De queimador de nafta a queimador de gordura... qual gordura?!
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terça-feira, fevereiro 05, 2019
ten year challenge
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vou ali e já volto
quarta-feira, março 16, 2016
treino para o SaddleSore
Informam-se os pressentes que, a cidade deixou de ser suficiente (posta anterior)!
O passo seguinte suponho que será o país deixar de ser suficiente... mas isso é aventura para outro par de rodas, um par de rodas motorizado e com vontade de debruar a letras de ouro nos pergaminhos da história a sua marca e modelo... o SaddleSore está aí não tarda! E não será por falta de vontade (e treino) que não será concluído com êxito!
Tenho dito! Porra! Pim!
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terça-feira, março 15, 2016
o "melhor turno"
Há uma competição (salutar-venenosa) no trabalho, usualmente designada pela expressão "melhor turno".
Só há um problema, que é, não se consegue encavalitar todos no mesmo turno, para aproveitar as virtudes e gozar com os defeitos de todos... porque teríamos que fazer os dois turnos e era uma maçada (trabalhar podia tornar-se uma diversão and that is a big no no).
Só há um problema, que é, não se consegue encavalitar todos no mesmo turno, para aproveitar as virtudes e gozar com os defeitos de todos... porque teríamos que fazer os dois turnos e era uma maçada (trabalhar podia tornar-se uma diversão and that is a big no no).
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épico
quarta-feira, janeiro 13, 2016
mais publicidade
Não consigo deixar de sorrir (nem que seja só por dentro) com um anúncio de "dentaduras para cães"... em particular por causa deste cão.
O que me leva ao sorriso não é a dentadura, o cão ou a conjugação de ambos no seu todo... é que este cão, lembra-me uma pessoa de quem muito gostava (sim, no passado) e simplesmente, não consigo dissociar as rugas e a dentadura contra-natura que o cão apresenta, das rugas e de uma dentadura muito pouco natural que ela tinha... pobre coitada... lembrada por um cão... faz-me rir até chegar às lágrimas.
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quinta-feira, setembro 03, 2015
you may take our life's, but you will never take our freedom!
Noutros países da união europeia, em particular nos nórdicos, aplicam-se técnicas de iluminação variável em gabinetes e salas de trabalho a fim de evitar que, nos dias mais curtos de inverno, os trabalhadores/funcionários/colaboradores entrem em depressão. Por cá, tapam-se as janelas existentes num edifício e instala-se uma iluminação tênue para não afectar a visão para os "videowalls", que ocupam as paredes e para os ecrãs dos computadores castrados por administradores. Tudo naquela sala, tirando os tampos das mesas que são em madeira, está em "256 tons de cinzento", o fundo de ecrã do computador não ajudava, em tons neutros e com as letras brancas dos contactos do helpdesk, os sons naquela sala limitavam-se aos zumbidos de aparelhos electrónicos e suave matraquear de ventoinhas de ventilação... que cenário! Que cenário deprimente! Fechado entre quatro paredes, sem sol, sem vento, quase sem cor, sem um som que me fosse agradável... fiz o que me era possível fazer! Alterei o fundo de ecrã da minha área de trabalho... animada por uma imagem estática, na minha cabeça vejo estradas e paisagens de tirar as palavras, oiço o tetracilíndrico ronronar ao subir de rotação à saída de uma curva e o som do vento que me passa pela "cabeça", cheiro toda uma paleta de aromas tão comum a quem anda na estrada de corpo exposto aos elementos, sinto o toque da pendura a retribuir a carícia que lhe fiz na perna segundos antes é forma como se aconchega a mim quando as velocidades se elevam... podem prender-me o corpo aqui dentro, mas na minha mente, estou lá fora e sou livre!
quarta-feira, fevereiro 18, 2015
que nunca te apanhem a trabalhar II
Não vistes naaaaaada!
quinta-feira, dezembro 11, 2014
desafio música vol. menção honrosa
A música que despoletou a conversão a um deterninado estilo... a panorâmica do alto de uma das torres das Amoreiras? É só porque acho que ficou bem.
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sexta-feira, novembro 28, 2014
que nunca te apanhem a trabalhar!
É comum ouvir dizer que "o segredo é a alma do negócio" e nestas coisas da produção a coisa acaba por ser vista de outra forma... diria que, quase que é uma vergonha fazer algo! Uma verdadeira e profunda desonra para o próprio e para a sua família fazer alguma coisa de útil e necessário!
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quarta-feira, outubro 24, 2012
agradecimento!
Gostava de agradecer este feito à minha Mãe por me ter criado sempre com a economia em mente, ao meu Pai por me ter ensinado a aproveitar da melhor forma toda a gasolina de um depósito, aos japoneses da Toyota que anunciavam consumos para este tupperware de 5,9l/100km em auto-estrada segundo os testes normalizados ao consumo, à Golp (leia-se galp) e restantes gasolineiras por continuarem a manter os preços dos combustíveis tão excessivamente elevados, ao Passos Coelho e ao Gaspar por aumentar os impostos de forma tão desmesurada, ao meu patrão Costa e à chefia da PM de Lisboa por me ter cortado o ordenado em quase 40%, ao Pai Natal por nunca me ter feito deixar de acreditar nele, aos produtores do Initial D que tanto me inspiraram, e por último, mas não menos importante, a todos os automobilistas desta bela cidade por me facilitarem a vida... este prémio é para vocês! - e levanto o braço acima da cabeça para mostrar a todos uma mão cheia de nada, afinal de contas, para fazer 250km "só gastei" 24,07€!
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segunda-feira, janeiro 09, 2012
o medo... não me assiste!
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sexta-feira, dezembro 30, 2011
o problema sou eu?
Uma rua, dez carros, cinco estacionados em cima do passeio onde há sinal de proibido estacionar, quatro estacionados em contra-mão, será que sou eu que estou errado?!
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domingo, outubro 09, 2011
dias especiais
- A viatura não pode estar ali, está um sentido proibido no início da pista.
- Ah, mas como é fim-de-semana pensei que podia...
- Mas sabe que os sinais de trânsito não têm fins-de-semana, não sabe?
- Ah, mas como é fim-de-semana pensei que podia...
- Mas sabe que os sinais de trânsito não têm fins-de-semana, não sabe?
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quarta-feira, outubro 05, 2011
maça II
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domingo, setembro 25, 2011
sorry?
Não estou de acordo com isto de gozarem com a Morte, afinal de contas, a Morte, apenas faz o seu trabalho, pode não ser um emprego de sonho, mas há que dizer que, faz o seu trabalho bem feito! Basta ver que nunca ninguém fica meio morto, ou meio vivo (a moda dos zombies e dos vampiros não conta para este balanço pois estão mortos de qualquer forma e são ideias da cabeça dos vivos), e há que ter em atenção que o trabalho da Morte cada vez é mais complicado, tudo à conta da evolução da medicina! Há uns anos atrás a Morte não tinha que esperar nos corredores dos hospitais porque ainda não tinha sido inventado o conceito de "morte cerebral", quando a hora chegava, chegava, a Morte tratava do seu serviço e seguia rumo ao próximo cliente. Agora? Agora vê-se obrigada a esperar horas, e por vezes dias, para resolver uma situação que não tem outra conclusão possível... até no ramo de recolha de vidas já há maus "pagadores" dando azo às cobranças difíceis, e originando atrasos nas recolhas, o que levanta outra questão, as deslocações. Suponho que a Morte viaje leve (uma foice ao que parece), mas a que velocidades? É que com tanta operação especial por parte das forças da ordem no Natal, na Páscoa e nos meses de Verão, nunca se ouviu dizer que havia sido multada por excesso de velocidade. E deve ser também um exímio automobilista, pois também nunca se ouviu dizer que "a Morte sofreu um acidente e está internada no hospital São-qualquer-coisa-que-lhe-valha para averiguar o seu estado de saúde (ou para lhe colocarem os ossos no sítio, tipo lego)"!
Há que dizer isto com frontalidade, a Morte, é o melhor empregado que um patrão pode desejar, incansável, empenhado, sempre de serviço, sem tirar férias e de uma eficiência inabalável! Certamente nem com os novos sistemas de avaliação de funcionários a Morte terá menos que a avaliação máxima, mas mesmo assim há quem não admire esse ser magro e encapuçado... é certo que por vezes aparece em locais indesejáveis e incompreensíveis, mas, apenas está a cumprir o seu dever, a sua missão de vida.
Em suma, a Morte, não é um bicho Papão (esse é gordo), não é o Diabo (porque esse tem cornos), não é a Sorte (essa é uma mulher de vestes longas), nem é Deus (sobre esse há discussão sobre quem tem razão, sobre a morte ninguém discute), é simplesmente um ser incompreendido por parte dos vivos, que queremos não conhecer, com quem nem queremos conviver, mas que, todos teremos que cumprimentar mais cedo ou mais tarde, pela minha parte espero que seja mais tarde, mas quando tiver de ser, certamente irei cumprimenta-la e dizer-lhe: Muito gosto em conhece-la, ouvi falar imenso de si.
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terça-feira, março 29, 2011
passado composto
Tanta vez se fala e repete histórias vezes sem conta... algumas há que estamos fartos de saber o resultado, mas no fundo, é sempre divertido (com direito a gargalhada) lembrar alguns pormenores.
Diria que é o refúgio das tormentas que nos vão na cabeça, rir de episódios passados, toldados pela memória com reconstruções mais ou menos fidedignas de disparates despreocupados e inconscientes de quando se padecia dessa "doença" que é a "criança" que há em nós... Padecia?
Em parte ainda se padece dessa "doença", com uma grande diferença! A consciência... gorda com todas as componentes da física que nos dizem "rapaz, tu não tens 20 anos, toma juízo que ainda te aleijas!"... diria que a esta vertente da física dá pelo nome de "responsabilidade", a mesma que me diz para travar mais cedo antes das curvas, para não descer ladeiras sem travões na bicicleta, para não saltar se o terreno "lá em baixo" não for areia... até me diz que, no dia a seguir, vou estar todo "partidinho", e em que sítios do meu corpo vou estar nesse estado deplorável! Velhice? Bah!
Diria que é o refúgio das tormentas que nos vão na cabeça, rir de episódios passados, toldados pela memória com reconstruções mais ou menos fidedignas de disparates despreocupados e inconscientes de quando se padecia dessa "doença" que é a "criança" que há em nós... Padecia?
Em parte ainda se padece dessa "doença", com uma grande diferença! A consciência... gorda com todas as componentes da física que nos dizem "rapaz, tu não tens 20 anos, toma juízo que ainda te aleijas!"... diria que a esta vertente da física dá pelo nome de "responsabilidade", a mesma que me diz para travar mais cedo antes das curvas, para não descer ladeiras sem travões na bicicleta, para não saltar se o terreno "lá em baixo" não for areia... até me diz que, no dia a seguir, vou estar todo "partidinho", e em que sítios do meu corpo vou estar nesse estado deplorável! Velhice? Bah!
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segunda-feira, janeiro 17, 2011
sociedade civil
É um programa na RTP 2 com temas da actualidade e sobre a actualidade, que passa "a seguir ao almoço". Por vezes, quer o destino, que a televisão esteja ligada a essas horas, e que, eu esteja na sala e oiça qualquer coisa desse programa, como hoje.
Hoje, o tema de discussão era a correcta utilização dos recursos energéticos, e como aproveitarmos o máximo para gastarmos o mínimo. Falaram de painéis solares, acho bem! Falaram da necessidade de electrificar o transporte de mercadorias, acho MUITO BEM (já pareço os tipos do parlamento... )! Falaram das lâmpadas economizadoras, acho mui... alto e pára o baile! Vamos cá ver uma coisa, essas lâmpadas têm um funcionamento análogo ao das lâmpadas fluorescentes, e como tal, o consumo de energia é mais elevado quando "se liga a luz" do que passados alguns minutos, quando a lâmpada economizadora atinge o seu pico de funcionamento/rendimento (mesmo os mais despistados já devem ter notado que a luminosidade destas lâmpadas vai aumentando), a bem dizer, lembra as boas e velhas válvulas dos rádios. Já as incandescentes, por não terem o "arrancador", tornam-se mais económicas para curtos períodos de funcionamento, caso de uma despensa em que se entra e sai logo de seguida (ou porque raio acham que as tabelas comparativas têm como unidade de tempo a hora?).
Não sou, anti-verde, ou anti-ecologia, nada disso! Sempre que necessito de luz para escrever ao computador que está em modo "eco" o que lhe reduz a performance e o consumo energético, são duas (sim, duas!) lâmpadas economizadoras que me dão a luz para ver as teclas, e que por sinal foram caras que nem c@#n@$, mas estão ali vai para quatro anos, mais do que qualquer incandescente que tenha usado, ou até que todas as economizadoras de "primeira geração" que por aquele candeeiro passaram.
Hoje, o tema de discussão era a correcta utilização dos recursos energéticos, e como aproveitarmos o máximo para gastarmos o mínimo. Falaram de painéis solares, acho bem! Falaram da necessidade de electrificar o transporte de mercadorias, acho MUITO BEM (já pareço os tipos do parlamento... )! Falaram das lâmpadas economizadoras, acho mui... alto e pára o baile! Vamos cá ver uma coisa, essas lâmpadas têm um funcionamento análogo ao das lâmpadas fluorescentes, e como tal, o consumo de energia é mais elevado quando "se liga a luz" do que passados alguns minutos, quando a lâmpada economizadora atinge o seu pico de funcionamento/rendimento (mesmo os mais despistados já devem ter notado que a luminosidade destas lâmpadas vai aumentando), a bem dizer, lembra as boas e velhas válvulas dos rádios. Já as incandescentes, por não terem o "arrancador", tornam-se mais económicas para curtos períodos de funcionamento, caso de uma despensa em que se entra e sai logo de seguida (ou porque raio acham que as tabelas comparativas têm como unidade de tempo a hora?).
Não sou, anti-verde, ou anti-ecologia, nada disso! Sempre que necessito de luz para escrever ao computador que está em modo "eco" o que lhe reduz a performance e o consumo energético, são duas (sim, duas!) lâmpadas economizadoras que me dão a luz para ver as teclas, e que por sinal foram caras que nem c@#n@$, mas estão ali vai para quatro anos, mais do que qualquer incandescente que tenha usado, ou até que todas as economizadoras de "primeira geração" que por aquele candeeiro passaram.
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raciocínio
sexta-feira, novembro 19, 2010
flash visit
Um viagem relâmpago a Coimbra, ao hospital universitário de Coimbra, tanque cheio e vai de seguir caminho a queimar octanas.
Condução económica é coisa que não me parece propriamente fácil de fazer com aquele motor, contava com cerca de 10 litros para cada 100 quilómetros, mas era um "mal necessário" para mexer os 129cv (se lá estiverem todos!)... o caminho fez-se bem, ainda tive oportunidade de apanhar boleia na traseira de alguns para tentar poupar qualquer coisa... o horário começa a tornar-se apertado, a visita era às 15h e ainda tinha que parar e no destino era suposto ter tempo para almoçar... faltavam 10 quilómetros para a estação de serviço mais próxima, e aquela gente que me rodeava com tanto tupperware já me começava a meter nervos com tanta variação de velocidade e ultrapassagem... como estás de saúde?
O pé foi progressivamente descendo, o ponteiro da velocidade foi descendo do lado direito do velocímetro, o da rotação fez o mesmo, o do combustível fazia o mesmo percurso mas na direcção contrária... os tupperwares ficaram pequenos no retrovisor até desaparecerem... demorei três minutos até entrar na estação de serviço para a tal paragem por necessidade. Os cavalos estavam suados, mas demonstraram saúde... bastante saúde!
Condução económica é coisa que não me parece propriamente fácil de fazer com aquele motor, contava com cerca de 10 litros para cada 100 quilómetros, mas era um "mal necessário" para mexer os 129cv (se lá estiverem todos!)... o caminho fez-se bem, ainda tive oportunidade de apanhar boleia na traseira de alguns para tentar poupar qualquer coisa... o horário começa a tornar-se apertado, a visita era às 15h e ainda tinha que parar e no destino era suposto ter tempo para almoçar... faltavam 10 quilómetros para a estação de serviço mais próxima, e aquela gente que me rodeava com tanto tupperware já me começava a meter nervos com tanta variação de velocidade e ultrapassagem... como estás de saúde?
O pé foi progressivamente descendo, o ponteiro da velocidade foi descendo do lado direito do velocímetro, o da rotação fez o mesmo, o do combustível fazia o mesmo percurso mas na direcção contrária... os tupperwares ficaram pequenos no retrovisor até desaparecerem... demorei três minutos até entrar na estação de serviço para a tal paragem por necessidade. Os cavalos estavam suados, mas demonstraram saúde... bastante saúde!
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sexta-feira, agosto 06, 2010
providências
A palavra que fica sempre bem quando não apetece escrever todos os passos necessários para resolver uma situação. Poupança de papel e tinta de caneta!
quarta-feira, junho 16, 2010
Portugal e os Portugueses
Na "Carta aos Participantes da World Bike Tour Lisboa" pode ler-se...
Pelos que levam o nome de Portugal além fronteiras pelas suas incontornáveis capacidades intelectuais nos mais diversos sectores, envergaria orgulhosamente o cachecol...
Pela Pátria onde nasci, apesar de todas as dores e convulsões que causa e sofre, orgulhosamente ergueria cachecol...
Por uma cambada de fedelhos mimados que ganham, e nos fazem gastar, fortunas, pelos quais nem sequer me interesso, e que conseguem ter um mísero palmarés quando comparado com outras modalidades desportivas "invisív€is" aos olhos de todos? NUNCA!
Um evento com boas bases, onde se quer que reine o espírito de convívio, da solidariedade e da inclusão, onde se luta contra as dependências e onde se defende o meio ambiente (não vou discutir estes temas, ficava a escrever até amanhã e mais 15 dias), conseguiram simplesmente arruinar o espírito da coisa na minha pessoa... a minha vontade é somente, não ir.
Acção de Apoio a Portugal:A partida do “World Bike Tour Lisboa 2010” será dada às 10h30, com transmissão directa na RTP1;Antes da partida, eno momento de entoarmos o Hino Nacional, solicitaremos a todos os participantes que enverguem de braços estendidos, o cachecol com as cores de apoio a Portugalque disponibilizamos nas mochilas entretanto entregues a todos!Vamos assim, criar um colorido de imagens que “pedalarão” mundo,numa clara demonstração de orgulho pelo País, pelos nossos futebolistas…e por todos aqueles que,tal como a SPORTIS,levam o nome de Portugal além fronteiras!
Pelos que levam o nome de Portugal além fronteiras pelas suas incontornáveis capacidades intelectuais nos mais diversos sectores, envergaria orgulhosamente o cachecol...
Pela Pátria onde nasci, apesar de todas as dores e convulsões que causa e sofre, orgulhosamente ergueria cachecol...
Por uma cambada de fedelhos mimados que ganham, e nos fazem gastar, fortunas, pelos quais nem sequer me interesso, e que conseguem ter um mísero palmarés quando comparado com outras modalidades desportivas "invisív€is" aos olhos de todos? NUNCA!
Um evento com boas bases, onde se quer que reine o espírito de convívio, da solidariedade e da inclusão, onde se luta contra as dependências e onde se defende o meio ambiente (não vou discutir estes temas, ficava a escrever até amanhã e mais 15 dias), conseguiram simplesmente arruinar o espírito da coisa na minha pessoa... a minha vontade é somente, não ir.
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pior era impossível
quarta-feira, novembro 18, 2009
como disse?
Comparar cagalhões de burro com pastéis de bacalhau nunca deu bom resultado... quando me apresentam comparações entre pessoas da mesma faixa etária que não têm a mínima razão de ser faz-me perder as estribeiras!
Numa analogia adequada a um blogue com um nome destes, diria que é o mesmo que comparar isto...
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