quarta-feira, agosto 13, 2008

o dia da porta que não se fechou

Um acordar lento a meio gás... será manhã... ou ter-me-ei enganado ao olhar para o despertador? Obrigo a persiana a mexer-se na calha... diria, pelo barulho que faz, que tem um acordar resmungão... já era dia...
Passada a rotina matinal usual, saí... ainda tinha tempo. Dirigi-me à tão marcante "figueira" e aguardei serenamente, ou talvez apenas estivesse a aguardar.
Almoço e momento crítico... "o menino" caminhou para queimar o tempo... e o tempo foi passando... e então? Que te disseram? A porta não se fechou! Está entreaberta.
Vendo brilho, vendo luz, e entre pensamento perdido na forma de resolução, há razão física (e móbil) para comemoração?
Opiniões e comentários, sobre assuntos em que ainda não posso dizer que tenha conhecimento suficiente para estar à vontade... gostos pessoais... aprecio, admiro, penso e falo... devia ter tomado nota dos números!
Retorno... e enquanto tentava manter o cavalo de cabeça prateada sobre controlo no seu galope de compasso quaternário, abraçaram-me... obrigado por estares comigo nestes momentos... sei da tua necessidade em materializares as palavras... aceito! Mas ainda assim... não tens de quê... (mas) sabe bem ouvi-lo, pois é dito com sentido!
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