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terça-feira, março 31, 2020

shitty mechanic

Nunca mais és bicicleta na vida!

quinta-feira, outubro 17, 2019

mobilidade sustentável

Como na política, nos clubes de futebol, nas religiões... aqui temos mais uma guerra de merdinhas. Os carros a gasóleo eram bons, os carros eléctricos agora são bons, os transportes públicos continuam a não ser bons (são para os pobrezinhos sem capacidade financeira para adquirir um auto-móvel!), as motas matam muito quem as conduz, as bicicletas são chatas e empatam o trânsito, as trotinetes matam peões (de susto) e ficam deixam-nas em todo o lado... e no meio disto tudo, o que é que esta gente não está a ver? É que todos, sem excepção, foram, são e serão peões!

quinta-feira, abril 12, 2018

o noite do Yuri

Yuri Gagarin é o nome do primeiro homem que, no dia 12 de Abril de 1961, foi "lá acima" numa "lata" da desaparecida União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e concluiu uma "voltinha" em órbita ao planeta... de ora em diante a noite do Yuri passará a chamar a noite do Yuri Pedrov, o primeiro foi ao espaço, o segundo foi ao chão. É justo! Sempre é uma noite de primeiras vezes.

terça-feira, abril 03, 2018

calças térmicas aka ceroulas

Há dias, enquanto trocava de roupa no trabalho num dia mais "fresco", alguém reparou que vestia calças térmicas (aka ceroulas) antes de sair em direcção a casa. A resposta foi, e é, simples, ajuda no conforto térmico visto que me desloco de mota. A conversa teria ficado por aqui, se não me tivessem dito "vende a mota e compra um carro!". Compro um carro? E as horas perdidas parado no trânsito? As horas perdidas à espera de lugar para estacionar? As molhas que apanharia desde o local de estacionamento até ao local de trabalho? Já não tenho paciência para isso!... e além do mais, umas calças térmicas (aka ceroulas), das quentinhas, custam, numa qualquer cadeia de lojas de desporto, custam dez euros... um carro deveria sair-me bem mais caro.

segunda-feira, novembro 27, 2017

diz-me o que montas... tratar-te-ei de acordo com tal

No, já algo distante, final da década de 90, tirei a carta de condução e, um pouco influenciado pelo meu progenitor, tirei também a carta de motociclo. As aulas não eram famosas e acabei mesmo por ter repetir o exame de condução... para nunca mais pegar numa mota até há coisa de uns quatro anos atrás (era uma scooter). Daí em diante foi o descalabro! Entre testes a motas de maior ou menor cilindrada, acabei por comprar uma de média cilindrada (se assim se pode chamar), poupada o suficiente para andar (e fugir) ao trânsito em cidade e, como teria de ser, desenrascada e confortável o suficiente para viajar por aí.
Nesta coisa de "andar de moto" fala-se muito do antigamente em que todos se cumprimentavam na estrada, pessoalmente, não me faz espécie mas devo dizer que, dos poucos países onde circulei, este nosso é onde menos se cumprimenta. A culpa pode ser do tipo de deslocação, é certo. Por cá andamos entre casa e trabalho com uma eventual volta num fim-de-semana mais longo ou quando se combina algo entre "a rapaziada mais próxima", na estrada cumprimenta-se, em cidade... temos mais coisas com que nos preocupar (é compreensível).
Numa dessas deslocações para o trabalho, em que fui de mota, ao chegar fui cumprimentado pelo "porteiro", fui cumprimentado pelo indivíduo da recepção, bem como pelos restantes trabalhadores com que me cruzei até ao local de estacionamento... porra! Porque raio não serão eles tão afáveis quando venho com o "aspirador" da minha cara metade?! Nem um cumprimento e, por vezes, até para passar para o estacionamento, é quase preciso pedir licença para se desviarem! O capacete é sempre o mesmo, deveria ser fácil de identificar, não? Venenosa discriminação!

Chamei "aspirador" à scooter mas foi com carinho, não por discriminação motociclista.

quinta-feira, abril 02, 2015

adaptação

Hoje, depois de ter pôr o carro a trabalhar com a chave suplente e ele me ter mandado ir a pé, posso dar-me ao luxo de adaptar uma frase proferida por um motard inglês que conheci em Toledo e que passeava pela Europa procurando locais quentes para passar o Verão numa mota de origem alemã... "f*cking french parts"! 

terça-feira, fevereiro 17, 2015

"a" curva

Há sempre uma curva de que se gosta mais nos trajectos usuais do dia-a-dia, uma curva especial, que se respeita, teme e desafia, uma curva capaz de converter todo o restante percurso numa preparação ou aquecimento, para chegar ali e "descrever uma curva perfeita" envergonhando (ou não, porque nem toda a gente é meio petrolhead) quem nos estava a querer pisar os calcanhares, antes de começarmos a fazer o que "viemos" ali fazer.
Durante algum tempo a tal curva diária esteve situada numa das saídas do eixo norte-sul, mais tarde passou a ser uma em Monsanto e actualmente é uma das saídas da A5. Esta é uma curva longa, de duas faixas que se fundem numa só, tem a inclinação certa e uma irregularidade no alcatrão que coincide com a posição onde deve(ria) passar a roda esquerda assim que se começa a descrever a curva, e lá se vai a trajectória ideal... a óbvia.
Estas curvas, têm sempre as mesmas duas características. São sempre locais de acidentes (os rails estão sempre torcidos dos impactos e há sempre cacos de plástico nas bermas) e são óptimas para avaliar as capacidades dinâmicas dos veículos, quer do que se conduz, quer dos que (não raras vezes) circulam à nossa frente. 
Que a capacidade dinâmica do meu veículo de dia-a-dia não é a sua melhor característica, é um dado adquirido, ninguém no seu perfeito juízo compra algo deste género pela sua condução apaixonante. Mas, e nos casos em que a aquisição é um topo de gama de tracção traseira? Espera-se uma dinâmica à altura do valor da aquisição, algo capaz de deixar para trás (a anos-luz) qualquer produto de classe inferior... excepto se... a electrónica for abelhuda. Deparei-me com este cenário, "coupe" de quatro portas de raça alemã embalado a ritmos de auto-estrada, faz uma travagem perfeita na faixa da esquerda, entra na faixa da direita e começa a descrever a curva à minha frente... e a electrónica acordou!... a ali ficou ele, à minha frente e de traseira a subir e a descer, ao sabor das intervenções da electrónica, até ao fim da curva e... nunca mais o vi (quer dizer, vi, mas cada vez mais pequeno)... veio-me à memória o episódio do octavia... jogar na playstation é bom, mas ao vivo, apesar de mais arriscado, é sempre melhor.

quarta-feira, outubro 15, 2014

sexta-feira, junho 13, 2014

que se lixe o mundial!

Se mais razões não houvesse para não ligar ao mundial de futebol... é fim-de-semana de 24 horas de Le Mans!

terça-feira, junho 03, 2014

7 factos sobre uma viagem planeada de automóvel em grupo

Depois do destino, das horas de saída (contando com os atrasos), dos locais de alimentação e dos pontos para esticar as pernas (depende do veículo) devidamente combinados de véspera, chega o momento de nos metermos à estrada... eis os sete factos que acontecem que em todas as viagens/passeios com destino acabam por acontecer mais cedo ou mais tarde no percurso:

lavagem e abastecimento são feitos de véspera!
- Há sempre alguém do grupo que tem um GPS e que traça a rota, com a qual obtém um "tempo estimado de viagem"... escusado será dizer que há uma necessidade intrínseca do automobilista provar que a máquina está enganada e que "conseguimos fazer menos que isto!".
- Assim que se entra numa qualquer via rápida ou auto-estrada, a primeira coisa que se vê quando se olha para o retrovisor é um Audi colado na traseira... há quem diga que é o padrão da cortina do óculo traseiro, ou mesmo que faz parte do um sistema de screensaver disponibilizado pelas concessionárias das AEs a fim de evitar que se ande demasiado devagar.
- O acontecimento anterior é seguido por um Mercedes que nunca sabe se os travões irão funcionar quando forem necessários, pelo que constantemente os experimenta... "agora funcionou, será que na próxima também vai funcionar?".
- Apesar de tudo, os limites de velocidade são respeitados pelo grupo... contando com o desconto dos radares... a excepção a isto é feita se alguém precisar de parar para ir ao WC, afinal de contas, quem vai parar tem que ganhar tempo antes e recuperar o perdido depois de parar. 
- Mesmo em situações de "recuperação de tempo" há sempre alguém mais rápido a passar ao "dobro" da nossa velocidade.
- O condutor não cede a pressões dos restantes ocupantes... excepto para irem ao WC... porque é a desculpa para "ganhar tempo".
- Não adianta quanto tempo estivemos agarrados ao volante, exactamente na mesma posição, sempre à mesma velocidade, com um cenário cíclico a passar, quando se chega ao destino e se sai da viatura para o "bitaite" e o comentário da viagem, nada disso importa, é como se ainda se estivesse para começar o "passeio".

domingo, março 16, 2014

automobilista de fim‑de‑semana

Andar de vidros e tecto de abrir abertos, a baixa velocidade com o motor a ronronar pela marginal fora, a um fim‑de‑semana, só pode ter uma banda sonora... Highway to Hell dos AC/DC! Era o percurso para o trabalho... mas em estilo!

segunda-feira, fevereiro 10, 2014

gymkhana - CBF Portugal


Eis o resultado de um "ajuntamento" de gente que se vai conhecendo e cruzando aqui e além... nos únicos domingos em que não houve mau tempo nos últimos tempos!
 Ligação para o fórum CBF Portugal disponível AQUI.
Ligação para a página do Facebook do Clube CBF Portugal AQUI.


terça-feira, outubro 29, 2013

why we ride

"I think it’s like learning to play the violin, it’s just hideous and then all of a sudden it’s like like- oh my god, I know how to ride this thing now."

sexta-feira, abril 26, 2013

o ódio de estimação pelo automóvel... em números!

Denota-se um crescente ódio pelo automóvel, por ser poluente, por ocupar demasiado espaço, por ser caro e por ser poluente (não, não me estou a repetir, a maioria dos que odeiam o automóvel batem-se sempre com a vertente eco-totó).
Há dias tive uma troca de palavras sobre a questão da despesa mensal que é um automóvel, e mesmo se não houve vencedor nem vencido, a prova de que o automóvel é um meio de transporte aceitável ficou dada publicamente mesmo quando teimavam afincadamente que "transportes públicos é que é", mesmo que, em condições muito particulares.
A nível energético é óbvio que é mais caro alimentar todos os carros do que alimentar apenas transportes públicos, nem é necessário fazer contas para chegar a essa conclusão, mas e o orçamento familiar?
Começando por basear a deslocações no preço das casas que são mais baratas na periferia do que na cidade (e com melhores condições), as deslocações para o trabalho (no centro da cidade) são necessariamente maiores, e eis a parte onde entram os números.
As condições do exemplo que dei na discussão são, duas pessoas deslocarem-se no mesmo carro para o centro da cidade totalizando 60 quilómetros, o carro fica com quem pode estacionar sem a despesa do parquímetro, contabilizando o IUC de um automóvel anterior a 2007, as IPO, o seguro obrigatório e a manutenção do mesmo (uma revisão por ano e um par de pneus) versus o L123 que necessitaria para fazer a mesma deslocação para uma pessoa (seriam necessários dois para o agregado familiar)... o tempo de deslocação foi "considerado" como uma questão de "conforto".

As despesas mensais seriam:
  • Dois L123 custariam 134€;
  • O automóvel mais vendido em Portugal (Renault Mégane 1.5dci que gasta 5.8l/100km) custaria cerca de 167.00€;
  • A mota mais vendida em Portugal (Honda NC700X que gasta 3.6l/100km) custaria cerca de 111.67€;
  • A scooter mais vendida em Portugal (Honda PCX 125 que gasta 2.6l/100km) custaria cerca de 80.96€;
  • O automóvel híbrido mais comum em Portugal (Toyota Prius que gasta 5.2l/100km) custaria cerca de 172.06€;
  • O carro a GPL escolhido ao "acaso" (Toyota Corolla que gasta 8.0l/100km) custa cerca de 140.45€.
O que me parece interessante é:
- A moda das duas rodas (scooter ou mota) é plenamente justificada, apesar de desagradável na altura do Inverno;
- O híbrido está ao nível de despesa do motor a gasóleo (os valores são sem intervenções extra revisão, quer de danos quer de problemas mecânicos, onde a história seria diferente certamente);
- Duas scooter fazem a mesma despesa de um carro a gasóleo;
- O carro a GPL é mais barato do que o carro a gasóleo?!
- Os transportes públicos ficam mais baratos do que qualquer das hipóteses de quatro rodas mas apenas por uma diferença de 6.45€ para o convertido a GPL.
- Os eco-totós que defendem os transportes públicos, o andar de bicicleta, o andar a pé, as paneleirices de duas e quatro rodas movidas a electricidade de certeza que moram muito perto do trabalho!

vencedora da economia

segunda-feira, março 18, 2013

a onda das duas rodas

"a" 125 azul
Os veículos de as duas rodas são sem dúvida responsáveis por uma parte considerável da queda no consumo dos combustíveis, basta reparar na abundante proliferação destes veículos pelas cidades (à porta de um centro comercial no centro de Lisboa vi cerca de 20 estacionadas das quais metade eram scooters como a da foto). Este crescimento dá origem a alguns ódios de estimação por nem sempre o convívio entre duas e quatro rodas ser o mais "educado" mas, passando para o outro lado da barricada, é um descanso arranjar lugar para estacionar e de facto pouco ou nada se pára no trânsito (e sim, eu agradeço as atenções dos automobilistas quando me facilitam a vida).
Sim, eu automobilista, apaixonado por automóveis desde que tenho memória, que estava em pulgas para ter idade para tirar a carta e poder conduzir, desloco-me em duas rodas quando preciso de ir a Lisboa em hora de ponta. Pior que a minha conversão a uma necessidade é... apreciar "isto" de andar em duas rodas.
Tudo bem, tudo bem! Eu vou arder no inferno por isto, mas há dias voltava para casa já de noite e num ponto menos iluminado da via que seguia deparei-me com o céu, e tinha estrelas! Onde diabo se esconde ele quando ali passo de automóvel?! Agradou-me... talvez agora perceba todos aqueles argumentos nas inúmeras discussões com os verdadeiros "motards" e a saudade com que alguns falam dos dias algures no passados em que andavam em duas rodas... querem lá ver que ainda me converto por gosto?

sexta-feira, fevereiro 01, 2013

carro abalroado por DOIS comboios no Cartaxo

Esta notícia pode ser lida na página da SIC notícias e pelos vistos a causa deste acidente foi... estupidez humana. Alguém se lembrou de contornar as cancelas fechadas ignorando também os avisos luminosos que, apesar das greves, estavam a funcionar.
Mas há algo que é visível nas fotos que não é referido na notícia dada pela SIC, algo que há cerca de dois anos gerou muita polémica, um acidente com um carro movido a GPL.
Depósito de GPL
Desta vez, como "não aconteceu nada de extraordinário" para além do acidente por si só, a notícia omite o facto do Honda HRV que se vê parado nas fotos à frente de um Alfa Pendular  usar GPL como combustível porque não causou uma catástrofe com uma explosão digna de Hollywood (nem imagino a conta que o seguro do condutor vai ter na reparação do material circulante).
A SIC notícias podia (deveria) ter feito referência a este facto, afinal de contas, o automóvel (e o equipamento suplementar nele montado) levaram com dois (!) comboios e não houve explosão, o que mostra bem que as normas apertadas sobre tudo o que envolve este tipo de combustível FUNCIONAM! 
Isto prova que ninguém vai "subir na vida" por "andar com uma bilha" às costas... pelo menos não o vai fazer de uma forma brusca e descontrolada.