domingo, agosto 26, 2007

xeque!

Compreendo... pensando melhor, vejo que fiquei numa posição algo fragilizada. Não é nada comigo, até é pelo efeito avalanche, assim se embrulha e envia para parte remota e desconhecida, não contemplada no mapa, ou no gps, uma parte considerável das fundações.
Qual foi a razão? Escape. O que coincide em parte, um passatempo, uma não obrigação, uma forma algo refinada de aliviar tensões, algo semelhante a um tratamento térmico, simples, eficaz e despreocupado, uma fórmula ou método quase ideal, quase perfeito, quase anónimo de dizer a verdade que não se aceita, ou não aceitam, uma refinada discussão com a qual se encerra um assunto, até à próxima.

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quarta-feira, agosto 15, 2007

está a chover

É agosto, chove sem parar, há dias tive direito a um telefonema, viram-me algures... Mau! Queres ver que vão dançar lagostas?! ;)

e agora no tdi

Sem d... sem t... i!
Só sobra o i de ti?

foda-se

A palavra do "efe"... tudo começou com uma palavra dessas e seguida de um sou surdo, que despoletaram uma reacção em cadeia de tal forma violenta, que mesas levaram palmadas e coisas saltaram sem cair para o chão. Emprenhar pelos ouvidos, resulta nisto, conversas entre dentes dentro de um ambiente reduzido e móvel, de forma a que o terceiro elemento não oiça... facto é, que o terceiro elemento foi chamado a intervir pois era testemunha ocular e audictiva da imensa parvoice que se passou. Sou surdo, tens que falar mais alto, e, tás a faltar-me ao respeito à frente do terceiro... tudo coisas que parecem bem. De um não esperava mais do que a brincadeira, do outro, esperava um pouco menos de trombas... vais ter que dizer o que se passou, foda-se, eu, não tenho nada a ver com isso, são grandinhos que se entendam!

domingo, agosto 12, 2007

direcção errada

É uma analogia com "ver o nascer do sol na praia"...

sábado, agosto 04, 2007

outbound

Depois de uma noite longa, seguida de uma noite ainda mais longa, a última coisa que queria era ser acordado por um telefonema, que não era para mim! Devia ter tirado a pilha ao telefone!
Relutante, lá fui atender o telefone, fosse quem fosse ia pagar por ter-me acordado! O telefonema era para o dono da casa, era sobre um inquérito que havia respondido sobre qualquer coisa relacionada com medicina... do outro lado, em outbound, estava alguém que estava a trabalhar a um fim-de-semana, não pagou, afinal de contas, estava a trabalhar ainda eu dormia, considerei o facto e limitei-me às respostas que me eram pedidas. Mas do lado de lá, precisavam de algo, precisavam de alguém que lhe desse ouvidos por uns instantes, já estava acordado, não fazia diferença, desabafou, falou-me de sopeiras, de ares-condicionados e do regresso à escravatura, dei-lhe uma frase sobre inteligência e tomar decisões... acho que está na altura de tomar as minhas!