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segunda-feira, setembro 30, 2019

no surrender!

Aguenta fininho!


terça-feira, outubro 04, 2016

subir, só porque sim.

Isto não passa de uma pequena brincadeira conjugada com alguns serviços que fui encontrando neste último ano (desde que comecei a andar de bicicleta). 
O princípio foi a aquisição da bicicleta, seguiu-se a curiosidade de saber distâncias, velocidades médias, duração das voltas e quanto se subia no total (there's an app for that: iBiker, ou o iCardio). Como as voltas começaram a ser mais longas, o telemóvel deixou de aguentar horas suficientes, a Garmin tem umas "coisas" pequenas, baratas (algumas) e fáceis de usar que fazem milagres na recolha de dados e ainda nos dizem a que ritmo vai o nosso coração. A seguir apareceu alguém que recomendou o Strava (basicamente é uma rede social para quem gosta de massacrar o corpo) e alguém que indicou o relive, não é mais que um grupo de indivíduos com uma página que se liga ao Strava e que gera uns vídeos sobre as voltas que se vão registando, capaz de ligar as fotos tiradas e colocadas no instagram, para compor a coisa. Bom, os rapazes ainda estão a apurar a coisa e, por isso, às vezes há algumas falhas, mas ainda estão no princípio, hão-de lá chegar.
O resultado é algo parecido com o que fica aqui a seguir, apesar de ter acrescentado algumas fotos na volta em questão e de ter acrescentado também a música, só porque sim.

domingo, junho 22, 2014

plágio?! sim, por favor!

Dar o nome Plágio a uma banda pode não parecer original, por pouco chamavam-lhe cópia  ou backup, mas não, optaram por plágio... o que acaba por baralhar porque há partes que não são plagiadas... senão eram decalques... ou réplicas! 
Fugindo ao "copy-paste", os Plágio conseguiram o feito de ter a única versão que conheço do "don't stop me now" dos Queen cantado por uma voz feminina e que continua a soar bem!
O vídeo da gravação em estúdio não faz justiça à versão live de sábado à noite.

sexta-feira, abril 19, 2013

grunge

Ora aí está (mais) um estilo de música que me passou ao lado na altura em que estava "na moda", no entanto, agora que já é considerado "clássico" e que passa na rádio como algo distante retirado do baú das memórias e recordações, parece-me que soa bem melhor, Grunge, soa definitivamente melhor ouvido como algo clássico.
E melhor ainda em versão "cover amarela"!

quarta-feira, janeiro 30, 2013

música

Depois revolução que foi a portabilidade da música e depois da imensa miniaturização dos suportes de música, recentemente apareceu a nuvem. E esta não é das cinzentas!
Conjugando, temos um sistema hi-fi da Pioneer, onde se liga um dispositivo móvel a Apple, que corre uma página de internet, a Grooveshark, que lhe chega por uma rede sem fios e onde é dada toda a liberdade de escolha no que toca a música que se pretende ouvir em casa... ou na rua, ou no carro, emitindo para o ar ou directamente para o ouvido (e isto um serviço bem melhor do que o da music box e grátis).
Mediante que a guitarra seja tocada com distorção de tal forma que nem um morto ficaria indiferente ... pode passar cá por casa!
Quem pode não gostar é a vizinhança, mas ao menos o rebento do casal do andar de baixo há-de saber desde tenra idade que música é tocada por pessoas e não por computadores e que a música não é só a batucada importada de África (ou da Damaia)!
Sim, porque agora é legítimo dizer que, o Heavy Metal é uma religião! Amém!

terça-feira, outubro 04, 2011

maça

Pelos vistos o público (inclusive os investidores mundiais) não gostou das novidades da Apple Inc., o iPhone passou de 4 para 4S e as acções desceram 10%... há dois tipos de clientes do iPhone, um que compra pelo gadget que o iPhone é, com todas as suas possibilidades (quase infinitas) a nível de software, e outro que compra porque é, digamos, moda, porque fica bem e parece bem. Se o primeiro é bem capaz de trocar de telefone para a geração S pela melhoria da máquina em si (e também pelo que disseram na apresentação, o novo 4S é capaz de fazer muita coisa apenas ouvindo o "dono" falar, para já, se o "dono" falar Português não há telefone que o vá entender), o segundo, visto que a nível de design não fica "desactualizado" é bem capaz de se manter com o que tem.
Pela minha parte fico-me com o que tenho pois não me parece que justifique o investimento e, afinal de contas, a música cá por casa nunca foi tão portátil e versátil, basta ligar directamente na aparelhagem e ter a rede sem fios ligada, com tanta variedade de aplicações musicais disponíveis na App Store, é só escolher o tipo de música, a rádio (nacional ou estrangeira), ou até, recorrer aos serviços do sapo/meo na sua aplicação Music Box... é só escolher! Estou, a bem dizer, muito satisfeito assim.

Para quem aqui quiser mandar vir que o iPhone é mau e que o Android é que é bom... poupem-me! Não quero saber dessa guerrinha de comprimentos de pila!

terça-feira, março 29, 2011

passado composto

Tanta vez se fala e repete histórias vezes sem conta... algumas há que estamos fartos de saber o resultado, mas no fundo, é sempre divertido (com direito a gargalhada) lembrar alguns pormenores.
Diria que é o refúgio das tormentas que nos vão na cabeça, rir de episódios passados, toldados pela memória com reconstruções mais ou menos fidedignas de disparates despreocupados e inconscientes de quando se padecia dessa "doença" que é a "criança" que há em nós... Padecia?
Em parte ainda se padece dessa "doença", com uma grande diferença! A consciência... gorda com todas as componentes da física que nos dizem "rapaz, tu não tens 20 anos, toma juízo que ainda te aleijas!"... diria que a esta vertente da física dá pelo nome de "responsabilidade", a mesma que me diz para travar mais cedo antes das curvas, para não descer ladeiras sem travões na bicicleta, para não saltar se o terreno "lá em baixo" não for areia... até me diz que, no dia a seguir, vou estar todo "partidinho", e em que sítios do meu corpo vou estar nesse estado deplorável! Velhice? Bah!

sexta-feira, novembro 19, 2010

flash visit

Um viagem relâmpago a Coimbra, ao hospital universitário de Coimbra, tanque cheio e vai de seguir caminho a queimar octanas.
Condução económica é coisa que não me parece propriamente fácil de fazer com aquele motor, contava com cerca de 10 litros para cada 100 quilómetros, mas era um "mal necessário" para mexer os 129cv (se lá estiverem todos!)... o caminho fez-se bem, ainda tive oportunidade de apanhar boleia na traseira de alguns para tentar poupar qualquer coisa... o horário começa a tornar-se apertado, a visita era às 15h e ainda tinha que parar e no destino era suposto ter tempo para almoçar... faltavam 10 quilómetros para a estação de serviço mais próxima, e aquela gente que me rodeava com tanto tupperware já me começava a meter nervos com tanta variação de velocidade e ultrapassagem... como estás de saúde?



O pé foi progressivamente descendo, o ponteiro da velocidade foi descendo do lado direito do velocímetro, o da rotação fez o mesmo, o do combustível fazia o mesmo percurso mas na direcção contrária... os tupperwares ficaram pequenos no retrovisor até desaparecerem... demorei três minutos até entrar na estação de serviço para a tal paragem por necessidade. Os cavalos estavam suados, mas demonstraram saúde... bastante saúde!

terça-feira, agosto 31, 2010

azeitismo

Será impossível circular na via pública a ritmo de turismo com um pré-clássico sem ser importunado? Sem ser alvo de olhares desagradados? Sem ser desafiado? Ainda vou acabar por vender o carro só para não ser alvo constante da necessidade alheia de medir comprimentos de pila!...

Enquanto a música adequada continuar a existir! E houver peças...