sexta-feira, setembro 26, 2008

análise comportamental

Isto não tem nada a ver com psicologia, nem tão pouco é uma generalização universal... é apenas a observação de uma amostra muito limitada no espaço (se calhar não tão limitada, mas isso é irrelevante).
Estão generalizados os estudos, quer em Portugal, quer em todo o mundo ocidental, sobre comportamentos a nível pessoal intímo, e os resultados são muitas vezes surpreendentes... se bem que carentes de isenção dada a quantidade de "bazófia" (maior ou menor, pois depende do indivíduo) intrínseca ao ser humano que tantas vezes adulteram o resultado final dos estudos (há gente com profissões engraçadas). Eu desta feita, não tendo uma profissão engraçada, e não trabalhando para o ine, acabei por fazer uma análise apenas pelo que ouvi falar (com bazófia incluida, claro está) e de todos os elementos da população masculina que eventualmente deram uma, ou várias, "facadinhas" no casamento/relacionamento, claro está, há a necessidade de recorrer à mentira para conseguir arranjar tempo para as escapadelas. A capacidade de elaboração da mentira é tanto maior quanto a imaginação, apresentando resultados melhores quando há recurso a nomes de pessoas com quem se trabalha.
Nesta minha análise, apenas 12% da população não cometia (ou não admitia) qualquer tipo de traição, dos que cometiam, a grande maioria já havia sido apanhado em falso uma ou mais vezes, e porquê? Porque a mentira/desculpa que haviam inventado acaba por se perder no espaço temporal de forma a que quando a verdade é reposta por uma outra qualquer conversa, as naturais associações vêm à superfície.
Duas conclusões se podem tirar: Os homens são realmente honestos (a ponto de contrariarem as suas próprias mentiras passado algum tempo) e as respectivas mulheres, tem uma memória fenomenalmente brilhante!
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