
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terça-feira, maio 10, 2016
de bicicleta para o escritório
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terça-feira, abril 26, 2016
gran fondo de Abril
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sexta-feira, abril 08, 2016
challenge accepted!
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quinta-feira, abril 07, 2016
riding to Cascais
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quarta-feira, março 16, 2016
treino para o SaddleSore
Informam-se os pressentes que, a cidade deixou de ser suficiente (posta anterior)!
O passo seguinte suponho que será o país deixar de ser suficiente... mas isso é aventura para outro par de rodas, um par de rodas motorizado e com vontade de debruar a letras de ouro nos pergaminhos da história a sua marca e modelo... o SaddleSore está aí não tarda! E não será por falta de vontade (e treino) que não será concluído com êxito!
Tenho dito! Porra! Pim!
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quarta-feira, fevereiro 24, 2016
estás a exagerar quando...
- Começas a provocar alguns amigos para um desafio motociclista de longo curso a realizar no ano seguinte;
- Tens o plano delineado (horário e local de partida, local de inversão de trajecto, local de chegada...) para o desafio seis meses antes de o realizar;
- Decides começar a preparar-te o fisicamente três meses antes da aventura;
- Percorres mais quilómetros mensalmente de bicicleta do que de mota (que é o veículo a ser usado na tal aventura);
- Dás conta que marcaste a aventura para o fim-de-semana de Páscoa e tens que adiar tudo um mês!
Relaxa pá!
quinta-feira, janeiro 01, 2015
qual a meta para 2015?
quinta-feira, dezembro 11, 2014
desafio música vol. 3/3
Na actualidade os amores entre vampiros, lobisomens e "caras de bacalhau" estão generalizadas graças a histórias como a do "lusco-fusco".
No entanto, vampiros e os lobisomens fazem parte do folclore de povos perdidos no esquecimento das serras, fragmentos de lendas e histórias contadas à lareira nos dias frios de Inverno... que nada tinham de romântico, eram mais dignas de um episódio dos Arrepios ou da Twilight Zone, e eram capazes de tirar o sono apenas pela libertação da imaginação.
Os vampiros acabam por ser alvo de admiração pela malta "mais nova", ter poderes especiais e, acima de tudo, viver para sempre... quem é que nunca desejou ser um vampiro?
A parte trágica de viver para sempre... pelas vozes de Brian May e Freddie Mercury...
quarta-feira, dezembro 10, 2014
desafio música vol. 2/3
Numa "velha" cassete BASF de 120 minutos ouvi pela primeira vez a Bohemian Rapsody dos Queen, o animador da rádio afirmava ser uma música nova (o que foi perfeito para datar a gravação), seguiam-se os típicos ruídos de corte e costura familiares a quem fez "cópias de segurança" de emissões de rádio e às quais se seguia uma frase "we don't need no education..." que tantas vezes mais tarde, nas mais variadas situações, a ouvi a ponto de quase a considerar um hino.
Lembro-me de ver uma transmissão televisiva de um concerto em que um muro enorme era construído, muro esse que mais tarde era assumado por um monstro e em que havia imagens de martelos a marchar. As cores branco, preto e vermelho ajudavam à impressão da imagem na retina... que mente alucinada teria idealizado tal coisa? É a mesma música passava enquanto o vocalista cantava por detrás do muro que o separava do público...
Não escolho a "another brick in the wall", nem uma muito posterior "high hopes" (que merece lugar de destaque na playlist do meu "velho" leitor de MP3 e também nas preferências do +João Loureiro), mas sim uma sua contemporânea desta última. Escolho-a pela sonoridade e pela letra...
"All we need to do is make sure we keep talking" na voz computadorizada de Stephen Hawking.
terça-feira, dezembro 09, 2014
desafio música vol. 1/3
Já não respondia a coisas destas há uns tempos, cortesia do amigo +João Loureiro aqui fica a resposta audível com uma explicação para a escolha.
Antes do tempo ser tempo, fizeram um filme lá para as bandas da América, com uma estrela em ascensão e uma temática capaz de fazer ferver o sangue com o desenrolar da acção, tinha todos os ingredientes certos, metal, gasolina, rivalidade e amizade (a "gaja" soube-se mais tarde que afinal era muito macho).
Esse filme, começava com o início de uma música composta por Steve Stevens propositadamente para aquele filme e é essa a minha escolha como primeira música do desafio.
Poderia ter escolhido também o Speed ou Atomic Playboys, mas nesta, Steve Stevens é a estrela... e a música tem mais significado.
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