quarta-feira, setembro 23, 2009

ao anónimo do "post" anterior

O acto que considero "um bocadinho ridículo" no post anterior não tem nada a ver com a capacidade de se fazer qualquer coisa por Lisboa, porque aí, bem ou mal (e sem entrar nas questões financeiras, o que daria pano para mangas no que toca ao executivo do PSL, e a alguns que estão actualmente me funções, pois brincar com o dinheiro dos outros é demasiado fácil) o Santana Lopes ainda fez qualquer coisa visível (que é, infelizmente, o factor mais importante em Portugal, visto a necessidade de "zelar pelas aparências", as tais que iludem, uma expressão popular seguida à risca pelos "altos cargos").
No entanto, e parece que o anónimo não reparou nisso pois ficou visivelmente desconcertado por encontrar "ridículo" e "Pedro Santana Lopes" na mesma frase, eu não estou a falar da obra, estou a falar da ironia perfeitamente imbecil de entupir de viaturas um local onde o trânsito é proibido durante uma acção de pré-campanha, e, tendo eu presenciado inúmeras situações em que agentes da autoridade tiveram "chatices", e algumas bem sérias, devido à circulação não permitida naquele local de automóveis, não posso deixar de considerar o acto, no mínimo, "estúpido", mas como em tudo em Portugal, as leis apenas se aplicam a alguns, é a democracia social no seu melhor.
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