sábado, setembro 09, 2017

autódromo do Estoril

Vamos lá então pegar numa charrua movida a pedais a que tenho a lata de chamar bicicleta e metê-la num circuito desenhado para automóveis, com um tipo em cima que não percebe nada destas coisas e que vem tentar percorrer 12 voltas completas numa prova de duas horas...
É épico por ser no autódromo do Estoril! Diabo, corri tanto lá, no F1GP da Microprose, que conheço, literalmente, o circuito de trás para a frente!
É épico por ser uma corrida realizada à noite e por ser a primeira em que iria, minimamente, competir (a world bike tour Lisboa foi, e é, apenas um "passeio"),
E é épico porque consegui concluir 13 voltas em 1h58m ficando em 148º (42º da classe) de 249 concorrentes no total (patético resultado, eu sei). 

Curiosidade dos números, entre a volta pessoal mais rápida e a mais lenta, a diferença cifrou-se em cerca de um minuto. Acho que descobri a minha característica... consistência!

sábado, setembro 02, 2017

sinalética não normalizada

Hmmm... será um elevador só para homens ou uma casa de banho móvel?

sábado, agosto 26, 2017

o drama, o horror, a tragédia... da polémica da porto editora

foto do CM (era o que dizia a etiqueta).
No que toca às cores da capa, compreendo perfeitamente a indignação. As crianças (ou antes, os pais), não têm que ser forçados a adquirir uma de duas cores consoante o sexo da criança. É bárbaro limitar as escolhas das cores que se podem usar em qualquer coisa que a crianças diga respeito e, é ainda mais bárbaro, perguntarem "É menina?... Ou menino?" porque o carrinho é cor-de-laranja (ready to race)!
Pior que a capa, dizem os comentadores, que o interior dos livros da polémica eram diferentes, escolhendo como exemplo a foto acima apresentada. Enquanto este pessoal está preocupado com a discriminação de género (não vale a pena falar de igualdade nos ordenados, pois não?), a mim preocupa-me o desfasamento da realidade de todos os que criticam estes livros (em particular as páginas dos labirintos). Será que ninguém percebeu que é aqui que se treina a igualdade de género?! Aos rapazes ensinam a andar mais às voltas, as raparigas ensinam-lhes a serem mais directas, ou será que ninguém reparou que, quando vão às compras, os comportamentos são exactos opostos do que se deseja destes labirintos? Assim equilibram-se as diferenças na geração que se segue! Reduzem-se as discussões, as secas de uns e as demoras de outros! A malta da porto editora é, de facto, visionária!

segunda-feira, julho 24, 2017

histórias da marginal (ou N6)

Por entre um jantar de família, a conversa foi parar a essa "raça do demónio" que são os ciclistas. Sentados do outro lado da mesa, estavam o filho do dono da casa e o sobrinho do dono da casa, se o segundo, que claramente não tinha qualquer preocupação com o facto de já começar a ter campo gravítico próprio, não era fã de qualquer actividade física (salvo a excepção da actividade de mastigar), o primeiro, simplesmente abominava ciclistas. Do lado de cá da mesa, ouvi esta história:
Ia na marginal e quis passar dois ciclistas que iam a par, buzinei-lhes para se encostarem e um deles fez-me sinal "para passar por cima". Esperei que tivesse espaço, passei, meti-me à frente deles, o meu carro é a gasóleo, mandei-lhes duas "gasadas", levaram com um nuvem de fumo preto, depois começaram a reclamar e eu, queres o quê? Agora, anda, passa por cima!

Isto depois de já ter discutido a possibilidade de circular na via que mais se adequa ao destino dentro das localidades, com uma conclusão tirada a ferros, remeter-me ao silêncio não terá sido a minha mais brilhante ideia mas já estava mais que visto que, ali, não ia ter sucesso fosse com que argumento fosse (legal ou cívico).

sábado, julho 08, 2017

oh Camões...

... toma lá mais um pontapé nos tornozelos!