sexta-feira, dezembro 29, 2006

nacional geografic: o tampo de sanita (ou mania nº 2)

Se há uma coisa que me faz mesmo espécie... é um tampo de sanita!
Longas são as discussões no que toca a tão peculiar objecto que tem como nobre função... servir de "ponto-de-repouso".
Na nossa espécie os machos tem por hábito deixá-lo para cima, enquanto que as fêmeas embirram em deixar o mesmo para baixo. Nunca consegui perceber esta discussão, esta tão dispare forma de ver um mesmo objecto... elas alegam que é a "pior sensação do mundo" sentar o rabo em loiça frio, mas no entanto queixam-se se eles não a levantam quando praticam "tiro-ao-alvo" e falham. Aliás, o facto de um macho baixa o tampo depois de "alvejar" é considerado, entre a sociedade macha, um sinal de "quem-usa-as-calças-lá-em-casa-é-ela", ou, no período de corte, um sinal inequívoco do macho em querer agradar à fêmea, pois é um dos pontos fulcrais onde se pode avaliar o grau de "domesticação" do macho pela fêmea.

Eu por mim falo, tenho uma casa de banho só para mim, deixo-o como bem me apetece! Mas devo admitir, que tenho a mania de baixar sempre o tampo quando saio da banheira. É um gesto pleno de um automatismo quase inexplicável, não fosse o tampo o último reduto de forma a manter a posição vertical aquando de uma valente escorregadela ao sair do banho... que por acaso nunca me aconteceu... mas, pelo sim, pelo não, nunca fiando.
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