segunda-feira, novembro 25, 2019

centro das atenções

Experimentem andar na rua agarrados a uma miúda muito mais nova... nem um único olhar de reprovação! O facto da miúda ter oito (contas de homem, perdão, tem) sete meses, é capaz de ter algo a ver com isso...

quarta-feira, novembro 20, 2019

34 gestos amigos do planeta?

Artigo da Visão (por tópicos)

Diga não ao plástico;
Eu até dizia não ao plástico, como tenho feito já há uns anos, evitando ao máximo os sacos dos legumes e das frutas... mas porque raio é que há produtos que vêm em embalagens de plástico que trazem embalagens individuais em plástico? Num qualquer lidl, tudo vem em plástico, desde o pão, à carne, aos frutos/legumes biológicos (irónico, não?), a ponto de se chegar à caixa e ser mais a quantidade de plástico que se "paga" do que o que se vai consumir.

Lá por ser de papel, não é para abusar;
Ainda hoje, ao receber o correio, o carteiro deveria trazer, garantidamente, uns 50 envelopes para distribuir pelas caixas do correio... as facturas do gás e da electricidade e cartas do continente eram a maioria. Será que é assim tão difícil aderir a uma factura electrónica?

O último que apague a luz;
Ainda bem que ninguém repara que, por exemplo, há gabinetes de instituições públicas que ficam com luzes, computadores, impressoras e sabe-se lá mais o quê, ligados toda a noite a fazer... nada! Não falo de servidores, falo de computadores pessoais, ligados toda a santa noite porque... talvez porque não sintam no bolso o peso da electricidade que desperdiçam!

Pense na água como um bem precioso;
Ouvi há uns meses da boca de alguém que muito se preocupa com o ambiente "que pena que as torneiras não sejam de botão, assim não desperdiçavam tanta água", ao lado dessa pessoa, abri a torneira, molhei as mão, fechei a torneira, ensaboei as mãos, voltei a abrir a torneira, passei as mãos por água, sacudi as mãos 12 vezes e usei um único guardanapo para secar as mãos... a torneira "vizinha" correu o tempo todo e foram precisas duas ou três folhas de papel para secar as mãos.

Menos carne, se faz favor;
Vejamos as ementas dos refeitórios, sem entrarmos em extremismos como fez a Universidade de Coimbra no que tocou à carne de vaca. A semana é de cinco dias, segunda, quarta e sexta-feira, o prato principal é carne, terças e quintas, o prato é peixe... inverter a coisa, não seria económico, nem muito bem recebido pelos utentes, que, de forma notória, afluem menos nos dias do peixe... a não ser que seja bacalhau!
Em casa, cozinhar quantidades maiores, em especial, mas não exclusivo, para quem pode levar "marmita" para o escritório, é uma boa forma de economizar, água, detergente, gás/electricidade e reduzir a despesa no refeitório/restaurante... acho que neste ponto em particular a Luísa Oliveira meteu água.
Já alguém reparou que bem nos preços do comércio local? É que no supermercado aqui da zona, a quantidade de produtos que tem o preço inferior aos das superfícies comerciais é considerável... e até com uma boa diferença para o consumidor (quando há promoções nas superfícies comerciais, aí a história já poderá ser diferente)... e, em alguns casos, nem se gasta combustível.

A moda quer-se verde;
A roupa e o calçado, é para usar até... não ser possível usar mais. Se num adulto é possível usar a mesma roupa durante uns bons anos (agora que penso nisso, tenho camisolas com mais de dez anos e que ainda são utilizáveis), numa criança em fase de crescimento... compre usado, receba de empréstimo e empreste (ou dê) o que deixar de servir e ao fim da utilização, venda, nem que seja por um valor simbólico. Irá sempre ajudar a servir alguém e por uma fracção do preço (e da despesa ambiental).

Mexa-se o planeta também agradece;
Eis, talvez, o ponto onde é mais visível uma tomada de atitude (porque ninguém repara nos sacos de plástico que não gasta, nas torneiras que fecha quando se lavam as mãos, na roupa que comprou há meia dúzia de anos e ainda usa ou no facto de não receber as contas pelo correio), deixar de fazer as deslocações curtas e médias de automóvel. Não quer com isto dizer que se venda o carro e que apenas e só se ande de bicicleta ou a pé, mas a diferença na despesa é considerável, a paciência não sofre tanto, o exercício faz bem e o tempo que se demora, em muitos casos, é menor do que ir de carro (de porta a porta... há que contar com o tempo de procura de lugar para estacionar... de preferência de forma legal).

Faça menos lixo;
Fazer menos lixo, vejo isto como uma consequência das alterações de comportamento dos diferentes tópicos. Evitar os excessos reduz o desperdício e, por consequência, o lixo que se produz (aqui não entram os objectos recicláveis e/ou valorizáveis no final da vida útil).

Pense no ambiente na hora da toillette;
Aqui não comento! Só porque o artigo remata com uma temática que "a mim não me assiste", mas as recomendações parecem-me boas.

quinta-feira, outubro 17, 2019

mobilidade sustentável

Como na política, nos clubes de futebol, nas religiões... aqui temos mais uma guerra de merdinhas. Os carros a gasóleo eram bons, os carros eléctricos agora são bons, os transportes públicos continuam a não ser bons (são para os pobrezinhos sem capacidade financeira para adquirir um auto-móvel!), as motas matam muito quem as conduz, as bicicletas são chatas e empatam o trânsito, as trotinetes matam peões (de susto) e ficam deixam-nas em todo o lado... e no meio disto tudo, o que é que esta gente não está a ver? É que todos, sem excepção, foram, são e serão peões!

terça-feira, outubro 08, 2019

bela merda!

Já começa a chatear tanto morto e tanta complicação este ano... não que o ano não tenha tido, até agora, coisas boas (algumas muito boas até) mas já começa a meter nojo!

segunda-feira, outubro 07, 2019

adeus Relvas...

Fui apanhado de surpresa com a notícia... não fazia ideia que já estava no hospital há um mês... o alentejano que não perdeu o sotaque, de bigode aparado e muitas vezes afagado com o dedo do meio quando virava costas a discussões que a nada levavam, o homem que tanto ria dos outros como de si mesmo... adeus caro Relvas e obrigado por tudo...


boas escolhas... sensatas!

Freguesia da Encosta do Sol, onde os passeios, as passadeiras de peões, os parques das crianças, os campos de futebol, os campos de basquetebol não dão votos, mas os campos pádel e o alcatrão... amigo, os campos de pádel e o alcatrão são um must! Para as moscas!

(isto para não falar na patética conversão de passeios em "vias pedestres"... mas quem terá sido o iluminado que se lembrou disto?!)

terça-feira, outubro 01, 2019

game over man... game over

Se não for a baixa natalidade...
Se não forem os fanáticos...
Se não forem as alterações climáticas...
Se não for a intrínseca “parvoíce” humana...
Hão-de ser as máquinas...
A não ser que seja tudo ao mesmo tempo!

A imagem encontrada na rede... algures! Já não me lembro.

quarta-feira, julho 17, 2019

qualidade do ar

Moro numa freguesia em que, como é moda, se dá muita importância à qualidade do ar. Tanto assim é que há cartazes pela rua (nessas publicidades das paragens de autocarro) a fazer referência a isso.
Ora, digo eu, se a preocupação fosse verdadeira, teríamos já implementada a "zona verde" prometida há uns anos que, para além da questão da qualidade do ar, tinha também a função de cortar o barulho dos acessos à metrópole capital do império... mas não. A preocupação é monetária e, como tal, no espaço onde deveriam estar a crescer árvores e arbustos, onde poderiam ser colocados equipamentos para as crianças (e, mais uma moda, aparelhos para a quadrilha do reumático fazer exercício... afinal de contas, todos caminhamos para lá), não, o que é bom, mesmo bom, é colocar uma superficie comercial e um posto de combustível. Um posto de combustível... porque não há já três (!) postos de combustível a menos de um quilómetro! Há que ser consistente nas prioridades.

terça-feira, maio 21, 2019

niki

Lauda!
É sabido que tenho uma paixão por automóveis e na, agora longínqua, dêcada de 80, nos primórdios, lembro-me de ver correr num carro branco e vermelho um tipo calculista, que tinha sempre a cabeça coberta, ora com um boné, ora com a touca que usava por baixo do capacete vermelho e branco com que pilotava. Na face, apresentava parte das cicatrizes que ocultava, fruto de um acidente em que o seu Ferrari se incêndiou, num circuito lá para as bandas da Alemanha, Nürburgring, no traçado original (onde agora é moda ir bater recordes como golpe de marketing automobilístico).
Niki Lauda morreu hoje... menos um grande campeão deste planeta.